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Grão-Ducado da Toscana

O Grão-Ducado da Toscana foi um Estado que existiu na península Itálica, desde o Renascimento (1569) até a unificação italiana (1861), com capital em Florença. Seu território, embora tenha variado ao longo dos séculos, correspondia aproximadamente ao da atual região italiana da Toscana, com exceção das partes mais ao norte, as quais formavam o Ducado de Massa e Carrara, e a República de Luca e depois o Ducado de Luca.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 31/07/2026
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História

O Grão-Ducado da Toscana foi inicialmente governado pela família Médici até sua extinção em 1737, quando foi herdado pelo duque Francisco Estevão de Lorena, genro do imperador Carlos VI. Francisco Estevão, que tornou-se imperador em 1745, governou a Toscana como Grão-duque até sua morte em 1765, quando foi sucedido pelo seu segundo filho sobrevivente, Pedro Leopoldo, que governou até 1790, quando retornou a Viena para suceder seu irmão como imperador. Em 1786, o grão-ducado tornou-se o primeiro Estado soberano a extinguir a pena de morte, influenciado pela obra Dos Delitos e das Penas de Cesare Beccaria (1764). Leopoldo foi sucedido pelo seu segundo filho, Fernando III, que foi forçado a abdicar pelos franceses depois do Tratado de Aranjuez (1801), tornando-se em vez disso Eleitor de Salzburgo. O Grão-Ducado da Toscana foi então dissolvido, e substituído pelo Reino da Etrúria sob a dinastia dos Bourbon-Parma. A Etrúria foi, por sua vez, anexada pelo Império Francês em 1807, tornando-se os departamentos de Arno, Mediterrâneo, e Ombrone.

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Grão-Príncipes da Toscana

Grão-Príncipe da Toscana era o título usado pelo herdeiro do trono do Grão-ducado da Toscana.

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Fontes consultadas

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