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Cidade de Londres

A Cidade de Londres é uma cidade, condado cerimonial, centro financeiro e centro histórico na Grande Londres, Inglaterra. Com uma população por volta de 10 mil pessoas, a cidade localiza-se no centro da área metropolitana de Londres, à margem do rio Tâmisa. Possui uma área de apenas 2,6 km², ou aproximadamente uma milha quadrada, razão pela qual é referida como "The Square Mile".

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 03/07/2026
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História

A história da Cidade de Londres começa com a fundação romana de Londínio por volta de 43 d.C., no local da atual City. A construção de uma ponte sobre o rio Tâmisa transformou o assentamento em um importante centro viário e portuário da Bretanha Romana. Escavações arqueológicas não indicam uma presença pré-romana significativa, reforçando a interpretação de que Londres teve uma origem essencialmente romana. No auge, Londínio possuía entre 45.000 e 60.000 habitantes e destacava-se por sua diversidade étnica, reunindo populações de várias regiões do Império Romano. Entre os séculos II e III, os romanos construíram a Muralha de Londres, cujos limites se aproximam dos da City atual. Apesar disso, a partir do século III a cidade entrou em declínio, afetada por crises do Império Romano, ataques externos e, finalmente, pela retirada romana da Britânia em 410. Após o abandono de Londínio, o centro populacional deslocou-se para Lundenwic, mais a oeste. Durante o período anglo-saxão, Londres esteve sob o domínio de diferentes reinos e sofreu repetidas ameaças de invasões, incluindo as vikings. No ano de 604, segundo Beda, foi estabelecido o primeiro bispado cristão, com a construção de uma igreja dedicada a São Paulo, origem da futura Catedral de São Paulo.

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Governo e administração

A Cidade de Londres apresenta um sistema de governança singular no contexto britânico, resultado de uma continuidade institucional quase ininterrupta desde a Idade Média. Diferentemente das demais autoridades locais do Reino Unido, a City não foi submetida às reformas do Municipal Corporations Act 1835, preservando estruturas políticas próprias que refletem sua função histórica como centro comercial, financeiro e jurídico. A administração local é exercida pela City of London Corporation, uma das mais antigas instituições municipais em funcionamento contínuo no mundo. À frente da Corporation está o Lord Mayor of London (Lorde Prefeito de Londres), cargo de caráter sobretudo representativo e cerimonial, mas com forte projeção internacional na promoção do setor financeiro da Cidade. Esse posto não deve ser confundido com o Mayor of London (Prefeito de Londres), responsável pela administração da Grande Londres desde o ano 2000.

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Geografia

A Cidade de Londres é o menor condado cerimonial da Inglaterra em área e população, e o quarto mais densamente povoado. Dos 326 distritos ingleses, é o segundo menor em população, depois das Ilhas de Scilly, e o menor em área. É também a menor cidade inglesa em população (e, na Grã-Bretanha, apenas duas cidades no País de Gales são menores) e a menor do Reino Unido em área. A elevação da City varia do nível do mar, no rio Tâmisa, até 21,6 metros (71 ft) no cruzamento de High Holborn com Chancery Lane. Duas colinas pequenas, mas notáveis, situam-se no núcleo histórico: Ludgate Hill, a oeste, e Cornhill, a leste. Entre elas corria o Walbrook, um dos muitos “rios perdidos” subterrâneos de Londres (outro é o rio Fleet).

Limites

Começando a oeste, onde a City faz fronteira com Westminster, o limite cruza o Victoria Embankment a partir do Tâmisa, passa a oeste do Middle Temple, depois segue por uma curta distância ao longo da Strand e perto de Temple Bar, e então segue para o norte pela Chancery Lane, onde faz fronteira com Camden. Vira para leste ao longo de Holborn até Holborn Circus e depois segue para nordeste até Charterhouse Street. Ao cruzar a Farringdon Road, passa a ser a fronteira com Islington. Continua até Aldersgate, segue para o norte e depois vira para leste em ruas secundárias logo após Aldersgate tornar-se Goswell Road, desde 1994 abrangendo toda a Golden Lane Estate da corporação. Ali, em Baltic Street West, está o ponto mais setentrional. O limite inclui toda a Barbican Estate e continua para leste ao longo da Ropemaker Street e, do outro lado de Moorgate, torna-se South Place. Segue para o norte, alcançando a fronteira com Hackney, depois para leste, norte e novamente leste por ruas secundárias, com a Worship Street formando um limite norte, de modo a incluir o empreendimento Broadgate. O limite então vira para o sul em Norton Folgate e passa a ser a fronteira com o borough londrino de Tower Hamlets. Continua para o sul até Bishopsgate e utiliza algumas ruas secundárias até Middlesex Street (Petticoat Lane), onde segue para sudeste e depois para o sul. Em seguida, vira para sudoeste, cruzando a Minories para excluir a Torre de Londres, e então alcança o Tâmisa.

