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Batalha de Chesma

A Batalha Naval de Çeşme ocorreu de 5 a 7 de julho de 1770, durante a Guerra Russo-Turca (1768-1774), perto da Baía de Çeşme, entre a ponta ocidental da Anatólia e a ilha de Quios. Foi parte da Revolta de Orlov de 1770, um precursor da Guerra da Independência Grega (1821-1829), e a primeira de várias batalhas desastrosas para os otomanos contra a Rússia. Hoje é comemorada como um Dia de Honra Militar na Rússia.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 14/07/2026
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Contexto

A guerra começou em 1768, e a Rússia enviou esquadrões do Mar Báltico para o Mar Mediterrâneo para desviar a atenção otomana de sua frota no Mar Negro. Dois esquadrões russos, comandados pelo Almirante Grigory Spiridov e pelo Contra-almirante John Elphinstone, combinados sob o comando do Conde Alexei Orlov, encontraram a frota otomana em 5 de julho de 1770, ancorada ao norte da Baía de Çeşme. A frota otomana, comandada por Kapudan Pasha Mandalzade Hüsameddin, consistia em cerca de 14 navios de linha, várias fragatas, xavecos, galés e pequenas embarcações.

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Batalha

Os otomanos abriram fogo primeiro, seguido pelos russos. Após uma batalha inicial, onde os russos enfrentaram dificuldades, a luta se intensificou com a explosão de dois navios principais, resultando em incêndios que se espalharam pela frota otomana. Na manhã de 7 de julho, os russos bombardearam as posições otomanas, resultando na destruição quase total da frota otomana.

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Consequências

A batalha foi a maior derrota naval otomana desde a Batalha de Lepanto (1571). Fortaleceu a confiança da frota russa e permitiu o controle do Mar Egeu por um tempo. A derrota acelerou as rebeliões dos grupos minoritários no Império Otomano, especialmente das nações cristãs ortodoxas nos Bálcãs. O evento foi marcado pela construção de quatro monumentos por Catarina, a Grande, na Rússia.

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Fontes consultadas

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