Apeadeiro de Chelas
A extinta estação Ferroviária de Chelas, mais tarde apeadeiro de Chelas, foi uma interface ferroviária da Linha de Cintura, em Lisboa, Portugal, encerrada em 2015.
Localização e acessos
O local de implantação desta interface extinta é o triângulo limitado pelas vias convergentes da Linha de Cintura e da Concordância de Xabregas, apontando a noroeste, e pela Calçada da Picheleira, a poente. Apesar da nomenclatura respetiva, estação de metro mais próxima é Olaias, não Chelas.
Infraestrutura
Integrada em dois segmentos da rede ferroviária nacional, Linha de Cintura e Concordância de Xabregas, Chelas tinha três vias, mas apenas as duas do lado da Linha de Cintura estavam dotadas de plataformas. Estas tinham abrigos desencontrados e eram apenas parcialmente fronteiras — entre o ponto de insersão da Concordância de Xabregas e a passagem de nível da Calçada da Picheleira: A plataforma descendente (do lado sudoeste da via) era mais avançada na direção de Marvila, interrompida pela passagem de nível e confinando já com a ponte sobre a Estrada de Chelas, enquanto que a ascendente (lado nordeste) situava-se totalmente a noroeste da dita passagem de nível.[carece de fontes?]
Serviços
Chelas foi paragem de algumas das circulações dos serviços da CP Urbanos de Lisboa designados por "Linha de Sintra" e "Linha da Azambuja", servindo apenas este à data do seu encerramento, passando aqui sem paragem os comboios daquele.[carece de fontes?]
Século XIX
Esta interface encontra-se no troço original da Linha de Cintura, entre as estações de Benfica e Santa Apolónia, que foi aberto em 20 de Maio de 1888, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses. Em 5 de Setembro de 1891 entrou ao serviço a concordância entre Braço de Prata e Chelas. (Mais tarde[quando?] esta viria a ser reclassificada como parte da Linha de Cintura, enquanto o troço entre Chelas e Santa Apolónia passou a ser a Concordância de Xabregas.)
Século XX
Em 1934, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses realizou obras nesta interface (listada entre «grandes reparações — totais»), possuindo ainda a categoria de estação. Em 1985 Chelas tinha já a categoria de apeadeiro, tendo sido despromovida entretanto.[quando?] Os edifícios afetos ao serviço ferroviário mantiveram-se, apesar da alteração de categoria. Chelas foi alvo de novas obras em 1998, com melhoria dos acessos à Expo’98 e alteamento das plataformas ao nível da altura dos comboios de introdução recente (séries 2400 e 3500). Na década de 1990, previa-se para Chelas uma interligação privilegiada com o Metropolitano de Lisboa na Estação Olaias, que foi desde logo dimensionada para albergar uma grande interface intermodal. Chelas contava-se ainda entre as estações da Linha de Cintura cuja resconstrução estava programada no âmbito do Eixo Ferroviário Norte-Sul, junto com Campolide, Roma-Areeiro, Entrecampos, e Sete Rios. No entanto, ao contrário dos restantes casos, em Chelas manteve-se inalterada a tipologia, e o papel desta interface no sistema USGL foi sendo progressivamente reduzido.[carece de fontes?]
Século XXI
A partir de 14 de Junho de 2015, devido a alterações de horários por parte da C.P., deixaram de efectuar paragem neste apeadeiro os comboios suburbanos da família Azambuja - Alcântara-Terra, os únicos a efectuar paragem neste apeadeiro até então; com esta alteração, a Infraestruturas de Portugal (I.P.) procedeu à desactivação do apeadeiro de Chelas.[carece de fontes?] (Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)Serviços: Sado (CP+Soflusa) • Sintra (CP) Fertagus • Azambuja (CP) • Cascais (CP) Linhas: a L.ª Alentejo • c L.ª Cascais • z L.ª Cinturan L.ª Norte • o L.ª Oeste • s L.ª Sintra • u L.ª Sul • 7 C.ª 7 R. (*) vd. Campolide-A


