Guerra das Malvinas
A Guerra das Malvinas ou Guerra do Atlântico Sul foi um conflito armado entre a Argentina e o Reino Unido ocorrido nas Ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul entre os dias 2 de abril e 14 de junho de 1982 pela soberania sobre estes arquipélagos austrais reivindicados em 1833 e dominados a partir de então pelo Reino Unido. Porém, a Argentina reclamou como parte integral e indivisível de seu território, considerando que elas se encontram "ocupadas ilegalmente por uma potência invasora" e as incluem como partes da província da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul.
As ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul são três arquipélagos situados no Oceano Atlântico, perto da costa argentina, que constituem um domínio colonial britânico desde 1833. Não obstante, desde a sua ocupação em 1690 foram motivos de conflito entre o Reino Unido, França e Espanha, e depois entre o Reino Unido e a Argentina, que se considera herdeira dos direitos espanhóis sobre estas ilhas. Neste período, surgiram diversas discussões para estabelecer uma ou outra soberania, que terminaram com a ocupação britânica de 1833. Só um destes arquipélagos, as ilhas Malvinas, tem uma população civil nativa permanente (chamados em inglês de kelpers). Geralmente de origem escocesa, esta população se considera britânica e apoia o estado atual de soberania sobre estas ilhas. As outras duas estão ocupadas, essencialmente, por cientistas. Em 1965 a Argentina conseguiu que a ONU aprovasse a resolução 2065, qualificando a disputa como um problema colonial e convocando as partes para negociar uma solução; não obstante, as negociações ficaram infrutíferas durante os próximos dezessete anos. De todas as formas, as relações entre a Argentina, o Reino Unido e os habitantes das Ilhas até os finais da década de 1960 e o início da década de 1970 foram excelentes. Tanto assim, que durante grande parte dos anos anteriores à guerra, semanalmente operava uma ponte aérea entre a Argentina e Puerto Argentino/Port Stanley, da qual os insulares dependiam para provisão e assistência médica. Sendo que a pista de aterrissagem original de Puerto Argentino/Port Stanley (feita em alumínio) foi construída pela Força Aérea Argentina.
A importância das ilhas
Em outros tempos, nestas ilhas existiram importantes postos de caça de baleias, porém a prática provocou o desaparecimento de numerosas espécies de baleias nos mares austrais e fez com que a importância econômica dos três arquipélagos fosse reduzida. O interesse por elas obedece fundamentalmente a três causas:
Compra de armas
Para reforçar os estoques bélicos destinados à guerra, o governo militar utilizou a empresa Aerolíneas Argentinas para transportar armas e munições da África do Sul, Israel e Líbia em voos secretos e aeronaves civis modificadas. As relações entre a junta militar argentina e o governo de Margaret Thatcher foram inicialmente amigáveis. Membros da junta foram convidados a Londres, incluindo o ex-chefe da marinha, Emilio Massera, responsável por centenas de desaparecimentos, e o ministro das finanças argentino, José Martínez de Hoz, que defendia conceitos econômicos próximos ao Thatcherismo. Margaret Thatcher encerra um programa de ajuda aos refugiados latino-americanos que fogem da perseguição, que havia sido introduzido pelo governo trabalhista anterior. As vendas de armas para a Argentina aumentaram com os Conservadores no poder. Apenas quatro dias antes de a Argentina invadir as Malvinas, o governo britânico ainda estava tentando vender bombardeiros para a junta.
A decisão de atacar
A ditadura militar que governava a Argentina em 1982 tinha como parte significativa de seu apoio um exacerbado sentido de patriotismo. A questão das Malvinas ocupava um lugar central nesta estrutura ideológica. No início dos anos 1980, o modelo econômico da Junta militar se esgotou, com as consequentes tensões sociais: 90% de inflação anual, recessão profunda, interrupção de boa parte das atividades econômicas, banalização do IVA (imposto ao valor agregado), empobrecimento da classe média, grande aumento do endividamento externo das empresas e do Estado, salário real cada vez mais baixo, aumento da pobreza e de seus efeitos, etc. A substituição do chefe da Junta Jorge Rafael Videla pelo general Roberto Viola e posteriormente pelo general Leopoldo Fortunato Galtieri é o indicativo desta crise econômica, social e política, e era o momento certo em que a decisão de recuperar as ilhas se põe em prática com o objetivo de recuperar o crédito perdido entre os setores sociais sensíveis a este discurso patriótico.
