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Nicolás Maduro

Nicolás Maduro Moros é um político venezuelano e presidente da Venezuela de 2013 a 2026, quando foi forçosamente removido do poder após sua captura e retirada do país numa ação militar dos Estados Unidos, permanecendo presidente de jure. Eleito vice-presidente na chapa de Hugo Chávez em 2012, assumiu interinamente a presidência da República logo após a vitória eleitoral, em razão de grave enfermidade do presidente eleito. Chávez morreu em 5 de março de 2013, e novas eleições foram convocadas. Em 14 de abril de 2013, Maduro foi eleito como o 57.º presidente da Venezuela, para cumprir um mandato integral. Foi reeleito em 2018, num pleito controverso e não reconhecido pela oposição e pela comunidade internacional, com muitos países e órgãos supranacionais não admitindo mais sua legitimidade como presidente. Maduro havia servido anteriormente como Ministro dos Negócios Estrangeiros do governo Hugo Chávez, de 2006 a 2013. Como presidente, era considerado um autocrata, concentrando a autoridade estatal em suas mãos enquanto exilava, perseguia, torturava e matava opositores do seu regime.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 13/07/2026
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Primeiros anos e vida pessoal

Nicolás Maduro Moros nasceu em 23 de novembro de 1962 em Caracas,[a] em uma família proletária. Seu pai, Nicolás Maduro García, era um proeminente líder sindical e um "militante sonhador" do Movimiento Electoral del Pueblo (MEP); ele morreu em um acidente automobilístico em 22 de abril de 1989. Sua mãe, Teresa de Jesús Moros, nasceu em Cúcuta, uma cidade colombiana na fronteira com a Venezuela. Maduro foi criado na Calle 14, uma rua em Los Jardines, El Valle, um bairro operário na periferia oeste de Caracas. Único homem entre quatro filhos, teve três irmãs: María Teresa, Josefina e Anita. Maduro foi criado como católico. Em 2012, o New York Times noticiou que ele era seguidor do guru hindu indiano Sathya Sai Baba e que o visitou na Índia em 2005. Em uma entrevista de 2013, afirmou que seus avós eram judeus, de origem sefardita moura, e que se converteram ao catolicismo na Venezuela. Maduro foi casado duas vezes. Seu primeiro casamento foi com Adriana Guerra Angulo, com quem teve seu único filho, Nicolás Maduro Guerra, também conhecido como "Nicolasito", que foi nomeado para vários cargos governamentais importantes, incluindo Chefe do Corpo de Inspetores Especiais da Presidência e chefe da Escola Nacional de Cinema, além de ser deputado da Assembleia Nacional da Venezuela.

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Início de carreira

Educação e trabalho sindical

Maduro frequentou o Liceo José Ávalos, escola pública de ensino médio em El Valle, onde foi apresentado à política como membro do grêmio estudantil. No entanto, de acordo com os registros escolares, ele não se formou. Durante muitos anos, trabalhou como motorista de ônibus do Metrobus, pertencente ao Metrô de Caracas. Ele fundou um sindicato não oficial na empresa, que havia proibido sindicatos na época. Também foi empregado como guarda-costas de José Vicente Rangel durante a campanha presidencial de 1983. Aos 24 anos, morava em Havana depois de ter sido enviado pela Liga Socialista para frequentar um curso de um ano na Escuela Nacional de Cuadros Julio Antonio Mella, um centro de formação política dirigido pela União de Jovens Comunistas. Segundo Carlos Peñaloza Zambrano, durante a estada de Maduro em Cuba ele foi instruído por Pedro Miret Prieto, um membro sênior do Politburo do Partido Comunista de Cuba que era próximo de Fidel Castro.

