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Agorismo

O agorismo é uma filosofia social e variante do anarquismo que defende a criação de uma sociedade na qual todas as relações entre as pessoas sejam trocas voluntárias por meio da contraeconomia, envolvendo aspectos de revolução não violenta. Foi proposto pela primeira vez pelo filósofo libertário americano Samuel Edward Konkin III em duas conferências, sendo elas a CounterCon I em outubro de 1974 e CounterCon II em maio de 1975.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 02/07/2026
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Ideologia

O objetivo do agorismo é a ágora. A sociedade do mercado aberto, tão próxima quanto possível de ser intocada por roubo, agressão e fraude, é tão próxima quanto possível de uma sociedade livre que se pode alcançar. E uma sociedade livre é a única em que cada um de nós pode satisfazer seus valores subjetivos sem esmagar os valores dos outros por meio de violência e coerção. Konkin caracterizou o agorismo como uma forma de Libertarianismo de esquerda, e, geralmente, que o agorismo é um ramo estratégico do anarquismo de mercado de esquerda.

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Visão da propriedade

Imagem: Senado Federal · BY · Openverse

A propriedade privada, particularmente a terra, não continuaria infinitamente, e sim se usaria apenas enquanto haja uma capacidade regular para evitar que seja considerada abandonada. Alguns anarcocapitalistas creem que "toda" propriedade deveria ser Propriedade Privada, enquanto os agoristas acreditam que a propriedade coletiva pode ser permitida, assim como a propriedade de "ocupação e uso".[carece de fontes?] Os agoristas veem as empresas favorecidas pelo governo como um vínculo da ilegitimidade do Estado com muitos desses negócios. Creem que as restrições estatais que limitam a responsabilidade nas empresas corrompem os negócios de tal maneira que os gerentes atuam irresponsavelmente com os Ativos das empresas. Por exemplo, se esses negócios pagam excessivamente aos executivos e não podem resolver dívidas contratuais, muitas leis estatais protegem os salários daqueles que são responsáveis pela bancarrota. Os agoristas afirmam que a responsabilidade não pode desaparecer simplesmente por uma lei governamental e assim os negócios legítimos sempre teriam administradores ou donos que seriam responsáveis de qualquer ação executada.[carece de fontes?]

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Fontes consultadas

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