A última operação em Thule do Sul
Já em 18 de março de 1977, a Armada Argentina havia estabelecido a estação científica Corveta Uruguay na ilha Morrell (grupo Thule do Sul), no arquipélago das ilhas Sandwich do Sul, e estava operando desde então. Esta instalação teve grande repercussão na imprensa argentina, porém o Reino Unido havia optado por ignorá-la, considerando-a irrelevante.
Movimentos sutis: o desembarque nas Ilhas Geórgia do Sul
No final de 1979, um homem de negócios argentino chamado Constantino Davidoff, dedicado ao comércio de sucatas, havia adquirido de uma companhia escocesa os direitos sobre as três antigas estações baleeiras em Leith (ilhas Geórgia do Sul). Nestas ilhas, administradas pelo governador das Malvinas, eram unicamente habitadas pelos cientistas da British Antarctic Survey (BAS: Pesquisa Antártica Britânica), dirigidas por Steve Martin e estacionadas em Grytviken, a cerca de 40 km de Leith. Davidoff obteve permissão da embaixada britânica para fazer um porto em Leith junto com os 41 trabalhadores, supostamente com objetivo de exercer o seu negócio. Porém, entre os trabalhadores estava um grupo de mergulhadores táticos (tropa de elite da Marinha Argentina). A partida chegou a Leith em 19 de Março de 1982 a bordo do navio de transporte de tropas Bahía Buen Suceso, comandado pelo capitão Briatore.
O desembarque nas ilhas Malvinas
No dia 26 de março de 1982, uma importante força naval argentina havia partido de Porto Belgrano sob o pretexto de realizar algumas manobras com a frota uruguaia. Na verdade, partiram para as Malvinas, embora o mau tempo os tenha atrasado. No dia 30, a inteligência britânica notifica ao governador Rex Hunt de que a ameaça é real e que se espera a invasão para o dia 2 de abril. Hunt reúne as suas poucas tropas e as envia para a defesa das ilhas. Na manhã do 1 de abril, apagam o farol e inutilizam o pequeno aeroporto local e seus radares. Às 21 horas do dia 1 de abril de 1982, 92 mergulhadores táticos argentinos, sob o comando do capitão de corveta Guillermo Sánchez-Sabarots, deixam o destróier Santísima Trinidad e desembarcam em Mullet Creek às 23 horas. Nesta mesma hora, o submarino Santa Fé emerge e envia outros dez mergulhadores táticos para colocar as boias de radionavegação. Quando o Santa Fé emerge, é detectado pelo radar de navegação do navio costeiro Forrest dando início às hostilidades.
A tomada das ilhas Malvinas por parte das Forças Armadas Argentinas geralmente respeitou a população local, se bem que praticando as correspondentes mudanças de topônimos por suas versões argentinas, adotando o castelhano como língua oficial e, entre outras mudanças, modificaram o padrão de circulação de veículos para conduzi-los pela mão-direita em vez da esquerda. Num primeiro momento, a reação britânica foi essencialmente confusa. No dia 2 de abril, o diário The Times de Londres, ao final da primeira página e no início da segunda, perguntava como poderia ocorrer tal episódio já que os serviços secretos britânicos vinham captando as mensagens de telex da Embaixada Argentina nos últimos seis meses. O público do Reino Unido reagiu perante as imagens de alguns «soldados terceiro-mundistas» mostrando os seus compatriotas rendidos no solo, o que fez explodir na Argentina um verdadeiro sentimento patriótico que mudou a configuração política de seu país.
