Pesquisa · Mapa mental

Alberto Alves

Alberto Alves é um economista brasileiro ex-ministro do Turismo, que assumiu interinamente, pela terceira vez, o cargo depois da exoneração de Henrique Eduardo Alves. Desde o dia 7 de janeiro de 2019, é assessor especial do presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
01

Biografia

De 2002 a 2013, atuou como diretor-adjunto da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Antes disso, durante toda a década de 1990, foi diretor-adjunto da Mercedes Benz do Brasil. A trajetória no setor privado inclui ainda o cargo de acting-diretor de relações governamentais e institucionais da British Petroleum, entre outras empresas. No setor público, ocupou posições como secretário-adjunto da Secretaria de Planejamento da Presidência da República e assessor econômico do ministro da Agricultura. Por dez anos foi também superintendente da área de desenvolvimento da então estatal Companhia Vale do Rio Doce. É bacharel em economia pela Universidade de São Paulo e acumula mais de quatro décadas de experiência como gestor em diversas áreas dos setores público e privado. Conta ainda com sólida formação acadêmica conquistada por meio de especializações em temas como estratégia, planejamento e análise de projetos, incluindo estudos na American University, em Washington, nos Estados Unidos.

02

Operação Zelotes

Alberto Alves foi citado na Operação Zelotes. E-mails revelaram que, em dezembro de 2009, ele mandou os parabéns para o lobista Alexandre Paes Santos, preso durante a operação. Ainda na mensagem, ele pergunta para o lobista se ainda podia “intrujar” (na interpretação policial, significaria que ele tentasse incluir a emenda que eles fizeram) dando a compreender que a medida provisória teve sua formatação “sob encomenda”. Respondendo ao e-mail, o lobista diz que não obteve êxito na mudança, porque era preciso que alguém “abanasse o rabo”, e “ninguém se mexeu”. De acordo com matéria do Correio Braziliense, os investigadores da força-tarefa apontam que o termo era um dos códigos utilizados por lobistas das montadoras MMC Mitsubishi e Caoa Hyundai para “comprar” a Medida Provisória 471, medida esta que alongou benefícios fiscais por 5 anos para o setor de automóveis e foi aprovada pela Câmara dos Deputados.

Vídeos recomendados

Fontes consultadas

Continue pesquisando