MBR–200

Segundo Zambrano, Maduro foi supostamente incumbido pelo governo Castro de servir como um "espião" trabalhando para a Diretoria de Inteligência Cubana para se aproximar de Hugo Chávez, que estava vivenciando uma carreira militar em ascensão. No início da década de 1990, juntou-se ao MBR-200 e fez campanha pela libertação de Chávez quando este foi preso por seu papel nas tentativas de golpe de Estado venezuelano de 1992. No final da década, Maduro foi fundamental na fundação do Movimento V República, que apoiou Chávez em sua candidatura à presidência em 1998. Maduro foi eleito deputado para a Assembleia Constituinte de 1999, que fez a redação de uma nova Constituição neste mesmo ano.

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Ministro das Relações Exteriores (2006–2012)

Maduro foi nomeado Ministro das Relações Exteriores em 2006 e ocupou o cargo durante o governo Chávez até ser nomeado Vice-Presidente da Venezuela em outubro de 2012, após a eleição presidencial. Segundo a BBC Mundo, durante o mandato de Maduro como ministro das Relações Exteriores, "ele era considerado uma figura-chave na expansão da política externa de seu país para além das fronteiras da América Latina, buscando aproximação com praticamente qualquer governo que rivalizasse com os Estados Unidos". As posições de política externa da Venezuela durante seu mandato como ministro das relações exteriores incluíram o fim das relações não oficiais com Taiwan em favor da República Popular da China, o apoio à Líbia sob Muammar Gaddafi, o rompimento de laços diplomáticos com Israel durante a Guerra de Gaza de 2008–09, o reconhecimento e o estabelecimento de relações diplomáticas com o Estado da Palestina, uma reviravolta nas relações com a Colômbia em 2008 (com o Equador) e novamente em 2010, o reconhecimento da Abecásia e da Ossétia do Sul como estados independentes e o apoio a Bashar al-Assad durante a Guerra Civil Síria.

Detenção em Nova Iorque em 2006

Em setembro de 2006, na cidade de Nova Iorque, ao tentar retornar à Venezuela via Miami, Maduro foi detido brevemente por agentes do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos no Aeroporto Internacional John F. Kennedy por cerca de 90 minutos, após pagar três passagens aéreas em dinheiro. Tanto Maduro quanto Chávez estavam na cidade participando da 61.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, na qual Chávez chamou George W. Bush, então presidente dos Estados Unidos, de "diabo" durante seu discurso. O incidente começou quando Maduro tentou pegar um item que havia sido inspecionado em um posto de segurança no aeroporto, e os seguranças o informaram que ele estava proibido de fazê-lo. Ele então se identificou como diplomata do governo venezuelano, mas mesmo assim foi escoltado por agentes até uma sala para uma inspeção secundária. Em determinado momento, as autoridades ordenaram que Maduro e outros funcionários venezuelanos abrissem os braços e as pernas para serem revistados, porém eles se recusaram veementemente. Seu passaporte diplomático e passagem foram retidos por um tempo, mas acabaram sendo devolvidos.

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Vice-presidente (2012–2013)

Antes de ser nomeado vice-presidente, Maduro havia sido escolhido por Chávez em 2011 para sucedê-lo na presidência caso viesse a falecer de câncer. Essa escolha se deu devido à sua lealdade e à sua boa relação com outros chavistas, como Elías Jaua, Jesse Chacón e Jorge Rodríguez Gómez. Autoridades bolivarianas previram que, após a morte de Chávez, Maduro enfrentaria dificuldades políticas e que a Venezuela vivenciaria instabilidade. Em 13 de outubro de 2012, Chávez nomeou Maduro como vice-presidente da Venezuela, pouco depois de sua vitória nas eleições presidenciais daquele mês. Em 8 de dezembro de 2012, anunciou que seu câncer havia retornado e que voltaria a Cuba para uma cirurgia de emergência e tratamento médico adicional. Afirmou que, caso seu estado de saúde piorasse e novas eleições presidenciais fossem convocadas para substituí-lo, os venezuelanos deveriam votar em Maduro para sucedê-lo. Essa foi a primeira vez que Chávez nomeou um possível sucessor para seu movimento, bem como a primeira vez que reconheceu publicamente a possibilidade de sua morte.