Jardins e arte pública

A City não possui parques de grande porte dentro de seus limites, mas conta com uma rede de muitos jardins e pequenos espaços abertos, muitos deles mantidos pela corporação. Estes variam desde jardins formais, como o de Finsbury Circus, que contém uma pista de boliche e um coreto, até antigos pátios de igrejas, como St Olave Hart Street, além de elementos aquáticos e obras de arte em pátios e vias de pedestres. Há também diversos jardins privados e espaços abertos, frequentemente situados nos pátios de grandes empreendimentos comerciais. Dois dos maiores são os do Inner Temple e do Middle Temple, no extremo sudoeste. O Tâmisa e seus passeios ribeirinhos vêm sendo cada vez mais valorizados como espaços abertos e, nos últimos anos, esforços têm sido feitos para aumentar o acesso e a circulação de pedestres ao longo do rio.

Clima

A estação meteorológica mais próxima foi historicamente o London Weather Centre, em Kingsway/Holborn, embora as observações tenham cessado em 2010. Atualmente, o St. James Park fornece as leituras oficiais mais próximas. A City apresenta um clima oceânico (classificação climática de Köppen “Cfb”), modificado pela ilha de calor urbana no centro de Londres. Isso geralmente provoca temperaturas mínimas noturnas mais elevadas do que nas áreas periféricas. Por exemplo, a média mínima de agosto de 14,7 °C (58,5 °F) compara-se a 13,3 °C (55,9 °F) em Greenwich e Heathrow, enquanto é 11,6 °C (52,9 °F) em Wisley, no meio de várias milhas quadradas do cinturão verde metropolitano. Todos os valores referem-se ao período de observação de 1971–2000.

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Serviços públicos

Polícia e segurança

A cidade é uma área policial e possui sua própria força policial territorial, a City of London Police, separada do Metropolitan Police Service, que cobre a maior parte da Grande Londres. A polícia da City anteriormente mantinha três delegacias, em Snow Hill, Wood Street e Bishopsgate. Atualmente, conserva apenas a de Bishopsgate, juntamente com uma sede administrativa em Guildhall Yard East. A corporação é composta por 735 policiais, incluindo 273 detetives. Trata-se da menor força policial territorial da Inglaterra e do País de Gales, tanto em área geográfica quanto em número de policiais. Enquanto a maioria das forças policiais britânicas utiliza distintivos prateados nos bonés, os da City of London Police são pretos e dourados, exibindo o brasão da Cidade. A corporação possui raras faixas xadrez vermelhas e brancas nos bonés e braçadeiras de serviço únicas, também vermelhas e brancas, nas mangas das túnicas de cabos e sargentos (vermelho e branco são as cores da cidade), que na maioria das outras forças policiais britânicas são pretas e brancas. Sargentos e cabos da polícia da Cidade usam capacetes custodian com brasão durante o patrulhamento a pé. Esses capacetes não apresentam nem a Coroa de São Eduardo nem a Estrela de Brunswick, utilizadas na maioria dos outros capacetes policiais na Inglaterra e no País de Gales.

Corpo de bombeiros

A cidade apresenta riscos de incêndio em muitos edifícios históricos, incluindo a Catedral de São Paulo, o Old Bailey, a Mansion House, o Mercado de Smithfield, o Guildhall, além de numerosos edifícios altos. Há uma estação do London Fire Brigade na cidade, em Dowgate, com um veículo de combate a incêndio. A Cidade depende de estações nos boroughs londrinos vizinhos para apoio em alguns incidentes. O primeiro caminhão de bombeiros chega, em média, em cerca de cinco minutos, e o segundo, quando necessário, em pouco mais de cinco minutos e meio. Em 2006/2007, houve 1.814 ocorrências atendidas na Cidade, o menor número em toda a Grande Londres.

Energia

Há uma usina de energia localizada na Charterhouse Street que também fornece aquecimento para alguns dos edifícios ao redor.

