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Língua hindi

A língua hindi ou híndi pertence a família indo-iraniana, um subgrupo da família indo-europeia e é listada como língua oficial do governo da Índia, de Fiji, e de vários estados indianos, principalmente do norte, centro e oeste, como Bihar, Deli, Haryana, Jarcanda, Madia Pradexe, Rajastão, Utaracanda, Himachal Pradexe e Utar Pradexe.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/10/2026
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Etimologia

O nome do idioma deriva do persa "hind" que significa "terra do rio Indo", o sufixo "-i" indica a língua ou povo da região. Logo, hindi seria a "língua do Indo" ou "povo do Indo". O hindi também possui origens no sânscrito, (sindhu) que significa "rio" ou "corpo de água", este termo era usado para se referir ao rio, ao povo e à região geográfica ao seu redor. Posteriormente, o termo foi adotado pelos persas como "Hindu", o qual foi adotado pelos gregos como "Indos" e eventualmente chegou ao Latim como índia.

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Distribuição

O hindi é falado principalmente na Índia e em Fiji (hindi fijiano), onde é a língua oficial. Outros países possuem geralmente uma base pequena de falantes, adquiridos muitas vezes por migração. Estes países incluem o Nepal, as Ilhas Maurício, a África do Sul, os Emirados Árabes Unidos, a Guiana, entre outros. Na Índia, é falado por 40% dos habitantes. A região indiana em que mais está presente é chamada de "Hindi belt" ou "cinturão do hindi", do qual fazem parte os estados de Bihar, Deli, Haryana, Himachal Pradexe, Jarcanda, Madia Pradexe, Rajastão, Utar Pradexe e Utaracanda. Nessas regiões a maioria populacional fala como primeira língua (caracterizando 26% da população do país). No geral o hindi e suas variações é falado por toda a população indiana pelo menos como segunda língua. Em Fiji, é falado por aproximadamente 37% da população. Surgiu no território após a diáspora de trabalhadores indianos para Fiji durante o regime britânico na região. Porém, teve muita influência do próprio Fiji e do inglês e por isso pode ser considerado uma variante do hindi tradicional.

Dialetos

No sentido em que usamos hoje, o termo hindi é usado como guarda chuva para várias outras línguas relacionadas que são ativamente faladas no norte da Índia. Existe uma continuidade linguística que permite com que variações adjacentes sejam entendidas em um nível maior de compreensão, por isso que diferentes variantes às vezes usam o termo hindi para se referir à sua língua. Mesmo assim, as pontas mais diferentes das variantes seriam dificilmente compreensíveis. Na classificação de Grierson (1906), os dialetos do hindi podem ser divididos em dois grandes grupos, orientais e ocidentais. O dialetos orientais surgiram a partir do prácrito Ardhamagadhi (em sanscrito, "metade de Magadhi") enquanto os dialetos ocidentais surgiram do prácrito sausarena apabhramsa (em sanscrito, "corrompido").

Línguas relacionadas

Muitas vezes, os termos hindi e urdu são usados como sinônimos, o que gera uma confusão considerável. Tal confusão existe por que as duas línguas são muito próximas. Em um período anterior, as línguas de administração do território indiano (sânscrito para as dominações hindus, persa para as dinastias muçulmanas e inglês nas colônias britânicas) eram restritas às elites. Contudo, a partir da invasão de Mohammed Ghori no final do século XII c.e. o persa era usado na administração das dinastias afegãs, árabes, persas e turcas que se instalaram na região de Deli e arredores enquanto a língua local era usada na comunicação do dia a dia com o povo. Essa língua local era uma forma de Apabhramsa, que eventualmente se tornou o hindi. Nos séculos seguintes, duas línguas surgiram devido à pressões sociais e ao patrocínio das cortes:

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História

Origem e formação da língua

O hindi surgiu do sânscrito, uma das principais línguas da Índia antiga. Ele surgiu primeiramente como língua falada, trazida pelos invasores iranianos até o Vale do Indo, por volta de 1500 a.c. e com o passar do tempo e desenvolvimento constante, foi utilizado para a produção de tradições religiosas e literárias da região. O sânscrito védico é a forma mais antiga da língua, o qual era utilizado nos textos sagrados do hinduísmo, os Vedas. Posteriormente, o sânscrito se desenvolveu para a sua forma Clássica, a qual é usada ainda hoje na educação e na filosofia. Entre os séculos 500 a.c. e 800 e.c., diferentes versões do sânscrito foram surgindo. Essas novas formas de falar ficaram conhecidas como prácritos (do sânscrito "símbolo", "imagem"). Elas eram mais simples e refletiam como as pessoas realmente falavam. Variações regionais dos prácritos foram se desenvolvendo com o tempo e a partir dos séculos XI e XII que surgiram as primeiras versões do Khari Boli (o descendente direto do hindi moderno padrão) em Deli.

