Coeficientes de Einstein
Os Coeficientes de Einstein, sejam eles Coeficiente A de Einstein ou Coeficiente B de Einstein, são usados para solucionar, calcular ou descrever os processos de emissão de fótons por átomos. Foram introduzidos pelo físico alemão Albert Einstein em 1916.
Um átomo imaginado que se encontra num estado excitado (índice 2) tem a probabilidade de decair para um nível de energia inferior que chamaremos de E1, emitindo um fóton de energia h ν 21 = E 2 − E 1 {\displaystyle h\nu _{21}=E_{2}-E_{1}} , onde h é a Constante de Planck e v a frequência. O coeficiente de Einstein de emissão espontânea, A 21 {\displaystyle A_{21}} , representa a probabilidade por unidade de tempo de que a transição ocorra espontaneamente. Este coeficiente é uma propriedade unicamente dos dois estados envolvidos . Pode-se estimular a transição se passando um fóton com energia idêntica E 2 − E 1 {\displaystyle E2-E1} próximo ao átomo excitado, tal transição é chamada de emissão estimulada. A probabilidade de emissão estimulada será B 21 u ( ν 21 ) {\displaystyle B_{21}u(\nu _{21})} , onde u ( ν 21 ) {\displaystyle u(\nu _{21})} é a densidade do Espectro de energia (volume/freqüência) da radiação eletromagnética na freqüência ν 21 {\displaystyle \nu _{21}} , e B 21 {\displaystyle B_{21}} , é o coeficiente de Einstein de emissão estimulada. Notas-se neste processo que o fóton emitido pela estimulação é análogo ao fóton excitante, inclusive no que se refere à direção e ao sentido de propagação.


