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As Maçãs do Sr. Peabody

Mr. Peabody's Apples é um livro ilustrado escrito pela artista norte-americana Madonna e lançado em 10 de novembro de 2003 pela Callaway Arts & Entertainment. O livro apresenta um conto moral inspirado em uma história de 300 anos do rabino Baal Shem Tov, que Madonna conheceu por meio de seu professor de Cabala. O protagonista, Sr. Peabody, é vítima de rumores espalhados por um menino e ensina uma lição sobre o impacto das palavras. Mr. Peabody's Apples foi ilustrado por Loren Long, que se inspirou no regionalismo americano e em figuras reais para criar os personagens.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 19/07/2026
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Antecedentes e concepção

Em 2003, Madonna assinou com a Callaway Arts & Entertainment para publicar seu primeiro livro destinado ao público infantil, The English Roses, que foi traduzido para 42 línguas e publicado em mais de 100 países ao redor do mundo. O livro alcançou o primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, onde permaneceu por 18 semanas. Depois do sucesso de The English Roses, Madonna se dedicou à criação de seu segundo livro infantil, Mr. Peabody’s Apples. No prefácio, Madonna expressou sua gratidão aos "professores de todos os lugares" e reforçou a lição sobre o poder das palavras. Ela mencionou que Mr. Peabody's Apples tem como base uma história de 300 anos do rabino Baal Shem Tov, que ouviu de seu professor de Cabala, e desejava compartilhar sua essência com os leitores. A intenção de Callaway e Madonna era situar a narrativa nos anos 1940, capturando a atmosfera de uma cidade pequena com um toque cinematográfico. Segundo o The Times, a obra remete ao universo moralista de Jimmy Stewart e It's a Wonderful Life, com elementos icônicos como torta de maçã, cercas, beisebol, milkshakes e a distinção entre o bem e o mal. Loren Long se inspirou no movimento regionalista americano e no realismo clássico para criar as ilustrações do livro. Para dar vida ao Sr. Peabody, Loren Long se inspirou em um mecânico de automóveis de Joplin, Missouri, enquanto Billy Little foi criado com base em seu filho, Griffith. Long escolheu Jonathan Whitney, um morador local, como referência para Tommy Tittlebottom, destacando sua personalidade travessa e comparando-o ao personagem Dennis the Menace.

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Recepção crítica e comercial

Mr. Peabody's Apples estreou no topo da lista dos mais vendidos do The New York Times e permaneceu no topo por três semanas. Até outubro de 2004, a obra registrava um total de 127,000 cópias vendidas, conforme dados da Nielsen BookScan. O livro alcançou a marca de 4,000 unidades vendidas na Estônia. A crítica não recebeu o material de maneira entusiasmada; Samantha Critchell, da Associated Press, classificou o livro como "um pouco bobo". Embora a expectativa fosse de um grande sucesso comercial, a crítica considerou sua premissa "ultrapassada", já que crianças e jovens poderiam não se interessar por uma história de moral. "Dado o renome de Madonna, surpreende que ela tenha recorrido a um conto centenário para tratar do valor da verdade e das consequências das fofocas", concluiu. Deirdre Donahue, do USA Today, apontou que Madonna escolheu o nome Billy Little para o personagem apenas por ele ser baixinho. Também considerou a narrativa superficial em comparação com The English Roses e descreveu Mr. Peabody's Apples como "um conto monótono", com uma mensagem "previsível". Em sua resenha para a Tablet, Ayelet Waldman afirmou que Mr. Peabody's Apples apresentava uma moral clara e uma metáfora "agradável".

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Fontes consultadas

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