Assassinato de Nicolly Pogere
O assassinato de Nicolly Fernanda Pogere foi um crime contra uma adolescente de 15 anos de idade, que ocorreu em 14 de julho de 2025, na qual a garota foi esfaqueada e parcialmente esquartejada por um casal de adolescentes. O seu corpo foi jogado em uma lagoa na cidade de Hortolândia em São Paulo e foi coberto por lençóis, uma lona azul e amarrado com pedras para que o corpo ficasse submerso na lagoa. O corpo foi encontrado no dia 18 de julho.
A jovem de 15 anos, que morava em Mococa, viajou para Hortolândia em 29 de junho para visitar o avô e ficar na casa do namorado. Ela ficou alguns dias na casa do namorado e iria voltar para casa do avô em 14 de julho. Porém, a família não conseguiu ter contato com Nicolly. Os familiares de Nicolly também tiveram contato com o namorado dela, mas ele disse que tinha terminado o relacionamento com a Nicolly e ela estaria voltando para a casa no dia 12 de julho. Seu avô relatou o desaparecimento da jovem na delegacia na cidade, iniciando as investigações. Em 18 de julho, o tronco da garota, acompanhado com a cabeça, foi achado pelo cão farejador da Guarda Muncipal de Hortolândia enquanto procurava o corpo de Nicolly em uma lagoa. O corpo estava envolto em 2 lençóis e uma lona azul, junto com pedras e com as iniciais do PCC nas costas para disfarçar quem elaborou o crime, com múltiplas facadas e trauma cranioencefálico.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo começou as investigações pelos 2 principais suspeitos, um adolescente de 17 anos e uma adolescente de 14, a ex-namorada dele. Ambos foram apreendidos no dia 20 de julho. As investigações começaram a ser focadas a eles após encontrarem rastros de sangue humano na casa do ex-namorado da jovem. Ele enviou mensagens para o pai, que estava recebendo ameaças de morte de "uns cara [sic] de São Paulo" e estaria fugindo. O pai, preocupado, pede para o jovem ir à delegacia. A apreensão dos dois adolescentes foi em Cornélio Procópio, localizado no Paraná, após uma contribuição entre os 2 estados vizinhos. A avó materna deu assistência para a fuga e ocultação de ambos adolescentes. A posse da lona e dos lençóis azuis, que serviram para deixar coberto o corpo da Nicolly, foi confirmado pelo pai do jovem que era do garoto. Ambos os jovens foram levados para a Fundação Casa Andorinhas, localizada em Campinas.


