Pesquisa · Mapa mental

Ana Pavlovna da Rússia

Ana Pavlovna foi a esposa do rei Guilherme II e Rainha Consorte dos Países Baixos e Grã-Duquesa Consorte de Luxemburgo de 1840 até 1849. Era filha do imperador Paulo I da Rússia e sua esposa, a duquesa Sofia Doroteia de Württemberg.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 13/07/2026
01

Origens

Ana Pavlovna era a oitava filha do czar Paulo I da Rússia e da sua consorte, a imperatriz Maria Feodorovna (nascida duquesa Sofia Doroteia de Württemberg), e, assim, recebeu o título de Sua Alteza Imperial, a grã-duquesa Ana Pavlovna da Rússia. Devido às convenções de tradução em vigor nos Países Baixos durante o século XIX, a grã-duquesa é mais conhecida neste país como Anna Paulowna. A certa altura, o imperador Napoleão I de França, pediu Ana em casamento, mas foi rejeitado.

02

Biografia

No dia 21 de fevereiro de 1816, Ana casou-se na capela do Palácio de Inverno, em São Petersburgo, com o príncipe de Orange, que, mais tarde, se tornaria o rei Guilherme II dos Países Baixos. O casamento tinha sido sugerido pelo irmão da grã-duquesa, o czar Alexandre I da Rússia, em 1815, como símbolo da aliança criada entre os dois países após o Congresso de Viena. Como tinha sido decidido que nenhum membro da família Romanov devia ser forçado a casar contra a sua vontade, Guilherme foi convidado a visitar a Rússia antes do casamento, para que Ana o pudesse conhecer e aceitasse a união, o que acabou por acontecer. Ana manteve a sua fé ortodoxa russa depois do casamento. O casal permaneceu na Rússia durante um ano. Ana ficou chocada com as diferenças que existiam entre a Rússia e o seu novo país, principalmente no que dizia respeito ao sistema de classes e a sua separação, que era muito menos severa nos Países Baixos, onde a distância entre a realeza e o público não era tão grande como na Rússia, e a grã-duquesa teve grande dificuldade para se adaptar a esta nova realidade. O casal viveu em Bruxelas até ao rebentar da Revolução Belga, vendo-se forçados a abandonar a cidade em 1830. Ana gostava muito mais de Bruxelas do que do norte, já que era mais parecida com o seu país-natal. Abriu uma escola onde mulheres e meninas pobres eram ensinadas a coser, e um hospital para soldados feridos devido à Revolução Belga.

Vídeos recomendados

Fontes consultadas

Continue pesquisando