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Apeadeiro de Marvila

O apeadeiro de Marvila é uma interface da Linha de Cintura, que se situa na freguesia de Marvila, no concelho de Lisboa, em Portugal.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 27/07/2026
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Descrição

Localização e acessos

A estação situa-se junto à Azinhaga dos Alfinetes, em Lisboa. Esta artéria cruza a via férrea em passagem de nível contígua ao apeadeiro e por ela se acedem as paragens de autocarro mais próximas: na Rua António Gedeão (carreiras 31B e 793, a 370 m) e na Estrada de Marvila (carreira 793, a 268 m).

Infraestrutura

Como apeadeiro de uma linha em via dupla, esta interface apresenta-se nas duas vias de circulação (I e II) cada uma acessível por plataforma — uma de 111 m de comprimento e a outra com 125 m, e ambas com 90 cm de altura.

Serviços

Em dados de 2023, esta interface é servida por comboios de passageiros da C.P. de tipo urbano (USGL) no serviço “Linha da Azambuja”, com 35 circulações diárias em cada sentido entre Azambuja e Alcântara-Terra; aos dias úteis passam sem parar nesta interface 74 circulações diárias do mesmo serviço, assim como todas as 39 circulações diárias aos fins de semana e feriados — em cada sentido.

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História

O Apeadeiro de Marvila situa-se no lanço da Linha de Cintura entre Chelas e Braço de Prata, que entrou ao serviço em 5 de Setembro de 1891, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses. Já no século XXI, esta interface foi alvo de duas campanhas de revitalização por meio de intervenções artísticas: Em 2018, no âmbito do combate ao vandalismo a que o apeadeiro está sujeito, o artista local LS (Luís Santos; writer de graffiti), com material disponibilizado pela Galeria de Arte Urbana da Câmara Municipal de Lisboa, decorou graciosamente o muro do abrigo do lado norte da via com mural de motivos zoomórfico-geométricos; em 2021, em parceria entre a mesma galeria e a tutela («valorização de espaços ferroviários através da incorporação de graffiti regulados»), a totalidade do muro da plataforma do lado sul da via foi coberta por mural temático da autoria conjunta do mesmo LS e de Styler a.k.a (de estilo fotorrealista) onde aos motivos zoomórficos e caligráficos se juntam quadros figurativos alusivos à vivência ferrovária local e ao património arquitetónico vizinho (edifícios José Domingos Barreiro e Abel Pereira da Fonseca).

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Fontes consultadas

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