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Clube Náutico Capibaribe

O Clube Náutico Capibaribe é um clube desportivo brasileiro sediado na cidade do Recife, estado de Pernambuco. Entre os clubes brasileiros em atividade, o Náutico é o clube poliesportivo mais antigo da região Nordeste, a considerar sua fase embrionária, sendo ainda o clube esportivo mais antigo em atividade fora do eixo Rio-São Paulo.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 08/07/2026
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História

Apesar de a data oficial de fundação ser 7 de abril de 1901, já se falava no Clube Náutico Capibaribe desde o século anterior, quando dois grupos rivais de remadores recifenses se uniram. No início de tudo, em 1897, um grupo de rapazes amantes do remo, comandados pelo português João Victor da Cruz Alfarra, alugava barcos da antiga Lingueta, saindo em pequenas excursões até a antiga Casa de Banhos do Pina. Essas viagens alcançavam até o bairro de Apipucos. Quando, depois de terminada a Revolta dos Canudos, os recifenses preparavam-se para receber as tropas pernambucanas, comandadas pelo general Artur Costa, uma vasta programação foi realizada para a recepção aos soldados. João Alfarra e alguns companheiros de proeza pelo Rio Capibaribe foram encarregados de preparar a parte náutica da recepção, e ficou marcada uma grande regata para o dia 21 de novembro de 1897. Essa competição despertou o interesse dos recifenses, que sentiram a necessidade de fazer outras promoções do gênero. Na época, o remo já era um esporte nacional e começou a ganhar novos adeptos e, no ano seguinte, empregados dos armazéns das ruas Duque de Caxias e Rangel formaram uma agremiação, à qual deram o nome de Clube dos Pimpões. Os componentes do outro grupo, o que tinha brilhado na regata da recepção às tropas de Canudos, animaram-se e houve uma série de combates entre as duas turmas, em 1898, na Casa de Banhos.

O começo do futebol no Clube Náutico Capibaribe

Fundado em 1901, a modalidade "futebol" só apareceu no clube anos depois, mais precisamente em 1905, mas só no ano seguinte um grupo de ingleses formou o primeiro time, porém, as atividades de fato limitavam-se aos domingos, no campo de Santana ou na campina do Derby. No Jornal Pequeno de 12 de maio de 1909 encontra-se a primeira referência ao futebol do Náutico, mais precisamente a criação do departamento de futebol do clube, já para a primeira partida: "Consta-nos que os rapazes do Náutico tratam de formar um eleven para bater-se com os do Sport Club". Ainda no ano de 1909 aconteceria a primeira partida de futebol do Náutico, e logo contra a equipe que viria ser seu maior rival, o Sport Recife. A equipe adversária também vinha do remo, mas há alguns anos já tinha a prática do futebol como relevante, sendo, portanto, uma equipe mais experiente no esporte. Do lado alvirrubro, era a primeira partida contra uma outra equipe de fato. As duas equipes marcaram o jogo para 25 de julho de 1909, o Jornal Pequeno noticiou a o encontro entre as duas agremiações no dia 24 de julho, um dia antes:

Anos 30: primeiras conquistas e a era dos Carvalheiras

No início da década, o clube já demonstrava estar engajado em procurar seu lugar de destaque no cenário estadual, esteve entre os primeiros colocados desde o início, alcançando ainda um vice-campeonato. Em 1934, na vigésima edição do Campeonato Pernambucano, o Náutico sagrou-se campeão pela primeira vez no futebol. O time alvirrubro, comandado pelo uruguaio Humberto Cabelli fez grande campanha tendo aplicado um sonoro 8–1 no Sport na última rodada levando a competição para a decisão em partida única. Na final, o Timbu enfrentou o Santa Cruz e venceu o tricolor pelo placar de 2–1. Os gols alvirrubros foram marcados por, Estevão e Fernando Carvalheira, este último ainda se sagrou artilheiro da competição naquele ano com 28 gols marcados.

Anos 40: início de uma época de ouro

O início dos anos 1940 não foram fáceis para o Náutico após a saída de seu artilheiro Fernando Carvalheira. No entanto, em 1943, o artilheiro Tará trocou o Santa Cruz pelo Náutico, e teve como apoio no ataque Timbu os jovens Orlando e Isaac, seus irmãos, com a finalidade de repetir o mesmo sucesso dos irmãos Carvalheira. Orlando viria mais tarde ser conhecido como Pingo de Ouro, jogador histórico de Fluminense e Atlético Mineiro. O Timbu começou bem o Pernambucano, tendo vencido o primeiro turno da disputa, mas após desentendimentos com a Federação, abandonou o campeonato. O clube voltaria a participar do estadual na temporada seguinte, em 1944, nesse ano o alvirrubro chegou à final da competição após vencer o 2º e 3º turno, mas perdeu na decisão para o América.

