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Comunidade virtual

Uma comunidade virtual é uma comunidade que estabelece relações através de meios de comunicação à distância. Caracteriza-se pela aglutinação de um grupo de indivíduos com interesses comuns que trocam experiências e informações em ambiente virtual.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 18/07/2026
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Subtipos de comunidade virtual

Imagem: dariola · BY-SA · Openverse

Dos três tipos já listados derivam alguns subtipos conhecidos:

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Comunidades Online e o Crowdsourcing

Imagem: FICOD. Foro Internacional de Contenidos Digitales · BY-SA · Openverse

Há também tipos de comunidades online que fogem do usual, comunidades de Crowdsourcing, como o Linux, são exemplos fortes do poder das comunidades online e de como a interação de usuários por um bem comum pode ser bastante produtiva. Outro exemplo concreto de crowdsourcing como uma comunidade online é o Amazon's Mechanical Turk, "um pequeno tentáculo do octopus Amazon", como coloca Jonathan Zittrain, que visa o mesmo objetivo do Turco original. Essa plataforma de crowdsourcing é descrita como uma inteligência da inteligência artificial. Em outras palavras, ela visa utilizar a inteligência humana para realizar tarefas que um dia o computador poderá fazer. O Mechanical Turk atribui HITs, ou Tarefas de Inteligência Humana, do inglês Human Inteligence Tasks, mundo afora oferecidos por alguns centavos. A tarefa, muitas vezes é só catalogar imagens. Impressionantemente, existem milhares de pessoas que "turkam" e estes microtrabalhadores tendem a "turkar" por várias horas.

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Papéis de uma Comunidade Online

Imagem: proyectoputumayo_ctei · BY-SA · Openverse

Embora comunidades online se diferenciem no conteúdo da comunidade real, os papeis assumidos por seus usuários são bem similares. Elliot Volkman coloca várias categorias de usuários que tem seus papeis no ciclo da rede social, estes incluem:

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Problemas

Imagem: proyectoputumayo_ctei · BY-SA · Openverse

Comunidades Online são áreas relativamente novas e não exploradas. Elas promovem uma nova comunidade que ainda da internet não era presente. Embora elas possam trazer uma quantidade vasta de coisas boas, esses relacionamentos sem ligação com raça, religião, gênero ou geografia, podem também causar muitos problemas. A teoria da percepção de risco, a incerteza de participação em uma comunidade online, é bem comum, particularmente para as circunstâncias a seguir: Clay Shirky explica um desses problemas como dois bambolês. Com a imersão das comunidades online existe um bambolê "vida real" e outro "vida online". Esses dois bambolês eram utilizados completamente separadamente, mas agora são usados em conjuntos e se entrelaçam. O problema com esse entrelaçamento é que não existe mais nenhuma distinção entre interações cara-a-cara e interações online. Shirky ilustra isso com um encontro. Um grupo de pessoas vão se encontrar, mas elas também vão estar conectadas à internet, utilizando comunidades online como a Wikipédia.

Trolling e assédio

O problema mais comum numa comunidade online tende a ser assédio online, significando ameaças ou conteúdo ofensivo direcionado a amigos ou desconhecidos através da internet. Quando essas publicações são feitas "pela zueira" (isto é, pela diversão), então esse ato fica conhecido como trolling. Às vezes, trolling é feito para prejudicar outro em benefício do troll, pessoa que está fazendo a publicação. A motivação primária para estas publicações é a sensação de poder que a exposição alheia traz. Algumas dessas publicações acabam em processos jurídicos. Um caso conhecido é o de Natasha MacBryde que foi atormentadas por Sean Duffy, que depois foi processado. Em 2010, Alexis Pilkington, nova-iorquino de 17 anos cometeu suicídio. Trolls encheram sua página de tributo postando imagens insensíveis e horríveis de forcas e outros símbolos suicidas. Quatro anos depois de uma jovem de 18 anos da Califórnia morrer num acidente de carro, trolls pegaram imagens de seu corpo desfigurado, que encontraram na internet e usaram para torturar os pais da garota. A porcentagem reportada de assédio online vem aumentando e nos anos de 2000 até 2005, houve um aumento de 50% desse assédio entre os jovens.

Privacidade

Comunidades Online como redes sociais não tem distinções muito claras entre informação privada e pública. Para a maioria das redes sociais, usuários tem que prover informações pessoais para o seu perfil. Geralmente, os usuários podem controlar o tipo de informação que outros usuários podem acessar baseado em familiaridade de um usuário com outro. Essas limitações são conhecidas como "configurações de privacidade". Configurações de privacidade trazem questionamentos de como as configurações de privacidade e termos de serviço afetam a expectativa de privacidade na rede social. Afinal, o propósito da comunidade online é o compartilhamento de informações entre usuários num espaço comum. Além disso, é difícil abrir ações legais ou processos quando um usuário sente que sua privacidade está sendo violada porque eles, teoricamente, assumiram os compromissos quando entraram para a comunidade online, primeiramente. O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, notou que houve uma mudança no comportamento dos usuários ao longo do tempo, com a evolução da rede social. Aparentemente, a disposição da sociedade para compartilhamentos de publicações criou um ambiente onde a privacidade importa menos para os usuários do que quando a rede social começou. Embora o usuário mantenha suas informações pessoais privadas, a sua atividade, como fotos, publicações são abertos para qualquer um observar. Quando um usuário publica uma informação num site ou comenta ou responde uma informação postada por outros, as redes sociais criam um histórico da atividade do usuário.

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