Jesse Helms
Jesse Alexander Helms, Jr. foi um jornalista e político estadunidense. Foi senador pelo estado da Carolina do Norte entre 1973 e 2003. Natural da Carolina do Norte, Jesse Helms foi reeleito por cinco mandatos consecutivos para o Senado dos Estados Unidos. Conhecido por seu feroz conservadorismo, ele começou sua carreira política no Partido Democrata antes de ingressar no Republicano no início da década de 1970. Apelidado como "o senador do não", se opôs veementemente aos direitos civis e aos direitos LGBT.
Imagem: North Carolina Digital Heritage Center · BY-NC-ND · Openverse
Jesse Helms nasceu em 1921 em Monroe, no estado da Carolina do Norte. Era filho de um chefe de polícia local. Casado com Dorothy Coble em 1942, ele teve três filhos e sete netos. Estudou no Wingate Junior College e, pouco tempo depois, no Wake Forest College (atual Universidade Wake Forest), mas abandonou os estudos em 1941 para começar sua carreira como repórter esportivo no Raleigh News & Observer. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele foi recrutador na Marinha dos Estados Unidos. Após a guerra, ele continuou sua carreira como jornalista no jornal The Raleigh Times como editor de política e de 1948 a 1951, foi diretor na estação de rádio WRAL em Raleigh. Helms foi assessor dos senadores da Carolina do Norte Willis Smith (1951-1953) e Alton Lennon (1953). Em 1953, tornou-se diretor executivo da Associação dos Banqueiros da Carolina do Norte, cargo que ocupou até 1960. Naquele ano, começou a trabalhar como comentarista político na emissora de rádio WRAL, na WRAL-TV e na Tobacco Radio Network. Em 1960, se tornou membro do conselho de administração da empresa de rádio e televisão Capitol Broadcasting Company. Dentro da Capitol, ele escreveu editoriais conservadores, anticomunistas e apoiadores da segregação racial e das leis Jim Crow, que o tornaram famoso em toda a Carolina do Norte. A Universidade da Carolina do Norte, conhecida por sua orientação progressista, era o alvo favorito das suas críticas.[carece de fontes?]


