Albert Kesselring
Albert Kesselring foi um militar alemão durante a Segunda Guerra Mundial, no fim da qual sentenciado à pena de morte por crimes de guerra.
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Durante a I Guerra Mundial, com o posto de Hauptmann, Kesselring passaria um bom tempo na frente de combate ocidental - período durante o qual recebeu as Cruzes de Ferro de 2ª e 1ª Classes - até ser transferido para o Estado-Maior Geral, um claro sinal de seu potencial incomum. Ele serviria no quartel-general de uma divisão e, depois, no 2º Corpo de Exército Bávaro, onde permaneceu até o Armistício, em novembro de 1918.
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Nos conturbados meses subseqüentes ao fim da I Guerra Mundial, Kesselring - então servindo como o comandante de um regimento na Baviera - presenciou as várias tentativas dos comunistas de instaurarem um estado revolucionário tal como tinha ocorrido na Rússia. Embora extremamente desgostoso com o fato de ter de combater o seu próprio povo, Kesselring acreditava que o comunismo era um mal muito maior, de modo que participou da repressão aos grupos revolucionários.[carece de fontes?] Em 1922 Kesselring foi chamado a Berlim para integrar a chamada Heeres leitung (Direção do Exército), sob comando direto do General Hans von Seeckt. A esse departamento cabia organizar e administrar o reduzido exército alemão, limitado pelo Tratado de Versalhes a uma força de cem mil homens - sem artilharia pesada, aviões ou armas químicas. Além disso, estariam sob supervisão direta de uma Comissão Militar de Controle Aliada.[carece de fontes?]
Durante a campanha polonesa, a Luftflotte 1 atuou em suporte ao Grupo de Exército Norte, sob comando do General Fedor von Bock (1880-1945), cujo papel previa uma arremetida a partir da Prússia Oriental em direção à Varsóvia. Kesselring foi condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro em 30 de setembro de 1939. Em 12 de janeiro de 1940, Albert Kesselring assumiu o comando da Luftflotte 2 com a qual, mais uma vez, atuou em parceria com von Bock durante a Blitzkrieg contra a Holanda, Bélgica e França, na primavera de 1940.[carece de fontes?] Sua frota aérea era composta de cinco grupos de aviões de combate, bombardeiros de mergulho e horizontais e caças, além de unidades de bateria antiaérea e pára-quedistas, sob as ordens do General Kurt Student. Mais uma vez, a estratégia foi executada impecavelmente, garantindo às forças alemãs, a superioridade aérea e apoio onde necessário resultando na capitulação da Holanda em cinco dias e na antológica tomada do forte belga de Eben Emael pelos Fallschirmjägers de Student.[carece de fontes?]
Finalmente, em 8 de maio de 1945 a guerra acabou e Kesselring rendeu-se oficialmente ao general americano D. Taylor. Os anos seguintes não foram dos melhores para Kesselring: ele foi levado à Itália para ser julgado por crimes de guerra por um tribunal britânico. O próprio primeiro-ministro britânico Winston Churchill interferiu em favor de Kesselring. Vários apelos - inclusive de antigos inimigos e membros do clero italiano - fez com que a pena fosse comutada para prisão perpétua.[carece de fontes?] Em 1952, com a saúde debilitada, Kesselring recebeu o indulto e posto em liberdade, vindo a fixar-se em Nanheim (Alemanha Ocidental). Durante seus últimos anos de vida, dedicou-se aos seus hobbies (leitura de clássicos - citava Goethe e lia muito Platão - e colecionava conhaques) e ao seu livro de memórias ("Memórias de Guerra") e manteve sempre seu jeito afável porém firme, vivendo em uma casa às margens de um lago. O Generalfeldmarshall Albert Kesselring faleceu em 16 de julho de 1960, aos 74 anos de idade.[carece de fontes?]==Referências==