Anos 50: hegemonia estadual e excursão à Europa

Os anos 50 marcariam a chegada do Náutico como grande protagonista do futebol pernambucano ao se sagrar tricampeão e ainda na mesma década conquistar mais dois títulos do campeonato pernambucano, totalizando 5 títulos, tendo ainda se sagrado, campeão do Torneio dos Campeões do Norte-Nordeste em 1952 e feito a 1ª excursão de um clube do Nordeste à Europa em 1953. A equipe vencedora do tri campeonato (1950/1951/1952) ficou marcada também não só pelas ótimas apresentações e conquistas, mas também por um fato curioso, os reservas praticamente não entravam em campo e a eles só restava comer e dormir. O sucesso da equipe titular dentro de campo, os apelidos dados pelo torcida e as matérias feitas pela imprensa acerca dessa situação curiosa tomaram tamanha proporção que o maestro Nelson Ferreira deu o nome "Come e Dorme" para um frevo composto para o Náutico, que até hoje é uma espécie de hino informal do clube. Um dos grandes nomes daquele time, presente nos três anos do tri foi o de Ivanildo Espingardinha, agraciado pela Confederação Brasileira de Futebol como o Prêmio Belfort Duarte. Espingardinha era apaixonado pelo Náutico e nunca aceitou assinar contrato como profissional, tendo, após a sua aposentadoria, atuado como diretor do clube.

Década de ouro: ascensão nacional e domínio alvirrubro dos anos 60

O tempo e a história encarregar-se-iam de provar que aquela decisão de dedicar-se com mais interesse ao futebol havia sido uma decisão sábia: o Náutico, um clube laureado nas regatas desde os primeiros tempos, seria, com o passar dos anos, vitorioso também no futebol — pioneiro em Pernambuco em jogos pelo exterior, primeiro tetra, primeiro penta, primeiro e exclusivo hexacampeão pernambucano entre 1963 e 1968. Foi ainda vice-campeão da Taça Brasil (antigo formato do atual Campeonato Brasileiro) em 1967, conseguindo uma participação na Copa Libertadores da América. Na história da Taça Brasil, o Náutico chegou entre os quatro primeiros colocados por cinco vezes, ficando apenas atrás do Santos neste quesito. Nas seis edições em que participou deste torneio, o Náutico disputou 38 jogos, com 19 vitórias, 6 empates, 13 derrotas, 62 gols a favor e 46 contra. O vice-campeonato de 1967 foi a melhor colocação, com o Timbu ficando 2 vezes em terceiro e outras 2 em quarto, além do sétimo lugar em 1964, na colocação menos brilhante do Náutico na Taça do Brasil. Considerando a terceira colocação na Copa do Brasil de 1990, por seis vezes o Náutico ficou entre os quatro mais bem colocados de torneios disputados em formato de copas nacionais, melhor performance de um clube do Nordeste, considerando este parâmetro.

Décadas de 70, 80 e 90: oscilações

Na década de 1970, o Náutico só ganharia o Campeonato Pernambucano de 1974, vencendo a final contra o Santa Cruz, tirando deste, que era pentacampeão naquele momento, a possibilidade de se igualar ao Náutico como hexacampeão — feito que o Náutico também fez ganhando o campeonato sobre o Santa Cruz em 2001, permanecendo como hexa único. O grande destaque do Náutico em 1974 foi o atacante Jorge Mendonça, que tornou-se ídolo da torcida alvirrubra e comandou o Timbu na conquista do Pernambucano daquele ano. Em 1974, o atacante Jorge Mendonça marcou incríveis oito gols na vitória do Náutico ante o Santo Amaro em partida pelo campeonato pernambucano daquele ano, vencido pelo alvirrubro. Jorge foi também o artilheiro daquela edição do estadual com 24 gols.

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Diretoria

O atual presidente do clube é o empresário Edno Melo e seu vice é Diógenes Braga, que também acumula a função de diretor de futebol, a atual chapa que também comandou o Náutico no vitorioso biênio de 2018 - 2019 foi reeleita para o biênio 2020 - 2021 sendo aclamada por não ter o famoso "bate chapa", não houve concorrente. Além dos títulos, a atual diretoria tem levado destaque não só pelos títulos conquistados mas também pela gestão do clube como empresa, reorganizando o clube em todas as áreas, resgatando a imagem perante o mercado interno e externo como marca e principalmente pela diminuição e negociação dos passivos do clube dando resultado positivo ainda nos primeiros anos de gestão. O clube já foi presidido por figuras como Barbosa Lima Sobrinho, ex-governador de Pernambuco e um dos autores do pedido de impeachment de Collor, Wilson Campos, ex-senador por Pernambuco, e André Campos, ex-deputado estadual e filho de Wilson.

