Siméon Garangeau
Jean-Siméon Garangeau, também conhecido pelo apelido Garengeau, foi um engenheiro militar que se distinguiu no campo da fortificação e que durante largos anos foi engenheiro-chefe das fortificações da Bretanha.
Siméon Garangeau foi o único filho de François Garangeau, mestre-carpinteiro, e de Marie Dubois. Com a morte de seu pai em 1698, cedeu sua parte da herança em favor das suas cinco irmãs, três sendo casadas e duas freiras em Saint-Cloud. Depois de participar como voluntário no Cerco de Maastricht (1673) e ter atingido o posto de capitão do Regimento de Champagne, Garangeau foi reformado do serviço ativo após uma lesão. Os seus conhecimentos de desenho geométrico, que aprendera com o seu pai, levaram a que se dedicasse às artes. Após viagens à Itália e Inglaterra, em 1677 iniciou uma carreira como arquiteto em Paris e, em 1678, foi nomeado controlador dos edifícios de Versalhes e Fontainebleau e engenheiro do rei. Nessas funções supervisionou o trabalho do Arsenal des galères de Marselha a partir de 1679, antes de ser nomeado para Brest em 1682. Lá foi autor do projecto da igraja de Saint-Louis de Brest. Permaneceu nesse cargo em Brest durante dez anos. Sébastien Le Prestre de Vauban nomeou-o em 1691 engenheiro-chefe e diretor das fortificações de Saint-Malo, onde permaneceu até sua morte em 1741. Também foi responsável pelas fortificações da Alta Bretanha (Haute-Bretagne).
On lui doit notamment le fort National, les forts de l’île Harbour, de la Conchée, du Petit et du Grand Bé, de l’Arboulé, la tour des Ebihens, ainsi que le réaménagement du fort Lalatte et de la tour Solidor.