Período Medieval

No período medieval, ocorreram várias invasões turcas e muçulmanas no território indiano, o que influenciou o desenvolvimento das línguas da região. Durante esse período, o persa era usado na administração dos impérios e a partir do começo do período Mughal, reinado pelo imperador Moghul Akbar, o persa passou a ser usado como língua oficial, ganhando bastante prestígio. A presença do persa influenciou os dialetos locais. O hindi enriqueceu seu vocabulário e se dividiu criando o dialeto urdu, o qual é muito similar ao hindi porém utiliza outro alfabeto e tem mais influências persas.

Período Colonial inglês

O domínio britânico sobre a Índia se iniciou no século XVIII. Durante esse período, enquanto o inglês se tornava cada vez mais utilizado, o hindi ainda estava sendo padronizado e diferenciado do urdu. Em 1837, o inglês substituiu oficialmente o persa como língua oficial. A língua era usada na educação, administração e trocas comerciais enquanto o hindi e o urdu estavam presentes em apenas algumas camadas administrativas. Através da Companhia das Índias orientais, os colonizadores iniciaram um monopólio comercial no território indiano, difundindo o uso do inglês e reforçando o imperialismo britânico. O inglês se tornou uma língua de prestígio e apesar de não ser falada por muitos, ela se tornou símbolo da elite, como permanece até hoje. É falada por cerca de 3% a 4% da população, a qual representa a parcela mais influente da Índia atual. Nesse período várias pinturas foram feitas retratando a época, elas eram feitas principalmente por indianos para os oficiais ingleses. Essa arte misturava o estilo tradicional indiano com técnicas europeias. Ficou conhecido como "pinturas da companhia" ou Kampani Kalam (em hindi) por retratarem, em sua maioria, a companhia britânica e os oficiais, como a pintura ao lado.

Século XX

Como parte de movimentos de resistência à colonização, no começo do século XIX, estudiosos e reformistas começavam a lutar para substituir o persa e o inglês nas atividades administrativas por uma língua relacionada ao sânscrito, que era visto como uma língua pura. No final do século XIX e começo do século XX o hindi e o urdu já estavam sendo promovidos em escolas, jornais e movimentos nacionalistas como um símbolo da unificação da identidade indiana. Nesse período, Gandhi defendeu incansavelmente pela adoção do hindustâni como língua nacional, já que seria a junção entre as duas línguas citadas. Em 1900, a administração britânica equalizou o status do hindi e do urdu no território, o que abriu as portas para a eventual supremacia do hindi. Em pouco tempo, o hindi foi padronizado e alcançou nível global, porém ainda sob regime britânico na Índia e ainda competindo com o urdu.

Tradição literária

Histórias da literatura hindi incluem trabalhos de todo o cinturão do hindi. Há uma tradição secular de literatura devocional/religiosa em várias línguas/dialetos, que estão incluídos nas histórias da literatura hindi. Em toda a região, os autores usavam vários desses dialetos para a criatividade literária, tanto que a maior parte da poesia devocional que trata de temas da lenda de Krishna é composta em braj, e a maior parte da poesia que trata da lenda de Rama é em awadhi. Isso acontece porque braj é o dialeto de Matura e Vrindavan, os dois lugares associados ao nascimento e às façanhas de Krishna, e awadhi é falado na província de Awadh, associada ao reino de Rama.

Documentação

A escrita do hindi surgiu junto com a própria língua, porque esta utilizou-se da escrita do sânscrito. Sendo assim, textos administrativos ou criativos eram escritos desde o surgimento da língua. Todavia, foi no século XVIII que se deu o início da documentação de uma gramática do hindi. As gramáticas tradicionais descrevem a língua utilizando a estrutura tradicional das gramáticas sânscritas. Já as gramáticas comparativas e históricas têm o foco principal em apresentar a descrição diacrônica das características gramaticais em diferentes níveis linguísticos, especialmente a fonologia e a morfologia. Geralmente estas trazem um olhar histórico e comparativo entre as línguas indo-arianas. As gramáticas modernas em hindi tratam de alguns aspectos da sintaxe em profundidade e tendem a aplicar os modelos teóricos ocidentais e a levantar discussões teóricas.

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Fonologia

Consoantes

Trinta e seis fonemas consonantais são distintivos no hindi, dos quais cinco foram introduzidas do inglês e de empréstimos perso-arábicos. As consoantes são classificadas em grupos diferentes de acordo com o modo e o local de articulação, estes estão representados abaixo: Consoantes alongadas são aquelas em que a articulação da consoante é prolongada na fala. Esse fenômeno é muito comum no hindi e pode modificar o sentido das palavras.

