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Adelino Fontoura

Adelino Fontoura Chaves foi um jornalista, ator e poeta brasileiro do romantismo, patrono da cadeira 1 da Academia Brasileira de Letras.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 26/06/2026
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Biografia

Nasceu Fontoura num pequeno povoado maranhense, filho de Antônio Fontoura Chaves e de Francisca Dias Fontoura. Ainda muito pequeno começa a trabalhar e trava contato com Artur de Azevedo – amizade que perduraria. Mudando-se para o Recife, onde alista-se no Exército, colaborando numa publicação chamada “Os Xênios”, de teor satírico. Inicia, também a carreira de ator, voltando ao Maranhão natal para uma apresentação – cujo papel rendeu-lhe a prisão. Após este fato, decide mudar-se para o Rio de Janeiro, para onde se mudara o amigo Artur de Azevedo, anos antes. Pretendia seguir carreira teatral e no jornalismo, falhando na primeira. Colaborou nos periódicos “Folha Nova” e “O Combate”, de Lopes Trovão e em “A Gazetinha”, onde Azevedo escrevia (1880). Participara junto a outros jovens talentos do jornal “A Gazeta da Tarde” – que seria aziago, no dizer de Múcio Leão, pois, em menos de três anos de sua fundação, os seus criadores haviam todos morrido.

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Poesia

Ao tomar posse na Academia em 29 de agosto de 2003, Ana Maria Machado retratou o desconhecimento que cerca a obra deste poeta, mesmo entre os eruditos: Sua obra, esparsa, constitui-se em cerca de 40 poesias, reunidas pela primeira vez na Revista da Academia (números 93 e 117). Foi depois reunida em 1943 e em 1955, por Múcio Leão. Fontoura não figura na quase totalidade das antologias e históricos da Poesia brasileira - nem a obra "Apresentação da Poesia Brasileira", de outro Acadêmico, Manuel Bandeira, faz-lhe referência. Seu soneto mais conhecido é "Celeste":

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Academia Brasileira de Letras

Sobre a escolha de Fontoura para o patronato no silogeu por Murat, registrou Afrânio Peixoto:

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Fontes consultadas

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