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Barrete frígio

O barrete frígio ou barrete da liberdade é uma espécie de touca ou carapuça, originariamente utilizada pelos moradores da Frígia. Foi adotado, na cor vermelha, pelos republicanos franceses que lutaram pela tomada da Bastilha em 1789, que culminou com a instalação da primeira república francesa em 1792. Por essa razão, tornou-se um forte símbolo do regime republicano.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 19/07/2026
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História

No século IV a.C. (início do período helenístico), o foi associado com o frígio Átis, o consorte de Cibele, cujo culto se tornou então graecificado. Por volta da mesma época, o barrete aparece em representações do lendário rei Midas e outros frigões em cerâmicas e esculturas. Em vasos pintados e outras artes gregas, o barrete frígio serve para identificar o herói troiano Páris como um não grego; poetas romanos habitualmente utilizam o epíteto "frígio" para se referir a troianos. Pode ser encontrado também nas esculturas da Coluna de Trajano, vestida pelos dácios, e sobre o Arco de Septímio Severo vestida pelos Espartanos. Os elmos militares dos macedônios, trácios, dácios e normandos do século XII possuíam a ponta virada para frente para se assemelharem ao barrete frígio. O barrete frígio era utilizado pelos sincretistas helenistas e romanos para representar o deus salvador de origem persa Mitra. Ele era usado durante o Império Romano pelos antigos escravos que tinham conseguido emancipação de seus mestres e cujos descendentes eram, por esta razão, considerados cidadãos do império. Este uso é frequentemente considerado a origem de seu significado como um símbolo de liberdade.

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Fontes consultadas

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