Vogais

Dez fonemas vocálicos são distintos no hindi são distintas no hindi, estes são: Além dos fonemas representados na tabela acima, existem dois que são a versão tensionada dos fonemas /i/ e /u/ e podem ser representados da seguinte maneira /̄ī/ e /̄ū/, respectivamente. Todas as vogais tensionada são foneticamente longas e as vogais laxas são foneticamente curtas. Além disso, no hindi A nasalização é distintiva, ou seja, as vogais orais e as nasais contrastam em pares mínimos e diferenciam as palavras. Esse fenômeno pode ocorrer em todas as vogais e é representado pelo símbolo ~ em cima das vogais, como em /ã/ e /̃u/. Exemplos da distinção de palavras com vogal nasalizada:

Sílabas

As sílabas em hindi se dividem a partir das seguintes regras: A estrutura das sílabas nos morfemas monossilábicos é a seguinte: Palavras emprestadas, principalmente do sânscrito, adicionaram uma complexidade extra para essas estruturas, como demonstrado na tabela abaixo:

Prosódia

O estrese nas sílabas não é distintivo no hindi, então não importa qual sílaba é pronunciada como tônica, o sentido das palavras continua o mesmo. Mesmo assim, as sílabas recebem classificação em relação ao peso, elas podem ser: Quando uma sílaba em uma palavra tem maior peso do que as outras, a tendência é colocar o estresse nessa sílaba. Contudo, quando mais de uma sílaba tem o peso máximo, geralmente é a última que leva o estresse. Para além dessa classificação, outras questões, como o tempo de fala ou a entonação pretendida, também podem influenciar no estresse das palavras.

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Ortografia

Hindi é escrito no alfabeto devanágari (em hindi, देवनागरी लिपि), utilizado também pelo sânscrito e por outras línguas indo-arianas. Esse alfabeto utiliza caracteres desenhados sob uma linha imaginária de apoio e representam os sons da língua de forma unívoca. Cada sílaba compõe um único bloco gráfico que tende a confinar todas as consoantes no menor espaço possível, de maneira que elas se apresentam com larguras relativamente constantes. O sentido de escrita é de cima para baixo e da esquerda para a direita. As letras são traçadas sob a linha de texto, diferente do nosso alfabeto, que é escrito em cima da linha. Não existe diferenciação entre letras maiúsculas e minúsculas. O inventário de letras da língua inclui dez vogais e trinta e três consoantes. Ademais, existe um símbolo para vogal retroflexa, que hoje é pronunciada como uma /ri/, e existem três conjuntos consonantais com símbolos especiais: /kçə/, /trə/ e /jɳə/. A seguir, as formas independentes das vogais:

Diacríticos

Existe poucos diacríticos no hindi que são usados para propósitos específicos. O símbolo (्), por exemplo, é utilizado para suprimir a vogal inerente, como já mencionado. Além disso, a nasalização das vogais também é marcada por um diacrítico, que pode ser "ं" ou "ँ". O primeiro é chamado de bindu ("ponto") e o segundo, de chandrabindu ("lua e ponto"). O bindu é usado quando parte ou todo o símbolo da vogal se estende acima da linha horizontal enquanto o chandrabindu é usado quando nenhuma parte do símbolo da vogal se estende acima da linha horizontal, porém, hoje em dia, o uso do chandrabindu não é muito comum então o bindu é usado quase exclusivamente para qualquer situação de nasalização.

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Gramática

Ordem da frase e alinhamento

No hindi, a ordem das palavras é relativamente livre dentro da frase, isso porque na maioria dos casos as posposições marcam as relações das frases nominais com outros constituintes da frase. No entanto, a ordem geralmente utilizada em frase consideradas neutras é Sujeito-Objeto-Verbo, com o sujeito sendo a primeira palavra da fase e o verbo sendo a última. Partículas de negação geralmente vem logo antes do verbo enquanto objetos e expressões adverbiais ocupam o centro sem uma ordem muito rígida. Expressões de tempo tendem a preceder expressões de lugar. Esse padrão pode variar bastante de acordo com a intenção ou valor afetivo que o falante queira adicionar ao sentido da frase.

Artigos

Não existem artigos definidos em hindi, nas frases é utilizado o artigo zero, ou seja nenhum artigo. Entretanto, existe um artigo indefinido, ek, que tem o mesmo significado de "um" ou "uma" em português.

