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Catedral de Westminster

A Catedral de Westminster ou Catedral Metropolitana do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo é um templo da Igreja Católica. É a Igreja sede e Matriz da Arquidiocese de Westminster, encontra-se em Londres, Inglaterra. O Arcebispo a cargo desta Arquidiocese é Dom Vincent Gerard Nichols, o qual sucedeu ao cardeal Cormac Murphy-O'Connor em abril de 2009. A Arquidiocese foi erigida em 1850, a partir do Vicariato Apostólico da Inglaterra, cujas origens remontam a 1622.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 17/07/2026
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História

O Coro da Catedral (masculino) tem grande reputação nacional e canta nas missas catedráticas assim como no Ofício Divino. Existem numerosos coros que se especializam em Canto Gregoriano e grupos carismáticos que se centram no Seminário de Allen Hall. No final do século XIX, a hierarquia da Igreja Católica havia sido restaurada recentemente na Inglaterra e Escócia, e foi em memória do cardeal Wiseman (que faleceu em 1865 e foi o primeiro arcebispo de Westminster a partir de 1850) que a primeira soma substancial de dinheiro foi levantada para a nova catedral. O terreno foi adquirido em 1884 pelo sucessor de Wiseman, cardeal Manning. Após dois começos falhos um em 1867 (sob o arquiteto Henry Clutton) e 1892 (arquiteto barão von Herstel), a construção se iniciou em 1895 sob o sucessor de Manning, o terceiro arcebispo cardeal Vaughan com Jon Francis Bentley como arquiteto. A catedral foi inaugurada em 1903, um pouco após a morte de Bentley. Por razões econômicas a decoração interior mal havia começado e muito ainda permanece incompleto até hoje. A cerimônia de consagração teve lugar em 28 de junho de 1910.

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Arquitetura e Mosaicos

A arquitetura neo-bizantina da igreja por Jon Francis Bentley faz da Catedral de Westminster um edifício altamente distinguível. Os principais destaques externos são o grande campanário, a torre de São Eduardo, de 273 pés de altura (com 284 pés ao topo da cruz) e a Fronte Leste com seus pilares e arcos delicadamente balanceados. A nave é a mais ampla dentre as igrejas inglesas e, por que o Santuário está a 4,5 pés acima do nível da nave, cada parte permite uma visão ininterrupta do altar principal, com seu mármore imponente e mosaicos baldaquinos, sobre os quais a luz está concentrada de forma inteligente. O rico crucifixo pendurado sobre o arco do santuário tem 30 pés de comprimento. De um lado há a figura de Cristo; do outro, voltada para o altar, a imagem de Nossa Senhora da Piedade. O trono arquiepiscopal ou cátedra, de mármore e mosaico, é baseado no trono papal da Basílica de São João de Latrão em Roma.

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Música

Imagem: Diego Delso · BY-SA · Openverse

Apesar de sua história curta, quando comparada com outras catedrais inglesas, Westminster tem tradição em coral distinta e seu coral é considerado como um dos melhores do mundo.[carece de fontes?] Essa excelência musical tem origem na visão compartilhada do cardeal Vaughan, fundador da catedral, e de Sir Richard Runciman Terry, seu primeiro mestre de música. Terry preparou seus coristas por um ano antes de apresentá-los ao público. Durante o restante de seu mandato (até 1924), executou em latim repertórios do Renascimento. As tradições musicais da catedral foram confirmadas por sucessivos e distintos músicos. Entre eles, George Malcolm, cujos sopranos inovaram em um tom continental" - "vozes como lâminas", para citar um auditor; Colin Mawby, Stephen Cleobury, David Hill e James O'Donnell. Desde 2000, o posto tem sido ocupado por Martin Baker. O coral comissionou muitos trabalhos de diferentes compositores, muitos dos quais são mais conhecidos por suas contribuições à música anglicana, como Benjamin Britten e Ralph Vaughan Williams. Entretanto, o coral é particularmente renomado por sua performance do canto gregoriano e pela polifonia da renascença.

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Fontes consultadas

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