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Sigismundo III Vasa da Polônia

Sigismundo III Vasa foi rei da Polônia, grão-duque da Lituânia, chefe de estado da República das Duas Nações de 1587 até sua morte, e rei da Suécia de 1592 até sua deposição em 1599. Era filho do rei João III da Suécia e sua primeira esposa Catarina Jagelão. Como monarca de uma união pessoal entre a Suécia e a Polónia, Sigismundo ficou no centro do antagonismo entre protestantes e católicos. O seu adversário e líder da facção protestante sueca foi o duque Carlos, então regente da Suécia e mais tarde rei Carlos IX.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 08/07/2026
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Títulos reais

Sigismundo Vasa-Jagiellon (1566-1632) foi eleito Rei da Polônia e reinou de 1587 a 1632. Por herança paterna, assumiu em 1592 o trono da Suécia e foi considerado como tendo abdicado em 1599 e finalmente deposto em 1604. De sua avó Bona Sforza ele herdou o título de Rei de Jerusalém.

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Biografia

Ele nasceu em Gripsholm durante a prisão de seus pais pelo rei Érico XIV. Embora a Suécia fosse protestante, Sigismundo foi criado como um católico. Este fato, combinado com a sua problemática união pessoal, atrapalhariam suas pretensões futuras de buscar apoio na Suécia. Sua mãe, Catarina Jagelão, era filha de Sigismundo I, o Velho e sua esposa Bona Sforza. A dinastia Jaguelônica vinha mantendo a coroa da República das Duas Nações desde o primeiro governante Jagelão, Ladislau II (em polonês/polaco: Władysław II Jagiełło), que a havia recebido em 1386 de sua esposa, Edviges da Polónia (Jadwiga), filha do rei Luís de Anjou. Em 1587, ele se candidatou à monarca da República das Duas Nações, após a morte do anterior rei polonês, Estêvão Bathóry. A eleição aconteceu em um ambiente de conflitos entre a nobreza polonesa (szlachta), com os dois lados divergentes se reunindo em torno do Chanceler Jan Zamoyski e da família Zborowscy. Sigismundo, apoiado por Zamoyski e a viúva do rei, Ana Jagelão, foi eleito Rei da República das Duas Nações em 19 de agosto de 1587 e reconhecido como tal pelo interrex, o Primaz da Polônia, Stanisław Karnkowski.

A política de Sigismundo

Muitos historiadores acreditam que Sigismundo só viu a Polônia como uma ferramenta que lhe permitiria recuperar o trono de Suécia. Para este fim ele tentou fortalecer seu poder real e se aliou aos Habsburgos e forças da Contra-Reforma. Essas políticas eram contrárias a muitos membros da nobreza polonesa (a szlachta), principalmente ao chanceler Jan Zamojski. Isto conduziu a uma rebelião semilegal contra o rei (rokosz), conhecida como rokosz de Zebrzydowski (1606–1608) que foi uma resposta por Sigismundo tentar introduzir o voto da maioria em lugar da unanimidade no Sejm. As forças leais a Sigismundo saíram vitoriosas, mas os rebeldes não foram punidos. Por algum tempo, a fim de pacificar a inquieta szlachta, Sigismundo apoiou a guerra contra a Moscóvia (a Dimitríades, 1608–1618). Embora as forças militares da República fossem, quase que constantemente, arrastadas para as guerras no Leste (com a Moscóvia), norte (com a Suécia) e Sul (com os otomanos – as guerras polaco-otomanas), Sigismundo tirou proveito de guerra civil na Rússia (o Tempo de Dificuldades) e obteve ganhos territoriais temporários para a República.

A família real

Sigismundo casou duas vezes. A primeira, em 31 de maio de 1592, com Ana da Áustria (1573 – 1598), filha do Arquiduque Carlos II de Áustria (1540 – 1590) e de sua esposa Maria Ana da Baviera (1551-1608). Eles tiveram cinco filhos: E pela segunda vez, em 11 de dezembro de 1605, com a irmã de sua primeira esposa, Constança de Habsburgo (1588 – 1631). Eles tiveram sete filhos:

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Fontes consultadas

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