Presidente interino

Minha firme opinião, tão clara quanto a lua cheia – irrevogável, absoluta, total – é... que vocês elejam Nicolás Maduro como Presidente. Peço isso de coração. Ele é um dos jovens líderes com maior capacidade para dar continuidade ao cargo, caso eu não possa. —Hugo Chávez durante pronunciamento em cadeia nacional (8 de dezembro de 2012) Após a morte de Hugo Chávez em 5 de março de 2013, Maduro assumiu os poderes e responsabilidades da presidência. Ele nomeou Jorge Arreaza para ocupar o seu lugar como vice-presidente. Como Chávez faleceu durante os primeiros quatro anos de seu mandato, a Constituição da Venezuela estipulava que uma eleição presidencial deveria ser realizada em até 30 dias após sua morte. Maduro foi escolhido por unanimidade como candidato do PSUV nas eleições. Ao assumir o poder interinamente, líderes da oposição alegaram que Maduro violou os artigos 229, 231 e 233 da Constituição venezuelana, ao usurpar o poder do presidente da Assembleia Nacional.

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Eleição e posse

Em 14 de abril de 2013, Maduro foi eleito com 50,61% dos votos contra 49,12% de seu opositor, Henrique Capriles Radonski — governador do estado de Miranda e também o candidato da oposição na eleição anterior contra Hugo Chávez, em outubro de 2012 — uma diferença de cerca de 220 mil votos numa eleição com cerca de 19 milhões de eleitores registrados. A participação eleitoral foi de 79,68%. O processo eleitoral na Venezuela foi acompanhado por cerca de 170 organizações internacionais, dentre as quais o Carter Center. Mas o candidato derrotado, Henrique Capriles, contestou o resultado do pleito, lançando suspeitas de fraude e exigindo recontagem total dos votos, enquanto seus eleitores iam às ruas, chorando e batendo panelas em sinal de protesto. No dia 19 de abril de 2013, Maduro foi empossado na Assembleia Nacional Venezuelana tendo a presença de vários líderes estrangeiros, entre eles a então presidente do Brasil, Dilma Rousseff. No discurso de posse, o presidente declarou estar disposto a conversar com diferentes setores da política venezuelana pela unidade nacional.

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Presidente da Venezuela

No final de março de 2013, Maduro propôs uma lei sobre o desarmamento que entrou em discussão na Assembleia Nacional visando regular e limitar a posse, compra e venda de armas e munições pelos indivíduos. Em junho, durante discurso num encontro com movimentos sociais, declarou que "o comandante Chávez foi um grande gramsciano". No mesmo ano, decretou o dia 8 de dezembro como o dia da Lealdade e do Amor ao Comandante Supremo Hugo Cháves. Um ano após o início de sua administração, uma pesquisa mostrou que 61% dos venezuelanos aprovavam sua gestão, e 70% aprovavam as medidas econômicas. Em fevereiro de 2014, inaugurou o Conjunto Habitacional Cidade Zamora, no estado de Miranda, atingindo 600 mil casas construídas durante seu governo. A grave crise econômica e política que atravessa a Venezuela nos últimos anos derrubou a aprovação do governo Maduro, aferida pelo instituto Datanálisis em agosto de 2015, para um patamar de 71,1% de reprovação. O instituto perguntou sobre como avaliam o trabalho de Maduro pelo bem-estar do país. 39,4% dos consultados o consideraram "muito ruim", 21,6% indicaram que é "ruim" e 9,4% responderam "regular a ruim".

