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Batalha de Mactán

A Batalha de Mactán foi um violento confronto travado no arquipélago das Filipinas em 27 de abril de 1521. Os guerreiros de Lapu-Lapu, um dos datus de Mactán, dominaram e derrotaram uma força espanhola lutando por Rajah Humabon de Cebu sob o comando do explorador português Fernão de Magalhães, que foi morto na batalha. O desfecho resultou na saída da tripulação espanhola do arquipélago das Filipinas.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
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Contexto

A expedição de Magalhães havia deixado a Espanha em agosto de 1519 em uma missão para encontrar uma rota para o oeste até as Molucas, em busca de especiarias. Em 16 de março de 1521 (calendário juliano), Magalhães avistou as montanhas do que hoje é Samar, uma ilha do arquipélago filipino. Este evento marcou a chegada dos primeiros europeus documentados às Filipinas. No dia seguinte, Magalhães ordenou a seus homens que ancorassem seus navios na costa da Ilha Homonhon. Lá, Magalhães fez amizade com Rajah Kolambu e Rajah Siagu, este último rei de Limasawa, que o guiou até Cebu. Lá ele conheceu Rajah Humabon, o Rajah de Cebu. Então, Humabon e sua rainha foram batizados na fé católica, tomando os nomes cristãos Carlos, em homenagem ao rei Carlos da Espanha, e Juana, em homenagem à mãe do rei Carlos. Para comemorar este evento, Magalhães deu à Juana o Santo Niño, uma imagem do menino Jesus, como símbolo de sua nova aliança, e celebrou sua primeira missa na costa.

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A batalha

Ao atracar, a pequena força de Magalhães foi imediatamente atacada pelos nativos com uma pesada barragem de armas de longo alcance, consistindo de flechas, lanças com pontas de ferro, bastões endurecidos pelo fogo e até pedras. Os indígenas cercaram o grupo de desembarque de Magalhães, atacando pela frente e pelos dois flancos. A pesada armadura dos espanhóis os protegeu amplamente dessa barragem, infligindo apenas um punhado de mortes aos europeus, fato fortemente desmoralizante para os espanhóis. Os mosqueteiros e os bestais atracados tentaram dar apoio, disparando dos barcos. Embora a armadura leve e os escudos dos nativos não fossem páreos às armas de fogo europeias, a barragem teve pouco efeito, pois estava a disparar de uma distância longa e os nativos evitavam-nas facilmente. Devido à mesma distância, Magalhães não podia ordenar-lhes que parassem e guardassem as suas munições, e os mosqueteiros continuariam a disparar durante meia hora até as suas munições se esgotarem.

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Fontes consultadas

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