Conforme passava o mês de abril, mais e mais navios da Royal Navy se dirigiam à zona de conflito em uma ação improvisada sob o comando do Lorde Almirante Sir John Fieldhouse que recebeu o nome de Operação Corporate. Seu objetivo era a reconquista das ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul para a Coroa Britânica, e se estenderia desde o dia 9 de abril de 1982 até o final da Guerra, no dia 14 de Junho de 1982. Sem dúvida, Woodward e Clapp esperavam algum tipo de reação argentina. Para o que não estavam preparados, segundo demostraram os acontecimentos, foi para as furiosas formações de ataques aéreos que choveram bombas por cima das tropas inimigas durante as cinco horas seguintes. Trouxe um primeiro ataque sem consequências ao cargo de dois Daggers às 10h25, e posteriormente seguiram cinco minutos depois a duas esquadrilhas de três Dagger cada uma. Com seus canhões e bombas danificaram severamente a fragata HMS Broadsword e deixaram fora de serviço (com uma bomba sem explodir a bordo) o destróier HMS Antrim, perdendo um avião com um míssil Sea Cat da Plymouth.
Operação Paraquat: reconquista das ilhas Geórgia do Sul
Desde o princípio, foi evidente que o primeiro objetivo teria que ser nas ilhas Geórgia do Sul. Não somente havia um navio britânico na área, o HMS Endurance, como também que os dados da inteligência notificavam que a presença argentina nestas ilhas praticamente desabitadas era reduzida. Reconquistar as ilhas Geórgia do Sul proporcionaria um pequeno ponto de apoio terrestre à Frota Britânica, porém sobretudo teria um efeito propagandístico de grande importância sobre a população argentina, britânica e internacional: a Royal Navy chegou. Pelo contrário, um fracasso nesta recuperação poderia implicar graves problemas internos para Margaret Thatcher e o descrédito internacional definitivo do Reino Unido. Denominada Operação Paraquat, consistiu em uma série de improvisações e despropósitos táticos e estratégicos que saiu bem por pura sorte e pela fraqueza das forças opositoras. Dado às críticas desta operação, o almirante Fieldhouse havia organizado em segredo e com uma cadeia de comando distinta da que utilizavam às forças que se preparavam para reconquistar as Malvinas.
Black Buck I: bombardeiros nucleares sobre Puerto Argentino
Apesar de ter tomado as ilhas Geórgia do Sul, o Reino Unido necessitava demonstrar algumas coisas tanto para a Argentina como para a opinião pública internacional. A primeira delas é que dispunha da capacidade de atacar pelo ar tanto as ilhas Malvinas como o território continental argentino. Paralelamente, o almirante Fieldhouse não queria ver jatos inimigos operando a partir do arquipélago. Por tudo isto, foi planejado uma série de operações de ataque a terra contra o aeroporto de Puerto Argentino que se desenvolveria mediante bombardeiros Vulcan baseados na ilha de Ascensão. O Vulcan, um bombardeiro projetado para ataque nuclear estratégico, não tinha tanto alcance. Foi necessário planejar complexas operações táticas de reabastecimento de combustível em voo utilizando aviões tanque Victor. Porém, os Victor tampouco iam tão longe, pelo que era necessário reabastecê-los por sua vez. Em suma, para cada dois Vulcan que chegavam às ilhas Malvinas a partir da Ilha de Ascensão, eram necessários onze aviões de reabastecimento em voo, sendo o ataque a maior distância jamais realizado até então.
Afundamento do General Belgrano
Se bem com a chegada da Marinha Real e a inutilização do submarino Santa Fé, a frota argentina havia deslocado para posições mais próximas do continente. O almirante Fieldhouse desejava firmemente ser atracada no porto. Não estava disposto a arriscar seus preciosos navios em batalhas navais como as da Segunda Guerra Mundial. Para isto, necessitava provocar um golpe brutal, algo que convencera aos seus almirantes e a Junta de que sair ao mar era a pior das ideias possíveis. Também fazia falta um golpe propagandístico definitivo do que oferecer a Londres, mais além da recuperação de ilhotas obscuras e o êxito das operações de bombardeio todavia meio secretas.
