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Bryophyta sensu lato

Bryophyta sensu lato é uma superdivisão das plantas embriófitos não vasculares. São descendentes das algas verdes e foram as primeiras a evoluir no ambiente terrestre durante o período geológico Siluriano, há 420 milhões de anos.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 11/07/2026
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Estrutura das briófitas

As conspícuas, estruturas verdes, são os gametófitos, organismos haploides, no qual o embrião diploide desenvolve-se em um esporófito maduro. As estruturas verdes do gametófito são basicamente expansões do eixo caulinar, jamais havendo a produção de folhas verdadeiras (nos musgos, as pequenas "folhas" são chamadas "filódeos" ou "filídeos", e não passam de lâminas com duas camadas de células germinando a partir do eixo principal). O esporófito é preso ao gametófito por uma haste longa, encimada por uma cápsula, onde os esporos são produzidos e armazenados. É clorofilado e fotossintético apenas nos primeiros estágios de desenvolvimento, e é em certa medida dependente do gametófito. Existem diferenças nos ciclos de vida das briófitas e das plantas vasculares. Nas briófitas, o gametófito é maior e de vida livre, enquanto o esporófito é menor e ligado a seu gametófito parental, do qual é nutricionalmente dependente. O esporófito das plantas vasculares é maior do que o gametófito e é de vida livre. Os esporófitos das plantas vasculares produzem uma quantidade muito maior de esporos do que os esporófitos das briófitas.

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Ecologia das briófitas

As colónias de briófitas são um importante elemento em muitos ecossistemas, desde a tundra à floresta tropical: elas reduzem a erosão dos solos, servem de reservatórios de água e nutrientes, fornecem abrigo à microfauna e funcionam como viveiros para outras plantas em processos de sucessão e regeneração. As briófitas contribuem significativamente para a diversidade das plantas e também são importantes em algumas partes do mundo, pelas grandes quantidades de carbono que armazenam, desempenhando, assim, um importante papel no ciclo global do carbono.

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Divisões entre elas

Tradicionalmente, as briófitas incluem os musgos, as hepáticas, e os antóceros. As briófitas mais comuns são os musgos; estão descritas mais de 10.000 espécies de musgos, o que faz deste grupo o terceiro mais diversificado entre as plantas verdes. As divisões são: A maioria dos gametófitos das hepáticas desenvolve-se diretamente a partir dos esporos; entretanto, alguns genes formam diretamente um filamento semelhante a um protonema, a partir do qual se desenvolve o gametófito maduro. Os gametófitos dos antóceros frequentemente se assemelham a uma roseta, e suas ramificações dicotômicas muitas vezes não são visíveis. O esporófito de Anthoceros, que é uma estrutura ereta e alongada, consiste em um pé em uma longa cápsula cilíndrica ou esporângio. Diferentemente das hepáticas e dos musgos verdadeiros, ele carece de seta. Os musgos genuínos são membros do filo Bryophyta, onde seus principais representantes são da classe Sphagnidae, Andreaeidae e Bryidae.

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