Pesquisa · Mapa mental

Common People

"Common People" é o primeiro episódio da sétima temporada da série de televisão antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Escrita por Bisha K. Ali e pelo criador e showrunner da série Charlie Brooker e dirigida por Ally Pankiw, estreou na Netflix em 10 de abril de 2025, com o restante da sétima temporada.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 21/07/2026
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Trama

Imagem: Henry Söderlund · BY · Openverse

O soldador Mike (Chris O'Dowd) e a professora Amanda (Rashida Jones) são casados há três anos e tentam, sem sucesso, engravidar. Certo dia, Amanda desmaia durante uma aula e, após exames, descobre-se que ela possui um tumor cerebral inoperável. Diante da situação, Mike é apresentado a Gaynor (Tracee Ellis Ross), representante da startup de tecnologia Rivermind Technologies. Gaynor explica que a empresa pode remover o tumor e substituir o tecido cerebral afetado por um tecido sintético, alimentado pelos servidores da Rivermind. Embora a cirurgia seja oferecida gratuitamente, o casal aceita pagar uma taxa de assinatura mensal para que Amanda tenha a chance de levar uma vida normal novamente. Inicialmente, o serviço parece beneficiar Amanda, mas, com o tempo, ela e seu marido descobrem várias limitações que só podem ser superadas mediante a assinatura do plano "Plus", bem mais caro que o plano "Comum" que utilizam. Sem perceber, Amanda passa a inserir anúncios curtos em seu discurso diário, colocando seu emprego e sua estabilidade financeira em risco. Para ajudá-la, Mike passa a pagar secretamente pela atualização, arrecadando fundos no "Dum Dummies", um site de transmissão ao vivo onde usuários realizam tarefas humilhantes solicitadas por espectadores pagantes. No início, ele utiliza uma máscara para manter sua identidade protegida, mas acaba tendo que mostrar o rosto brevemente durante uma façanha para conseguir mais dinheiro.

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Produção

Imagem: lulazzo [non vede, non sente, non parla] · BY-NC-ND · Openverse

Roteiro

Brooker idealizou inicialmente o episódio como uma comédia leve centrada em uma pessoa que dependia de um serviço de assinatura para sobreviver. A inspiração veio ao ouvir um podcast no qual o apresentador interrompia a narrativa para exibir anúncios, antes de retomar a história. Jones relatou que, numa primeira leitura, considerou o final “cruel”, mas, com o tempo, compreendeu o seu contexto, interpretando-o como um ato de amor: proporcionar uma morte digna pode ser preferível a ver quem se ama sofrer continuamente.

Elenco

Ross e Jones aceitaram participar do episódio antes mesmo de conhecerem detalhes sobre o enredo. Jones já havia co-escrito o episódio da terceira temporada "Nosedive".

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Recepção

Imagem: ⊂Y∩I⊂ 吸泥客 · BY-NC-ND · Openverse

O episódio recebeu críticas geralmente positivas, embora tenha sido alvo de críticas negativas, como a do Vulture, que o classificou como "confuso em termos de tom, narrativa e temática". Louisa Mellor do Den of Geek avaliou o episódio com 3 de 5 estrelas. Já Proma Khosla, do Mashable, considerou-o o segundo episódio mais pessimista da série, ficando atrás somente de "The Waldo Moment". Ela descreveu a trama como "um pesadelo que parece terrivelmente possível", destacando como o episódio ilustra o potencial do capitalismo de usar a tecnologia para tornar a vida das pessoas ainda mais difícil.

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Fontes consultadas

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