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Demografia

O Office for National Statistics registrou a população em 2011 como sendo de 7.375 habitantes; ligeiramente superior à do censo anterior, de 2001, e estimou a população em meados de 2016 em 9.401 habitantes. No censo de 2001, a composição étnica era de 84,6% brancos, 6,8% sul-asiáticos, 2,6% negros, 2,3% mestiços, 2,0% chineses e 1,7% classificados como “outros”. A população situava-se entre 120.000 e 140.000 habitantes na primeira metade do século XIX, diminuindo drasticamente entre 1851 e 1991, com um pequeno aumento entre 1991 e 2001. A única alteração significativa de limites desde o primeiro censo, em 1801, ocorreu em 1994. Os residentes que trabalham em tempo integral na Cidade apresentam remuneração bruta semanal muito mais elevada do que em Londres e na Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales e Escócia): £773,30 em comparação com £598,60 e £491,00, respectivamente. Existe uma grande desigualdade de renda entre os gêneros (£1.085,90 entre homens, em comparação com £653,50 entre mulheres), o que pode ser explicado, respectivamente, pelo tipo de ocupação e pelo tempo de permanência no emprego. O censo de 2001 mostrou a Cidade como um distrito único entre os 376 distritos pesquisados na Inglaterra e no País de Gales. A Cidade apresentou o maior aumento proporcional de população, a maior proporção de domicílios unipessoais, de pessoas com qualificações em nível de graduação ou superior, e os mais altos indicadores de superlotação. Registrou a menor proporção de domicílios com carros ou vans, de pessoas que se deslocam para o trabalho de carro, de lares formados por casais casados e o menor tamanho médio de domicílio: apenas 1,58 pessoa. Também ocupou a posição mais elevada na Grande Londres quanto à porcentagem de pessoas sem religião e de pessoas empregadas.

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Economia

A Cidade de Londres disputa com Lower Manhattan, em Nova Iorque, a distinção de principal centro financeiro do mundo. A London Stock Exchange (ações e títulos), a Lloyd's of London (seguros) e o Banco da Inglaterra estão todas sediadas na cidade. Mais de 500 bancos mantêm escritórios na cidade. O Alternative Investment Market, um mercado para a negociação de participações acionárias de empresas menores, é um desenvolvimento relativamente recente. Em 2009, a Cidade de Londres foi responsável por 2,4% do PIB do Reino Unido. O mercado de câmbio estrangeiro de Londres foi descrito pela Reuters como “a joia da coroa do setor financeiro londrino”. Do volume diário global de US$ 3,98 trilhões, conforme medido em 2009, as negociações em Londres representaram cerca de US$ 1,85 trilhão, ou 46,7% do total. A libra esterlina, a moeda do Reino Unido, é globalmente a quarta moeda mais negociada e a quarta mais mantida como moeda de reserva.

Sedes

Muitas grandes empresas globais têm suas sedes na cidade, incluindo Aviva, BT Group, Lloyds Banking Group, Quilter, Prudential, Schroders, Standard Chartered, e Unilever. Vários dos maiores escritórios de advocacia do mundo têm sede na cidade, incluindo quatro dos escritórios do Magic Circle (Allen & Overy, Freshfields Bruckhaus Deringer, Linklaters e Slaughter & May), além de outros como Ashurst, DLA Piper, Eversheds Sutherland, Herbert Smith Freehills e Hogan Lovells.

Outros setores

Embora o setor financeiro, e os negócios e instituições a ele relacionados, continuem a dominar, a economia não se limita a esse setor. A profissão jurídica tem forte presença, especialmente no oeste e no norte (isto é, em direção aos Inns of Court). O comércio varejista já foi importante, mas gradualmente se deslocou para o West End de Londres, embora atualmente seja política da Corporação incentivar o varejo em alguns locais, por exemplo na Cheapside, perto da Catedral de São Paulo. A cidade possui diversas atrações para visitantes, baseadas principalmente em seu patrimônio histórico, bem como o Barbican Centre e o adjacente Museum of London, embora o turismo não seja, no momento, um grande contribuinte para a economia ou o caráter da cidade. A cidade conta com muitos pubs, bares e restaurantes, e a economia noturna se destaca na área de Bishopsgate, em direção a Shoreditch. O mercado de carnes de Smithfield, inteiramente dentro da cidade, continua sendo um dos principais mercados de Londres (o único remanescente no centro de Londres) e o maior mercado de carnes do país. No leste encontra-se o Leadenhall Market, um mercado de alimentos frescos que também é uma atração turística.

