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Ciro dos Anjos

Cyro Versiani dos Anjos foi um jornalista, professor, advogado, cronista, romancista, ensaísta e memorialista brasileiro.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 05/08/2026
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Biografia

Foi o 13º dos quatorze filhos de um fazendeiro-professor e de uma mulher igualmente ilustrada, que lhe possibilitaram uma educação qualificada. Fez os cursos primário e secundário em sua cidade natal. Em 1923 foi para Belo Horizonte, onde cursou Direito na Universidade Federal de Minas Gerais e se formou em 1932. Durante os anos de faculdade, trabalhou como funcionário público e jornalista. Trabalhou no Diário da Tarde, no Diário do Comércio, no Diário da Manhã, no Diário de Minas, em A Tribuna e no Estado de Minas. Depois de formado, exerceu a advocacia em sua cidade natal, depois voltou para Belo Horizonte, à imprensa e ao serviço público, onde ocupou cargos importantes na administração estadual. Foi oficial de gabinete do secretário das Finanças, oficial de gabinete do governador, diretor da Imprensa Oficial, membro do Conselho Administrativo do Estado e presidente do mesmo Conselho. De 1940 a 1946 foi professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Filosofia de Minas Gerais. Em 1933, como redator de A Tribuna, publicou uma série de crônicas, que seriam o embrião do seu mais famoso romance, O amanuense Belmiro, lançado em 1937. A obra, escrita na linha machadiana, relata a vida de um funcionário público da capital mineira.

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Homenagens

Em 1965, ano da criação da Faculdade de Direito da Fundação Universitária Norte Mineira (atual Universidade Estadual de Montes Claros - Unimontes), seus primeiros alunos decidiram homenagear Ciro dos Anjos batizando sua associação estudantil de Diretório Acadêmico Ciro dos Anjos, hoje Centro Acadêmico Cyro dos Anjos. Em 1997 o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais ofereceu o 1.° Concurso de Monografia “Prêmio Ministro Cyro dos Anjos” com o objetivo de incentivar a cultura e o estudo de temas afetos ao controle e à fiscalização das contas públicas..

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Academia Brasileira de Letras

Imagem: Polonês Einzufall · BY-NC-SA · Openverse

Em 1 de abril de 1969 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, cadeira 24, na sucessão de Manuel Bandeira, tendo sido recebido pelo acadêmico Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, em 21 de outubro do mesmo ano.

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Fontes consultadas

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