Protestos na Venezuela

Em 2014, a Venezuela estava mergulhada na pior crise de sua história. Embora rica em petróleo, sua população sofria com a falta de comida. Os supermercados, já desabastecidos, eram alvos de saques. O governo declarou estado de emergência, e os alimentos, racionados, passaram a ser transportados com o acompanhamento de escolta armada. Além da fome, a crise econômica e política também já se refletia na hiperinflação, no desemprego e no aumento da pobreza, o que viria a provocar a fuga de milhões de refugiados para países vizinhos, como o Brasil. Politicamente, o quadro também se deteriorava. O governo de Nicolás Maduro passou a ser alvo de críticas e protestos não só por parte da oposição venezuelana e de adversários políticos no exterior mas também por alguns integrantes do partido governista, o PSUV. Em fevereiro de 2014, no estado de Táchira, estudantes que protestavam contra a falta de segurança, a inflação e a carestia foram presos por perturbação da ordem pública. Em Mérida, as manifestações cresceram, e a reprovação do governo aumentou. Manifestantes favoráveis ao governo também foram as ruas, e houve enfrentamentos violentos entre os dois lados.

Reeleição

Em 20 de maio de 2018, foi reeleito para um mandato de seis anos. A eleição, boicotada pela oposição, a qual adiantava que não iria reconhecer o resultado, teve número recorde de abstenções. Cerca de 54 por cento dos eleitores venezuelanos não foram às urnas. Grande parte da oposição boicotou o pleito, já que os principais opositores do governo haviam sido impedidos de participar. Com isso, o atual presidente foi reeleito apesar de seu governo registrar 75 por cento de rejeição da população local. Após a reeleição, diversos países anunciaram sanções econômicas contra a Venezuela. A Ordem Executiva 13 835, assinada por Trump em 21 de maio de 2018, proíbe que cidadãos e entidades com presença nos Estados Unidos comprem novos títulos da dívida e outros ativos venezuelanos.

Conflitos

Em 4 de janeiro de 2019, o grupo de Lima anunciou que não reconheceria o novo mandato de Nicolás Maduro e pediu que ele transferisse o poder à Assembleia Nacional. No dia seguinte, 5 de janeiro, a Assembleia declarou "ilegítimo" o novo mandato de Maduro como presidente. Nesse mesmo dia, Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional Constituinte (dominada por partidários de Maduro), anunciou que o juramento presidencial teria lugar no Supremo Tribunal de Justiça, alegando que o congresso do país não era legítima. Em 6 de janeiro, Christian Zerpa, juiz do Supremo Tribunal de Justiça que havia validado, em 2016, o confisco do poder legislativo à Assembleia Nacional, decidiu se exilar nos Estados Unidos para não validar a posse de Maduro.

Controvérsias

Nicolás Maduro tem sido frequentemente descrito como um ditador por órgãos da imprensa brasileira e por líderes mundiais como o então presidente americano Donald Trump e o presidente francês Emmanuel Macron. A Assembleia Nacional Constituinte de 2017, não reconhecida por vários países latino-americanos entre os quais o Brasil, o Peru, o México e a Argentina, países da União Europeia e o Vaticano; e denúncias de crimes contra a humanidade, inclusive prisões arbitrárias, coação de opositores, torturas e assassinatos, fizeram com que Luis Almagro, secretário-geral da OEA, aventasse a possibilidade de levar Nicolás Maduro à Corte Penal Internacional em Haia, ao que Maduro qualificou como uma agressão, chamando Luis Almagro de "lixo humano". O escritor peruano Mario Vargas Llosa, prêmio Nobel de literatura, descreveu a Venezuela de Maduro como um país em que "uma imensa maioria está contra o sistema, quer voltar à democracia, à liberdade, à legalidade e a uma política diferente, mas não encontra saída por causa do controle do governo e dos militares". Apesar disso, a executiva nacional de partidos políticos de esquerda do Brasil como o PT, o PCdoB e o PSOL divulgaram notas de apoio a Nicolás Maduro por ocasião da Constituinte. A presidente do PT Gleisi Hoffmann expressou "apoio e solidariedade" a Nicolás Maduro durante um encontro do Foro de São Paulo em julho de 2017. O deputado federal brasileiro Jean Wyllys, a despeito do apoio de seu partido PSOL ao regime de Maduro, posicionou-se contrário a Nicolás Maduro, descrevendo a Constituinte como uma "loucura de um regime que está podre há tempos".

