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Ataque Doolittle

O ataque Doolittle, foi o lançamento de um bombardeamento a partir da costa japonesa a 18 de Abril de 1942. O ataque — com o objectivo de servir de propaganda e resposta ao ataque a Pearl Harbor — foi planejado pelo Tenente-Coronel James Harold Doolittle, e foi possível graças ao técnico de observação, o Capitão Francis Low, que afirmou que aviões de 2 motores podiam ser lançados de porta-aviões. Testes subsequentes provaram que um B-25 Mitchell podia ser lançado com uma carga de bombas razoável, atingir alvos no Japão e depois aterrar na China.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 18/07/2026
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O ataque

Dezesseis B-25 americanos foram carregados no USS Hornet, com 4 bombas, somando 900 kg (entre elas 3 de explosivo convencional e 1 composta de vários tubos de material incendiário, agrupados de modo que, ao serem lançados, estes tubos se dispersariam por uma área maior), além de tanques de combustível extras. Para comportar todo este peso extra em bombas e combustível, os B-25 tiveram seu armamento defensivo drasticamente reduzido, contando apenas com duas metralhadoras calibre .50 em sua torre superior e uma calibre .30 em seu nariz. Além disso, dois dos B-25 contavam com câmeras para registrar o ataque. Os aviões foram postos no convés de descolagem na ordem de lançamento e verificados. O USS Hornet deixou o porto a 2 de Abril e juntou-se ao USS Enterprise no oceano Pacífico. Os dois porta-aviões, juntamente com uma frota de 14 navios de escolta, partiram para a zona de lançamento. Contudo, os bombardeiros foram lançados enquanto ainda a 800 milhas da costa do Japão ao invés das desejadas 450 a 650 milhas. A frota avistou um barco de patrulha Japonês. Embora o barco de patrulha tenha sido afundado por fogo de artilharia americano, foi decidido lançar os aviões, para o caso em que o barco de patrulha tivesse alertado por rádio o Japão. Todos os B-25s chegaram à costa japonesa, largaram as suas bombas em zonas de armazenamento de petróleo, fábricas e instalações militares em Tóquio e Nagoya, e dirigiram-se para leste do mar da China.

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Consequências

Após o ataque a Tóquio, as tripulações de dois aviões estavam desaparecidas. A 15 de Agosto de 1942, soube-se pelo General suíço do consulado em Shanghai que 8 pilotos americanos eram prisioneiros na sede da policia japonesa, nessa mesma cidade. Em 19 de Outubro de 1942 os japoneses transmitiram que tinham julgado as duas tripulações e que as tinham condenado à morte, mas que um número deles tinha recebido comutação das suas sentenças para aprisionamento, e que um pequeno número tinha sido executado. Quaisquer nomes ou factos não foram dados. Após a guerra, os factos foram descobertos no Julgamento de Crimes de Guerra em Shanghai, que abriu a Fevereiro de 1946, para julgar 4 oficiais japoneses que maltrataram 8 prisioneiros de guerra do ataque a Tóquio. Dois dos 10 homens, Dieter e Fitzmaurice, morreram quando seu B-25 caiu na costa chinesa. Os outros 8, Hallmark, Meder, Nielsen, Farrow, Hite, Barr, Spatz, e DeShazer foram capturados. Além de terem sido torturados, contraíram doenças devido às más condições sob as quais estavam presos.

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Fontes consultadas

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