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Alice Weidel

Alice Weidel é uma proeminente política alemã de extrema-direita, associada ao partido Alternativa para a Alemanha (AfD). Em 2017, ela dividiu a liderança da chapa de seu partido nas eleições federais, alcançando 13% dos votos e consolidando a AfD como a terceira maior força política no parlamento alemão. Sua trajetória é marcada por posições econômicas liberais e um posicionamento estratégico em relação à União Europeia.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 05/08/2026

Pontos-chave

  • Alice Weidel é uma figura central na política alemã de extrema-direita, liderando a AfD.
  • A AfD, sob sua liderança, obteve 13% dos votos nas eleições federais de 2017.
  • Weidel defende o liberalismo econômico e tem Margaret Thatcher como modelo.
  • Sua posição sobre a União Europeia evoluiu, considerando a saída da Alemanha como último recurso.
  • Doações eleitorais controversas para sua campanha em 2017 geraram multas para o partido.
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Ascensão na AfD

Alice Weidel ingressou na Alternativa para a Alemanha (AfD) em outubro de 2013, atraída inicialmente pela oposição do partido ao euro. Sua ascensão foi rápida: em junho de 2015, foi eleita para o comitê executivo federal. Em abril de 2017, consolidou sua posição ao ser escolhida como co-candidata principal do partido para as eleições federais. Destaca-se por ser a primeira candidata principal abertamente lésbica de um partido de sua envergadura. A mídia a associou à corrente 'Alternative Mitte', considerada mais moderada dentro da AfD.

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Propostas e Visões Políticas

Imagem: Elekes Andor · BY · Openverse

Alice Weidel é uma defensora convicta do liberalismo econômico, tendo a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher como sua inspiração. Ela apoia a permanência da Alemanha na União Europeia, mas com ressalvas. Em entrevista ao Financial Times em janeiro de 2023, Weidel apresentou a estratégia da AfD: caso as tentativas de resolver o 'déficit democrático' da UE falhem, a saída da Alemanha do bloco seria submetida a referendo, seguindo o modelo do Brexit. Economistas renomados alertam que tal cenário representaria o pior desfecho econômico possível.

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Fontes consultadas

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