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André Moura

André Luis Dantas Ferreira, mais conhecido como André Moura, é um político brasileiro filiado ao UNIÃO, baseado no estado de Sergipe. Foi o líder do governo Temer no Congresso Nacional do Brasil.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 30/07/2026
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Biografia

André Luis Dantas Ferreira nasceu em Salvador em 23 de fevereiro de 1972. É filho de Alice Maria Dantas Ferreira, conhecida como Lila Moura, e de Reinaldo Moura Ferreira, que já foi vereador de Aracaju, deputado estadual de Sergipe, sendo hoje conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do mesmo estado. Casou-se em 10 de dezembro de 1993 com Lara Adriana Veiga Barreto Ferreira, com quem tem dois filhos, Yandra Barreto Ferreira e Yago José Barreto Ferreira. Em 1990, com 18 anos de idade, André ingressou na carreira política. Filiou-se ao Partido da Frente Liberal (PFL) e trabalhou na assessoria da então primeira-dama de Sergipe, Maria do Carmo Alves. Ainda naquele ano, participou da campanha eleitoral que levou seu pai, Reinaldo Moura, ao mandato de deputado estadual.

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Ficha suja

Imagem: ebserh.mec · BY · Openverse

No pleito de outubro de 2014, após uma campanha tumultuada na qual o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe impugnou sua candidatura, em decisão tomada pela maioria dos membros do tribunal após acatar pedido do Ministério Público Federal, que o acusou de estar inelegível por ter sido condenado, em duas ocasiões e por órgão colegiado, em razão de processos judiciais da época em que foi prefeito de Pirambu (SE). André Moura foi reeleito deputado federal com 71.523 votos (6,79%), mas ficou impedido de assumir o cargo. Porém, em dezembro do mesmo ano, após analisar o caso, o Tribunal Superior Eleitoral deu parecer favorável a candidatura do parlamentar. Com o resultado, os votos dele foram validados pelo próprio TSE e pelo Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe. O recurso foi provocado pelo Ministério Púbico federal (MPF) e tinha como relator o ministro Gilmar Mendes. Diante da decisão, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu por unanimidade, em caráter liminar, suspender os efeitos de uma decisão da Justiça que enquadrava André Moura na lei da Ficha Limpa. O agravo foi julgado em uma Câmara composta por cinco ministros daquela corte de justiça.[carece de fontes?]

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Segundo mandato no congresso

Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff. Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista. Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.

Líder do governo Temer no congresso

Em 19 de maio de 2016 é publicada no Diário Oficial da União a mensagem de número 268, por despacho do presidente Michel Temer, indicando André Moura para exercer a função de Líder do Governo na Câmara dos Deputados. Em fevereiro de 2017 o Presidente Michel Temer indicou Aguinaldo Ribeiro para substituí-lo na função. Em março de 2017 retornou à liderança do governo no congresso. Apesar de réu em três ações penais e investigado em outros três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu tolerância zero com criminosos ao discursar sobre segurança pública em Sergipe afirmando que “bandido bom é bandido morto”. Disputando uma cadeira no Senado nas eleições de 2018, ficou em terceiro lugar com 251.213 votos.

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Secretário Estadual do Rio de Janeiro

Imagem: PTB na Câmara · BY-NC-SA · Openverse

Em junho de 2019, foi empossado pelo governador Wilson Witzel, no cargo de Secretário de Governo do estado do Rio de Janeiro para representação em Brasília na captação de recursos e assuntos parlamentares de interesse do estado. Ficou quatro meses na Secretaria Extraordinária de Representação do Rio de Janeiro em Brasília. Em seguida, André Moura foi convidado pelo governador Wilson Witzel a assumir o cargo de Secretário da Casa Civil. Acabou sendo exonerado em 28 de maio de 2020 por, supostamente, não estar se impondo ao presidente da Assembleia estadual, André Ceciliano, para defender o governo. Em 2023, foi escolhido por Cláudio Castro para seguir representando o governo do estado em Brasília, sendo exonerado em 3 de março de 2026 e substituído por Braulio do Carmo.

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