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Cerco de Tsingtao

O Cerco de Tsingtao, também chamado de Batalha de Tsingtau, foi o ataque realizado ao porto alemão de Tsingtao (Qingdao) na China no decorrer da Primeira Guerra Mundial pelo Japão e o Reino Unido.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 20/07/2026
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Antecedentes

Ao longo do século XIX, o Império Alemão, assim como outras potências da Europa, participou de uma acordo imperialista sobre as posses coloniais. A partir daí, com outras potências, a Alemanha começou a interferir nas questões internas chinesas. Depois do chamado "Incidente Juye", aonde dois missionários alemães foram assassinados, em 1897, a China foi forçada a transferir a região de Kiaochow, em Shantung (atualShandong) para os alemães em 1898, por um prazo de 99 anos. A Alemanha então começou a reforçar sua influência no resto da província e construir a cidade e o porto de Tsingtao. A cidade tornou-se a base da marinha alemã, parte do esquadrão alemão do extremo oriente, que operou no apoio das colônia alemãs no Pacífico. A presença alemã crescente constituiu uma ameaça ao Reino Unido na região, que possuía sua própria posse em Weihaiwei, também em Shantung, como um porto naval e central de abastecimento de carvão, enquanto a aliada Rússia possuía seu próprio arrendamento em Port Arthur (atualmente Lüshunkou), similar ao enclave da França em Kwang-Chou-Wan. Os britânicos haviam começado também a estreitar os laços com o Japão.

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Consequências

Os sitiados tiveram 199 baixas e o restante foi feito prisioneiro. Do lado britânico houve somente 16 mortos, enquanto os japoneses tiveram que arcar com as baixas mais pesadas: 3 navios afundados e mais de 700 mortos. Ainda assim os custos foram considerados baixos para os vencedores se considerarmos que estavam atacando uma grande base naval fortificada. Durante anos a imprensa alemã propagaram a falsa informação de que a batalha custou aos aliados 12 mil baixas. O porto enfim foi cedido aos japoneses e os navios que puderam ser aproveitados, como o Kaiserin Elizabeth foram confiscados pelas forças britânicas e usados nas batalhas futuras.

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Fontes consultadas

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