Substantivos

Os substantivos são flexionados por gênero, número e caso. Eles podem ser masculinos ou femininos e contáveis ou não contáveis. Todos os substantivos tem um gênero gramatical que pode ou não coincidir com o gênero natural, há apenas uma exceção que é para substantivos próprios, nos quais o gênero sempre coincide. Também podem ocorrer processos derivacionais, nos quais um substantivo pode mudar seu gênero, por exemplo, o substantivo feminino bẽs (búfalo de água) tem uma forma correspondente masculina bẽsa. A maioria dos substantivos abstratos não tem distinção de número enquanto a maioria dos substantivos concretos são contáveis e são distintivos pelo número. Porém, existem exceções, alguns substantivos abstratos podem tem uma forma plural, como em: afa (esperança) afaẽ (esperanças); mesmo que seja mais comum o uso de partitivos, como em: do gilas panī (dois copos de água).

Pronomes

Os pronomes, assim como em português, dividem-se em sete categorias: pessoal, demonstrativo, relativo, correlativo, indefinido, interrogativo e reflexivo. Eles possuem formas diferentes de acordo com as categorias de pessoa, número, gênero, status honorífico, proximidade e animacidade, contudo, nem todas essas categorias são demarcadas em todas as classes de pronomes. Os pronomes pessoais se diferenciam em singular e plural e podem variar de acordo com a proximidade: A forma íntima é usada para pessoas da mesma faixa etária para demonstrar afeto quando há uma amizade ou para pessoas mais jovens do que a pessoa falante em todos os âmbitos sociais, exceto em situações em que os interlocutores são socialmente distantes.

Verbo

Os verbos em hindi são divididos em três tempos: passado, presente e futuro; três modos: imperativo, optativo e contingente; e dois aspectos: perfeito e imperfeito. Além disso, ele também vai variar de acordo com número gênero e modo. O aspecto imperfeito é formado pelo sufixo -tA no final da raiz do verbo, enquanto o aspecto perfeito é formado adicionando-se o sufixo -A a raiz do verbo. Nesses casos "A" pode ser qualquer vogal, já que esta varia de acordo com o gênero e número da frase nominal com a qual o verbo concorda. Os modos imperativo, optativo e contingente são distintos no hindi. O optativo pode ser comparado ao modo subjuntivo do português e é usado para expressar desejos, esperanças, possibilidades. O modo contingente pode ser comparado ao subjuntivo futuro e é usado para expressar ações que não aconteceram. Outro modos, como o indicativo são formados por formas no infinitivo ou particípio e por partículas auxiliares. A seguir a comparação dos sufixos utilizados para diferenciar os modos imperativo e optativo.

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Vocabulário

Expressões do dia a dia

Algumas palavras básicas em hindi que são usadas no dia a dia:

Poemas

Mira Bai foi uma poeta, mística e devota de Krishna, deusa hindu. Com os seus poemas ela se tornou uma das poetisa mais famosa da Índia e logo virou uma figura de importância cultural. As suas canções devocionais são muito presentes nas tradições orais em várias línguas/dialetos, por isso é quase impossível estabelecer a autenticidade de várias canções que lhe são atribuídas ou construir uma biografia verificável através da sua consequente mitificação ao longo dos séculos. Abaixo, um de seus poemas traduzido para uma versão em português: (1) पायो जी मैंने राम रतन धन पायो (पायो जी मैंने राम रतन धन पायो) (2) वस्तु अमोलिक दी मेरे सतगुरु, कृपा कर अपनायो

Numerais

O números cardinais são aqueles que indicam a quantidade absoluta de algo ou a contagem total de elementos. Os números em hindi são os seguintes: A partir do 11, o final de cada número vai mudar sempre após um número terminado em 8. Do 11 ao dezoito os numerais passam a terminar em -ah: Do 19 ao 28 os numerais terminam em -īs: Do 29 ao 38 os numerais terminam em -tīs: Do 39 ao 48 os numerais terminam em -līs: Do 49 ao 58 os numerais terminam em -an, exceto pelos números 49 e 50, que terminam em -aas por serem exceções: Do 59 ao 68 os numerais terminam em -th: Do 69 ao 78 os numerais terminam em -ttar: Do 79 ao 88 os numerais terminam em -sī: Do 89 ao 99 os numerais terminam em -nave, exceto pelo 90 que é uma exceção:

Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é um documento elaborado por vários representantes de todas as regiões do mundo. Esse documento estabeleceu, pela primeira vez, normas de proteção aos direitos da pessoa humana, a serem seguidas por todos os povos e todas as nações. A Declaração foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, em 10 de dezembro de 1948, por meio da Resolução 217 A (III) da Assembleia Geral como uma norma comum a ser alcançada. Desde sua adoção, em 1948, a DUDH foi traduzida em mais de 500 idiomas – o documento mais traduzido do mundo – e inspirou as constituições de muitos Estados e democracias recentes.

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Fontes consultadas

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