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Assassin's Creed Freedom Cry

Assassin's Creed Freedom Cry é um jogo eletrônico de ação e aventura desenvolvido pela Ubisoft Quebec e publicado pela Ubisoft. Ambientado na colônia francesa de São Domingos entre 1735 e 1737, Freedom Cry segue Adéwalé, um proeminente personagem coadjuvante do título de 2013, Assassin's Creed IV: Black Flag. Ao tentar interromper as atividades dos Templários no Mar do Caribe em nome de sua organização rival, a Irmandade dos Assassinos, Adéwalé acaba naufragando em São Domingos, onde se depara com algumas das mais brutais práticas de escravidão nas Índias Ocidentais.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 16/07/2026
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Jogabilidade

Freedom Cry é um jogo de ação e aventura para um jogador e de furtividade, ambientado em uma estrutura de mundo aberto e jogado a partir de uma perspectiva em terceira pessoa em ambientes terrestres e marítimos. Os jogadores assumem o papel de Adéwalé, um ex-escravo de Trinidad que serviu como contramestre do protagonista de Black Flag, Edward Kenway, a bordo de seu navio, o Jackdaw, antes de se juntar à Irmandade dos Assassinos. Assim como Black Flag, Freedom Cry apresenta combate naval onde os jogadores podem engajar, abordar e capturar navios que passam. A partir do navio de Adéwalé, que pode ser melhorado ao longo do jogo usando a moeda e recursos do jogo, os jogadores podem examinar navios distantes, juntamente com sua carga e força, usando uma luneta. Uma nova mecânica de jogabilidade introduzida em Freedom Cry é a libertação de escravos africanos. Cada escravo liberto serve como um recurso para o jogador acumular a fim de desbloquear melhorias para os armamentos e equipamentos pessoais de Adéwalé em sua base de operações. Os jogadores podem utilizar um sistema de recrutamento semelhante ao introduzido em Black Flag para alistar quilombolas recrutados para lutar ao lado de Adéwalé. Os jogadores encontrarão oportunidades para Adéwalé libertar escravos e lutar ao lado de quilombolas através de instâncias geradas proceduralmente, ataques a plantações coloniais ou missões de história.

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Enredo

Imagem: Ubisoft · BY-SA · Openverse

Em 1735, enquanto liderava um ataque a um comboio Templário nas Índias Ocidentais, Adéwalé (Tristan D. Lalla) consegue recuperar um pacote contendo um artefato antigo. No entanto, seu navio, o Victoire, é pego em uma violenta tempestade logo depois. Adéwalé acorda na costa de São Domingos e se encontra nas proximidades de sua capital, Porto Príncipe. Ciente de que os Templários deveriam entregar o artefato a uma mulher chamada Bastienne Josèphe (Mariah Inger), Adéwalé descobre que ela é a madame de um bordel local. Ele confronta Bastienne, que revela ser secretamente uma simpatizante dos quilombolas, um grupo de combatentes da liberdade formado por escravos libertos, e que ela usa o dinheiro pago a ela pelos Templários para libertar escravos na região. Bastienne persuade Adéwalé a ajudar a causa quilombola; ele conhece o líder deles, Augustin Dieufort (Christian Paul), e comanda um novo navio chamado Experto Crede para interromper o comércio regional de escravos.

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Desenvolvimento e lançamento

Imagem: Major Nelson · BY-NC-ND · Openverse

A roteirista principal de Freedom Cry é Jill Murray, que também escreveu Assassin's Creed III: Liberation e a expansão de DLC de Aveline para Black Flag. Outros membros da equipe de roteiro de Freedom Cry incluíram Melissa MacCoubrey, Hugo Giard e Wesley Pincombe. A trilha sonora de Freedom Cry foi composta por Olivier Deriviere. Ela foi gravada nos Avatar Studios em Nova Iorque com a La Troupe Makandal, um grupo dedicado à música haitiana, e nos Galaxy Studios na Bélgica com a Filarmônica de Bruxelas. Freedom Cry foi lançado originalmente em dezembro de 2013 como um pacote de expansão de DLC para as versões de Microsoft Windows, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One de Black Flag. Em fevereiro de 2014, foi anunciado que Freedom Cry seria lançado como um título independente no PlayStation 3 e PlayStation 4 em 18 de fevereiro de 2014, para a América do Norte e 19 de fevereiro de 2014, para a Europa. Mais tarde, foi lançado para PC em 25 de fevereiro de 2014. Junto com Black Flag e Assassin's Creed Rogue, Freedom Cry foi incluído como parte de Assassin's Creed: The Rebel Collection para o Nintendo Switch, que foi lançado em 6 de dezembro de 2019. O jogo foi lançado para Google Stadia em 14 de setembro de 2021, como parte da Assassin's Creed Black Flag Gold Edition.

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Recepção

Imagem: Major Nelson · BY-NC-ND · Openverse

De acordo com o agregador de críticas Metacritic, Freedom Cry foi em geral bem recebido no Xbox One, enquanto as versões para PlayStation 4 e Xbox 360 pontuaram um pouco menos, com análises mistas ou médias. Em uma análise de 2014, a Electronic Gaming Monthly elogiou a história de Freedom Cry como o "conto mais poderoso e comovente" do universo de Assassin’s Creed e o destaque singular do pacote de DLC, e notou que era incomum apresentar um personagem secundário como o avatar do jogador. A Hardcore Gamer concordou que o pacote de DLC é um excelente suplemento para o jogo base, e elogiou a história de Freedom Cry como algo que vale a pena vivenciar em um cenário envolvente. A edição britânica da Official Xbox Magazine achou que a agradável história extra "sofre um pouco por redefinir e reiniciar o progresso", mas, por outro lado, saudou o conteúdo para download adicional de Black Flag. A Eurogamer considerou que o maior trunfo de Freedom Cry é sua "narrativa forte e independente". Por outro lado, o GameSpot ficou incomodado com a forma como o pacote de DLC lidou com os temas sombrios em torno das narrativas escravas.

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Fontes consultadas

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