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Charlie Brooker

Charlton "Charlie" Brooker é um roteirista, satirista e comentarista britânico. Ele é o criador da aclamada série antológica Black Mirror.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 20/07/2026
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Biografia

Imagem: Feline_Dacat · BY-SA · Openverse

Charlton Brooker nasceu a 3 de março de 1971 em Reading, no sul de Inglaterra. A sua família é Quaker e Brooker cresceu na aldeia de Brightwell-cum-Sotwell, no Oxfordshire. O seu primeiro trabalho foi como cartoonista para a revista Oink! no final da década de 1980. Após frequentar a Wallingford School, Brooker ingressou na Universidade de Westminster, onde estudou Comunicação Social. Brooker não chegou a concluir oficialmente o curso uma vez que, segundo o próprio, a universidade não aceitou que o tema da sua tese fosse Videojogos. Brooker casou-se com a apresentadora Konnie Huq em 2010 na Little Wedding Chapelin em Las Vegas e tem dois filhos: Covey e Huxley.

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Carreira

Imagem: mediamolecule · BY-NC-ND · Openverse

Jornalista

Brooker começou a sua carreira em meados dos anos 1990 como jornalista na revista PC Zone, onde escrevia críticas de videojogos e uma coluna intitulada "Sick Notes", onde insultava as pessoas que escreviam cartas negativas para a revista. Entre 1999 e 2003, escreveu também para o website TvGoHome, que satirizava as listas de programação da televisão ao estilo da revista Radio Times. Entre 2000 e 2010 escreveu a coluna "Screen Burn" para o jornal The Guardian. Um dos seus textos, onde falava do então Presidente George W. Bush e publicado pouco antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2004, provocou alguma polémica por Brooker o ter concluído com a frase: "John Wilkes Booth, Lee Harvey Oswald, John Hinckley, Jr., onde estão vocês quando precisamos?". A alusão aos assassinos de antigos presidentes americanos não foi bem aceite pelo público e o The Guardian decidiu retirar o texto da Internet e divulgou um pedido de desculpas de Brooker:.mw-parser-output .flexquote{display:flex;flex-direction:column;background-color:#F1F1F1;border-left:3px solid #C7C7C7;font-size:100%;margin:1em 4em;padding:.4em .8em}.mw-parser-output .flexquote>.flex{display:flex;flex-direction:row}.mw-parser-output .flexquote>.flex>.quote{width:100%}.mw-parser-output .flexquote>.flex>.separator{border-left:1px solid #C7C7C7;border-top:1px solid #C7C7C7;margin:.4em .8em}.mw-parser-output .flexquote>.cite{text-align:right}@media all and (max-width:600px){.mw-parser-output .flexquote>.flex{flex-direction:column}}@media screen{html.skin-theme-clientpref-night .mw-parser-output .flexquote{background-color:transparent}}@media screen and (prefers-color-scheme:dark){html.skin-theme-clientpref-os .mw-parser-output .flexquote{background-color:transparent}}

Televisão

Brooker começou a trabalhar como guionista nos anos 1990, tendo contribuído maioritariamente em programas de comédia. Em 2006, estreou Screenwipe na BBC 4, um programa de sátira e críticas de programas de TV e da sociedade em geral ao estilo da coluna Screen Burn que Brooker escrevia no The Guardian. Este foi o primeiro programa que Brooker apresentou e que lhe deu alguma visibilidade no Reino Unido. Screenwipe tinha um formato semanal e episódios especiais de Natal e de Revista do Ano e teve cinco temporadas entre 2006 e 2008. A premissa do programa consistia em Brooker sentado num sofá a ver televisão enquanto satirizava e analisava programas de TV e acontecimentos da atualidade num estilo humorístico.

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Fontes consultadas

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