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-ismo

-ismo é um sufixo em várias palavras na língua portuguesa, originalmente do sufixo em grego antigo -ισμός (-ismós), que chegou ao português através do latim -ismus. Significa "tomar o partido de" ou "imitar a" e é geralmente usado para descrever filosofias, teorias, religiões, movimentos sociais, movimentos artísticos e comportamentos, formando nomes que designam conceitos de ordem geral. O sufixo "-ismo" é neutro e, assim sendo, não carrega em si uma conotação, podendo ser associado às mais diversas ideologias. Enquanto conceito, "-ismo" se refere ao conjunto das ideologias presentes na sociedade.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
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História

O primeiro uso do sufixo "-ismo" como uma palavra separada data de 1680. No século XIX, foi usado por Thomas Carlyle para significar uma ideologia pré-preparada. Foi mais tarde usado nesse sentido pelos escritores Julian Huxley e George Bernard Shaw. Nos Estados Unidos do século XIX, a expressão "os ismos" era utilizada de maneira pejorativa para se referir aos movimentos de reforma social da época (como abolicionismo, feminismo, proibicionismo, Fourierismo, pacifismo, socialismo, etc.) e vários movimentos religiosos contracorrentes (como transcendentalismo, espiritualismo, mormonismo, etc.). Os sulistas se viam como livres dos "ismos" perniciosos – à exceção do proibicionismo, que era compatível à moral protestante. Em 5 de setembro de 1856, por exemplo, o jornal Examiner de Richmond, Virgínia publicou um editorial intitulado "Nossos inimigos: os ismos e seus propósitos". Em 1858, William Gannaway Brownlow escreveu a favor de uma "Sociedade missionária do sul, pela conversão dos gritadores da liberdade, espiritualistas, amantes livres, Fourieristas e reformadores infiéis do Norte".[carece de fontes?]

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