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Sócios

O Clube Náutico Capibaribe implantou em 2018 a campanha "Nação Timbu" para angariar um número maior de sócios, e no ápice da campanha o clube chegou a ter pouco mais de 16 mil sócios. O programa possui 7 modalidades que variam de valor de acordo com as vantagens e benefícios: participação em eventos no clube e do clube, uso das dependências para demais práticas esportivas e escolinhas, descontos em produtos oficiais do clube, participação em sorteios, isenção ou desconto no ingresso nos jogos do clube em casa e ou fora (dependendo da categoria escolhida). O Náutico também foi pioneiro e implantou uma categoria voltada para seus torcedores de renda mais baixa, estudantes ou que possuem algum tipo de auxilio governamental, estes teriam isenção para ir aos jogos do Timbu. Em 2021, a gestão lançou uma nova campanha de sócios chamada "Sócio Mais Fiel do Nordeste". A nova campanha mudou os nomes das categorias anteriores, atualizou os valores de outras, ampliou a categoria voltada para pessoas de baixa renda (estudantes e pessoas que possuem algum tipo de auxilio governamental), e, mais uma vez, inovou: a campanha trouxe uma categoria 100% gratuita — Todo Mundo é Náutico — visando facilitar a possibilidade de qualquer pessoa ser sócia do Náutico. Outro foco da campanha é a priorização de cada uma das categorias nas vendas dos ingressos, e todas voltadas para a nova setorização do Estádio dos Aflitos.

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Estádios

Estádio dos Aflitos

O Estádio Eládio de Barros Carvalho, popularmente conhecido como Estádio dos Aflitos, por estar localizado no bairro dos Aflitos, é o estádio usado pelo Clube Náutico Capibaribe. Inaugurado em 25 de junho de 1939, o nome é uma homenagem a Eládio de Barros Carvalho, presidente do clube durante 14 mandatos. O Náutico deixou de utilizar o estádio entre junho de 2013 e dezembro de 2018 quando passou a mandar seus jogos na Arena Pernambuco. No entanto, a parceria com a Arena não deu certo. O Conglomerado Odebrecht (atual Novonor), que administrava a arena, não cumpriu o contrato acordado com o Náutico, principalmente no que diz respeito aos repasses financeiros, causando um efeito dominó que levou a equipe a ter maus resultados dentro de campo. No período em questão ainda houve a perda de identidade com a ida a "nova casa", distante mais de 15 km dos Aflitos e com difícil acesso por meio do transporte público. A soma de todos esses fatores culminaram com uma ação na justiça impetrada pelo Náutico para que houvesse o rompimento unilateral do contrato e a cobrança de milhões em repasses não feitos, decretando o fim da parceria.

Arena Pernambuco

No dia 10 de outubro de 2011, o Conselho Deliberativo do clube aprovou o projeto que obrigava o alvirrubro a jogar na Arena Pernambuco, que foi construída em São Lourenço da Mata para a Copa do Mundo de 2014. Com padrão internacional, a Arena tem capacidade para 45.500 pessoas, distribuídas em 102 camarotes (1.600 assentos), 1.800 assentos business e 2.700 assentos premium. O espaço tem perfil multiúso. No ano de 2019, contudo, o Náutico voltou a mandar seus jogos no Estádio dos Aflitos.

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Títulos

Futebol masculino

- Por não serem títulos oficiais, o Torneio Início mesmo tendo sido realizado pela Liga Pernambucana de Desportos Terrestres (LPDT), a precursora da FPF, as partidas não eram nos padrões oficiais de uma partida estabelecidas pela International Football Association Board (IFAB) no documento Laws of the Game (LOTG) e os chamados "zonais", fases regionais e inter-regionais da Taça Brasil (Brasileirão), não foram listados.

Categorias de base

Campeonato Pernambucano Sub-20: 26 vezes (1923, 1926, 1928, 1930, 1944, 1945, 1948, 1952, 1958, 1965, 1967, 1969, 1970, 1975, 1980, 1981, 1987, 1989, 2005, 2007, 2009, 2012, 2013, 2020, 2021 e 2025) Campeonato Pernambucano Sub-17: 10 vezes (1980, 1984, 1989, 1996, 2005, 2008, 2010, 2011, 2015, 2018) Campeonato Pernambucano Sub-15: 4 vezes (2002, 2005, 2010, 2012) Campeonato Pernambucano de Aspirantes: 18 vezes (1917, 1930, 1931, 1934, 1938, 1939, 1940, 1942, 1944, 1946, 1949, 1959, 1961, 1963, 1963, 1965, 1966, 1974, 1993)

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Símbolos

Escudo

O primeiro escudo data de 1901 e representava o esporte que originou o clube: o remo. Continha uma âncora, dois remos e o diagrama das iniciais do clube: CNC. Em 1931, o clube substituiu o antigo escudo no uniforme por apenas a bandeira, símbolo que ficaria famoso com o reconhecimento nacional do clube mais tarde. Foram adicionadas seis estrelas ao redor da bandeira, representando o hexacampeonato da década de 1960. Em 1995, foi retirado o mastro da bandeira no escudo, ficando apenas a flâmula estilizada, com o nome Náutico abaixo. O escudo ainda passou por mudanças, em uma delas incrementou a cor vermelha do escudo, colocando o ano de fundação, 1901, logo abaixo do nome Náutico pela data de fundação.

