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Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro

A Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro foi fundada em 1930 pelo maestro e pianista Walter Burle-Marx. A orquestra estreou cerca de 60 obras em terras brasileiras, entre elas a Sinfonia n.º 1 e 9 de Ludwig van Beethoven, a Bachiana Brasileira nº 1 de Heitor Villa-Lobos, o Concerto em Sol de Maurice Ravel e obras de compositores nacionais, entre eles Francisco Mignone, Camargo Guarnieri e José Maurício Nunes Garcia.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 30/07/2026
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História

Imagem: Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro · BY-SA · Openverse

As atividades da orquestra se iniciaram em maio de 1931. A temporada de estreia da orquestra contou com uma série de dez concertos e solistas como Guiomar Novaes, Bidu Sayão, Antonieta Rudge, Tomás Terán, Antonietta de Souza, Pery Machado, João de Sousa Lima, Iberê Gomes Grosso. Neste ano destacam-se a primeira audição da Sinfonia da Dança de Emil von Reznicek Na série da temporada de 1932, a orquestra realizou a primeira audição da dupla obra, as Sinfonias nº 1 e 9 de Ludwig van Beethoven com os coros da Harmonia e da Lyra. Participaram as solistas Carmen Gomes e Antonietta de Souza e os solistas Reis e Silva e Walter Summermeyer. Em 1932, a orquestra inaugurou os concertos para juventude, quando Villa-Lobos escreveu para o maestro Burle-Marx a obra Caixinha de Boas Festas. Villa-Lobos regeu junto à orquestra a estreia de suas obras Prelúdio e Fuga que posteriormente formaram a Bachiana Brasileira nº1. No mesmo ano, a orquestra apresentou Marguerite Long, com a primeira audição do Concerto em Sol de Maurice Ravel. Em 1934, houve a remodelação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que interrompeu os concertos. Em 1935, Burle-Marx viajou para o exterior e radicou-se nos Estados Unidos.

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