Varejo e uso residencial

A tendência de desenvolvimento exclusivamente voltado para escritórios começa a se inverter, à medida que a Corporação incentiva o uso residencial, ainda que o desenvolvimento ocorra quando surgem oportunidades em terrenos disponíveis. A cidade tem como meta a criação de 90 novas moradias adicionais por ano. Parte das novas acomodações situa-se em pequenos edifícios tombados anteriores à Segunda Guerra Mundial, que não são adequados à ocupação pelas grandes empresas que hoje fornecem grande parte dos empregos da cidade. Desenvolvimentos residenciais recentes incluem “the Heron”, um edifício residencial de grande altura no terreno de Milton Court, adjacente ao Barbican, e o empreendimento Heron Plaza, em Bishopsgate, que também deve incluir áreas residenciais.

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Lazer e herança cultural

A City, como é mais conhecida entre seus freqüentadores, não vive apenas no mundo financeiro e dos negócios; paralelamente a essa atmosfera floresce a arte representada por diversas galerias, teatros, museus e salas de concerto para agradar a todos os gostos. Há também um amplo leque de atividades esportivas, um centro público de lazer e o mundialmente famoso "Barbican Centre" de Londres, uma babilônia cultural onde cinema, teatro, galeria de arte e espaço para diversas outras manifestações artísticas se fundem em um só local. Para completar essa vocação a City é a terceira maior patrocinadora das artes no Reino Unido e ainda detém e cuida de um grande patrimônio histórico formado por edificações e monumentos. A história desta milha quadrada é fascinante. A cidade de Londres tem mais de 1000 anos e enquanto cumpre seu papel de autoridade local moderna preserva e respeita seu rico legado histórico. Os antigos escritórios de Lorde Mayor e "sheriffs" fundem-se com a City moderna e as tradições como o show de Lorde Mayor e a libertação da City trazem a história de Londres novamente a vida.

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Marcos históricos

Edifícios históricos

Incêndios, bombardeios e a reconstrução no período pós-Segunda Guerra Mundial fizeram com que a cidade, apesar de sua história, tivesse menos estruturas históricas intactas do que se poderia esperar. Ainda assim, permanecem muitas dezenas de edifícios notáveis (em sua maioria vitorianos e eduardianos), tipicamente em estilo historicista e neoclássico. Entre eles estão o Monumento ao Grande Incêndio de Londres (“o Monumento”), a Catedral de Londres, o Guildhall, a Royal Exchange, a Casa do Dr. Johnson, a Mansion House e uma grande quantidade de igrejas, muitas delas projetadas por Sir Christopher Wren, que também foi o arquiteto da Catedral de São Paulo.

Arranha-céus e edifícios altos

Um número crescente de edifícios altos e arranha-céus é utilizado principalmente pelo setor financeiro. Quase todos estão situados no lado leste, em torno de Bishopsgate, Leadenhall Street e Fenchurch Street, no núcleo financeiro da cidade. Ao norte, há um agrupamento menor que compreende as três torres residenciais altas do Conjunto do Barbican e a torre comercial CityPoint. Em 2007, o edifício Drapers' Gardens de 100 m (328 ft) de altura foi demolido e substituído por uma torre mais baixa. Os edifícios da cidade com pelo menos 100 m (328 ft) de altura são:

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Transportes e rodovias

A Cidade de Londres atrai a cada dia por volta de 300 mil trabalhadores oriundos de outras regiões de Londres, além de um grande número de visitantes de negócios e turistas. A maior parte das pessoas que vão à City dependem do transporte público. A City precisa de um eficiente sistema de transportes que permita aos trabalhadores chegarem e deixarem o trabalho, correios e bons veículos para fazer as entregas essenciais ao dia a dia do centro de negócios. Sempre promovendo o transporte público, a Cidade de Londres procura manter o tráfego fluente por meio de efetivo planejamento e gerenciamento da rede de vias públicas. Melhorando a segurança a todos os usuários e criando um ambiente adequado aos pedestres e mantendo boa a qualidade do ar, tudo isso reforça a reputação da City como o melhor lugar para se fazerem negócios. Para os moradores de Londres que têm de ir a cidade há uma infinidade de tipos de transporte público, entre eles ônibus diametrais, trens, metrô e ônibus locais que fazem o transporte das estações ferroviárias até a City. Um plano para ligar por via férrea a City e o aeroporto está sendo executado e, a partir de 2010, estará em funcionamento ligando os dois pontos em apenas 22 minutos.

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Ao redor da cidade

Apesar de ter em sua pequena área uma das maiores concentrações de riqueza do mundo, nos arredores da City localiza-se uma das áreas mais pobres de toda Londres. A autoridade local tenta a cada dia realizar projetos de revitalização urbanística da área, além de promover iniciativas ao desenvolvimento de pequenos negócios e dos moradores destes locais.

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