Afundamento do HMS Sheffield
Em Buenos Aires fazia muito frio, e não somente pela proximidade do inverno austral. O que começou como uma grande aventura patriótica para recuperar o prestígio social estava convertendo rapidamente em um fracasso. Apesar da férrea censura de informações imposta pela ditadura, o entusiasmo entre as camadas populares sensíveis a este tipo de ações se esfriava tão depressa como o clima bonairense. Rapidamente um mês depois das celebrações populares pela recuperação dos arquipélagos, e apesar de toda a propaganda, nada se escapava, já que o regime havia lançado represálias contra uma grande potência e está havia aceitado o desafio. Para a Junta, devolver os golpes recebidos como um fato espetacular se converteu em uma prioridade absoluta. Tal fato não podia ser outro além do afundamento de um grande navio de guerra britânico, sob as camadas populares e uma vingança pelo afundamento do General Belgrano. Com uma guerra em grande escala em marcha, era essencial devolver a esperança à gente e fazer-lhes crer na vitória.
Guerra marítima
Já conscientes de que eles enfrentavam um oponente muito perigoso, a partir do dia 10, numerosos navios de guerra e de apoio britânicos saíram do Reino Unido para reforçar a Força Tarefa deste país e ajudar ao desembarque previsto nas ilhas Malvinas no final do mês. Por sua parte, a Argentina teve de manter-se geralmente na expectativa, sobretudo tratando de reforçar a guarnição no arquipélago e garantir a segurança das comunicações com o continente. No dia 15, teve que retirar do serviço os aviões de reconhecimento P-2 Neptune por ser obsoleto e por falta de peças de reposição, o que deixou à nação austral sem os «olhos eletrônicos» mais capazes das Malvinas. Em geral, o Reino Unido se preparava para a reconquista e a Argentina esperava a tentassem. Sugeriram-se vários planos de paz; porém, ambos os lados negavam-se a aceitá-los por diversas razões. Ficou claro que a intensidade do conflito seria mais violenta.
O Dia D: Operação Sutton
Ao anoitecer do dia 20 de maio de 1982, 12 000 soldados argentinos bem equipados de material sabiam que o ataque britânico era iminente, pois durante os dois dias anteriores já vinham observando numerosas detecções no radar e um forte incremento da atividade inimiga. Pela manhã, o Secretário Geral da ONU Javier Pérez de Cuéllar reconhece o fracasso de suas gestões em favor da paz. Uma proposta peruana é também rechaçada. Segundo as informações do capitão Roberto Vila, destinado ao arquipélago: No dia 20 continuam as novas missões, com o capitão Grünert e o tenente Calderón. Às 18h30min, apareceram ecos de radar dos dois helicópteros que logo foram vistos pela Rede de Observadores Aéreos. Às 22h30min, houve alarmes de iminentes ataques e desembarque aerotransportado; nesse dia os soldados dormiram com o FAL carregado.
Um quarto de século depois, a normalidade reina nas Ilhas Malvinas (Falkland Islands em inglês). Para sua população, a guerra de 1982 não era mais do que uma funesta recordação. Não obstante, anos depois de firmadas todas as pazes, estreitadas todas as mãos e caídos todos os políticos que a protagonizaram, alguns indícios permitem observar que não se trata de mais um domínio colonial. A guarnição britânica no arquipélago é singularmente numerosa, as pistas do pequeno aeroporto adquiriram tamanhos típicos de um aeroporto internacional e um discreto dispositivo antiaéreo e naval varre apazivelmente mares e céus. Para o povo britânico e a opinião pública internacional, a «questão das Malvinas» está essencialmente resolvida. Entre o povo argentino, por outro lado, perduram aqueles que seguem considerando que as Malvinas são, em justo direito, argentinas. Sem dúvida, não parece que este desejo pode conduzir de novo a uma guerra, ao menos em tempos próximos.
Consequências políticas e históricas
Os centros de veteranos indicam que desde o fim da guerra, mais de 450 ex-soldados suicidaram-se por estarem mergulhados em profundo estado de depressão. Esse número é superior ao de soldados mortos em batalhas nas ilhas, que foram um total de 326; outros 323 morreram quando um submarino britânico torpedeou o cruzador General Belgrano.
