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Ciência aberta

A expressão ciência aberta faz referência a um movimento global que advoga um modelo de prática científica que, em consonância com o desenvolvimento da cultura digital, busca promover maior transparência e maior participação da sociedade em todas as etapas da pesquisa científica e visa a disponibilização das informações em rede. Tem como característica a participação de uma ampla base de colaboradores potenciais e insumos, como dados ou algoritmos de resolução de problemas. Atualmente, a expressão também se refere a geração de materiais de pesquisa que são compartilhados abertamente, sem a necessidade de patentes.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 16/07/2026
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Estrutura da ciência aberta

Uma das primeiras representações nesse sentido foi elaborada pelo grupo Facilitate Open Science Training for European Research (FOSTER), por meio de um projeto financiado pela Comissão Europeia, que desenvolve ferramentas para apoiar o treinamento de uma ampla gama de interessados ​​em ciência aberta e áreas relacionadas. Em 2014 o projeto FOSTER cofinanciou 28 atividades de formação em ciência aberta, que incluem mais de 110 eventos, enquanto em 2015 o projeto apoiou 24 eventos de formação comunitária em 18 países e como um dos resultados o grupo descreveu uma abordagem de estruturação do domínio da ciência aberta para fins educacionais que contava com 9 facetas e 32 rótulos. Outro exemplo é a estrutura proposta pelo australiano Baumgartner (2019), em seu blog Open Science Education,composta em nove facetas, com uma estrutura didáticapara ensinar Ciência Aberta, abrangendo desde a motivação para a ciência aberta até os desafios e barreiras para a sua implementação.

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