Mascote

O Náutico tem como mascote o Timbu (Didelphis albiventris), um marsupial comumente encontrado no Brasil inteiro. Vive em vários ecossistemas, como o cerrado, a caatinga, os banhados e o pantanal, habitando capoeiras, capões, matas e áreas de lavoura, além de se adaptar muito bem à zona urbana, onde encontra farta e variada alimentação em meio aos dejetos domésticos. Na parte oriental do Nordeste do Brasil (Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará), é conhecido por timbu ou cassaco. Nas regiões Norte e Sul brasileiras, é denominado popularmente mucura, e na Bahia é chamado sarigué, sariguê, saruê ou ainda sarigueia, enquanto que no Paraguai e Mato Grosso é conhecido como micurê. Nos Estados Unidos se denomina opossum.

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Ídolos

Seleção Alvirrubra de todos os tempos

Em 2024, a torcida elegeu, pelo site do clube, a Seleção Alvirrubra de todos os tempos:

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Treinadores

Alguns treinadores marcaram época pelo Náutico como foi o caso de Duque, técnico que esteve presente em 4 (1964, 1966, 1967 e 1968) dos seis títulos pernambucanos do hexa e esteve no comando do timbu ainda na brilhante campanha do vice-campeonato do Campeonato Brasileiro de 1967 (Taça Brasil). Na década de 80, Ênio Andrade teve uma grande passagem no timbu com direito a título de campeão pernambucano de 1984. No início dos anos 2000, o grande nome foi Muricy Ramalho. O treinador começou a ter destaque nacional como técnico após sua passagem pelo Náutico onde foi bicampeão pernambucano (2001/2002), destaque para o título de 2001, ano do centenário do clube e o fim de uma seca de títulos que já durava 11 anos e eliminando seu maior rival na casa dele, mantendo o bordão "Hexa é Luxo" para a torcida alvirrubra, tornou-se ídolo e até hoje é conselheiro do clube. Se destacou também o técnico e também torcedor alvirrubro Roberto Fernandes, campanhas de destaque na Série A de 2007 e 2008, bem como o encerramento de um jejum de 13 anos sem títulos do Náutico com a conquista campeonato pernambucano em 2018, e mais recente campeão pernambucano em 2022. Há também o técnico Waldemar Lemos, vice-campeão da Série B pelo Náutico 2011.

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Uniforme

O primeiro uniforme do Náutico era azul e branco por conta da representação náutica, base para a fundação do clube, mas logo o vermelho substituiu o azul e se juntou ao branco até pelo fato da cor já está presente em sua bandeira. Os uniformes do Náutico sempre mantiveram a tradição da equipe, mudando muito pouco ao longo dos anos, sendo preservado o seu desenho tradicional: o 1º uniforme é obrigatoriamente com listras verticais em branco e vermelho, calção branco e meias brancas, ambos com detalhes ou não nas cores vermelhas, o número na parte de trás da camisa costuma ter a cor azul. No 2º uniforme, a camisa tradicionalmente é toda branca com detalhes ou não em vermelho, o calção é todo vermelho e meias também, o número é vermelho, mas já houve épocas que foi azul. O clube no início dos anos 2000 passou adotar um 3º uniforme todo em vermelho, camisa, calção e meias, com o número em branco.

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Patrocinadores masters

Abaixo estão todos os patrocinadores principais, também chamados de master que apareceram na parte frontal da camisa ao longo dos anos. No período de janeiro de 2010 a março de 2013, correspondente a 39 meses, o Náutico passou 28 deles sem um patrocinador master. O último havia sido o Banco Bonsucesso, em meados de 2011. Em abril de 2013, foi anunciado o acordo de patrocínio com a Philco, até o final do ano. No dia 9 de setembro de 2016, Náutico fechou acordo com a Caixa, que passou a ser o novo patrocinador MASTER do Clube. Fazia 3 anos que o Clube Náutico Capibaribe não tinha um patrocinador master estampado em sua camisa. Depois do fim dos patrocínios da caixa com os clubes brasileiros, o Náutico fechou acordo com o Real Hospital Português que se estendeu até o final de 2019. Esse foi um patrocinador marcante, tanto por ser um hospital patrocinando um clube coo pelo título de campeão da Série C de 2019.

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