Os segredos não contados
Usualmente, os governos só vão manter secretas durante 25 ou 30 anos certas informações delicadas para a opinião pública. No caso das informações classificadas nas mãos do Estado britânico acerca da Guerra das Malvinas, uma vez finalizado o conflito, «o governo desse país decretou que sua publicação somente poderá realizar-se no ano 2082». Em 2005, no programa Informe Especial, veio à luz o apoio que o Chile prestou ao Reino Unido. Um dos membros da Junta Militar do Chile, o general Fernando Matthei, afirmou que o Chile apoiou secretamente o Reino Unido e fez todo o possível para que a Argentina perdesse a guerra. Aviões britânicos com insígnias chilenas sobrevoavam a Patagônia chilena e usavam bases chilenas como centros de operações. Ademais, um grande número de soldados chilenos foram trasladados para o sul do Chile, alarmando a Argentina e fazendo com que as tropas argentinas se transferissem para essa zona.
A ameaça nuclear contra a Argentina
Em Dezembro de 2005, apareceu o livro Rendez-vous: La psychanalyse de François Mitterrand (ISBN 2-02-029760-4), escrito por Ali Magoudi, que havia sido psicanalista do presidente francês François Mitterrand entre 1982 e 1993. No livro, Magoudi afirma que o presidente francês havia revelado que, durante a guerra das Malvinas, a primeira ministra britânica, Margaret Thatcher, ameaçou lançar um ataque nuclear contra a Argentina se a França não cedesse os códigos de desativação dos mísseis Exocet que ela havia vendido à Argentina ("Que mulher mais terrível, esta Thatcher. Com seus quatro submarinos nucleares destacados no Atlântico Sul, ameaça lançar mísseis nucleares contra a Argentina, a menos que o proporcione com os códigos secretos que deixariam os mísseis que vendemos surdos e cegos aos argentinos"). Questionado sobre a veracidade da afirmação de Mitterrand, Magoudi insistiu em que todas as citações atribuídas a Mitterrand no livro são autênticas, porém não pode garantir a veracidade das afirmações do presidente.
O uso de cargas de profundidade nucleares
Em 2003, o Reino Unido reconheceu que sua frota durante a Guerra das Malvinas havia contado com cargas de profundidade nucleares. O presidente argentino Néstor Kirchner exigiu que o Reino Unido apresentasse desculpas à Argentina pelo "lamentável e monstruoso ato" de empregar armas nucleares em seus navios de guerra.
Força de Tarefas 20 Capitão de Navio José Sarcona Força de Tarefas Anfíbia 40 Contra-almirante Jorge Allara Grupo de Tarefas 40.1 Contra-almirante de Fuzileiros Navais Carlos Busser Grupo de Tarefas 40.2 Capitão de Mar e Guerra Alejandro Estrada Grupo de Tarefas 40.3 Capitão de Fragata Molina Pico Grupo de Tarefas 40.4 Capitão de Corveta Alberto Bicain 2a. Esquadrilha Aeronaval de Helicópteros: 5 S-61D SeaKing Grupo de Tarefas 60 Capitão de Mar e Guerra Carlos Trombeta
Teatro de Operações das Malvinas
General de Brigada Mario Menéndez (Governador) Puerto Argentino/Port Stanley - General de Brigada Oscar Joffre - cerca 8 000 homens. Ilhas Malvinas sem Puerto Argentino/Port Stanley - General de Brigada Omar Parada: Comando de Aviação do Exército Argentino: 601o. Batalhão de helicópteros Comando da Aviação Naval Argentina COAN:
Força Aérea Sul
Comando da Aviação Naval Argentina COAN:
Teatro de Operações do Atlântico Sul
Grupo de Tarefas 79.1 Contra-Almirante Jorge Allara Grupo de Tareas 79.2 Capitão de Mar e Guerra Juan Calmon Grupo de Tareas 79.3 Capitão de Navio Héctor Bonzo Comando da Aviação Naval Argentina COAN:
Mortos do lado britânico
As cifras oficiais são duvidosas. Os registros próprios falam das seguintes cifras: (*) Embora não pôde ser confirmado oficialmente, o fato de que os aviões que operavam a partir do Hermes haviam deixado de fazê-lo desde o momento do ataque, oferece claros indícios de que pode haver sido danificado.