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Captura

Antes do amanhecer de 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos lançaram uma operação militar sem precedentes na Venezuela, com o presidente Donald Trump anunciando que Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores haviam sido capturados pela Delta Force do Exército dos Estados Unidos e levados para fora do país para enfrentar acusações criminais em solo estadunidense. Autoridades estadunidense indicaram que não haveria novas ações militares, enquanto a vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez afirmou não saber o paradeiro de Maduro e exigiu prova de vida, ao mesmo tempo em que o chanceler Yván Gil insistiu que Maduro continuava sendo o de jure presidente do país. Reações regionais e internacionais incluíram Trinidad e Tobago negando envolvimento, a Colômbia mobilizando forças na fronteira diante da possibilidade de um fluxo massivo de refugiados e Espanha e União Europeia pedindo desescalada e respeito ao direito internacional. A BBC comparou a operação apenas à captura de Manuel Noriega em 1989, e, segundo a Constituição venezuelana, Rodríguez deveria convocar eleições em até 30 dias, embora ela estivesse supostamente na Rússia no momento da captura.

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Imagem política

Em outubro de 2013, o nível de aprovação de Maduro estava entre 45 e 50%, onde Reuters afirmava que isso possivelmente se devia à aprovação herdada por Hugo Chávez. Um ano mais tarde, em outubro de 2014, o nível de aprovação de Maduro era de 24,5% de acordo com Datanálisis. Em novembro de 2014, pesquisas realizadas por Datanálisis indicavam que mais de 66% dos venezuelanos acreditavam que Maduro não terminaria seus seis anos de mandato, representando 25% dos partidários do governo que pensavam que Maduro deveria renunciar. No entanto, Simón Cordova, Deputado ao Parlatino pelo Movimento Bastión Revolucionario 200 4-Fases e diretor da empresa de pesquisa International Consulting Services (ICS), afirma que em outubro do mesmo ano, 53,2% dos venezuelanos avaliaram positivamente a gestão do presidente Maduro. Em 2015, a queda em sua popularidade devido à crise econômica era evidente, uma pesquisa da Datanálisis publicada em agosto de 2015 mostrou que 70,4% dos cidadãos avaliavam negativamente a gestão do presidente, também indicando que 57,7% dos possíveis eleitores apoiariam a oposição nas eleições parlamentares de 6 de dezembro. Eleições que Maduro acabou perdendo. Uma pesquisa de julho de 2016 mostrava que 80% dos venezuelanos desejavam que Nicolás Maduro deixasse o poder.

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Notas e referências

Referências

Mendoza · Bolívar · Páez · Vargas · Carreño · Narvarte · Carreño · Soublette · Páez · Soublette · J.T. Monagas · J.G. Monagas · J.T. Monagas · Gual · J. Castro · Gual · Tovar · Gual · Páez · Falcón · Bruzual · Villegas · J.R. Monagas · Villegas · Guzmán · Linares · Valera · Guzmán · Crespo · Guzmán · H. López · Rojas · Andueza · Villegas · Crespo · Andrade · C. Castro · Gómez · Gil Fortoul · Márquez · Gómez · J. Pérez · Gómez · E. López · Medina · Betancourt · Gallegos · Delgado Chalbaud · Suárez Flamerich · Pérez Jiménez · Larrazábal · Sanabria · Betancourt · Leoni · Caldera · C. Pérez · Herrera · Lusinchi · C. Pérez · Lepage · Velásquez · Caldera · Chávez · Carmona · Chávez · Maduro · Rodríguez

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Fontes consultadas

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