Bryan Caplan
Bryan Caplan é um economista estadunidense. Ele atua como professor de economia na Universidade George Mason, pesquisador do Mercatus Center, acadêmico adjunto do Instituto Cato e colaborador frequente do Freakonomics, além de publicar em seu próprio blog, o EconLog. Ele é um libertário econômico auto-descrito. A maior parte da obra acadêmica de Caplan está na economia comportamental e pública, especialmente na teoria da escolha pública.
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Caplan detém um B.A. em economia pela Universidade da Califórnia em Berkeley (1993) e um Ph.D. na mesma área pela Universidade de Princeton (1997). Sua tese é intitulada "Três ensaios sobre a economia comportamental do governo". Em sua vida pessoal, Caplan é casado com Corina Caplan e tem quatro filhos, atualmente reside em Oakton, Virgínia.
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The Myth of the Rational Voter
The Myth of the Rational Voter: Why Democracies Choose Bad Policies, publicado em 2007, desenvolve ainda mais o conceito de "irracionalidade racional" da escrita acadêmica anterior de Caplan. Ele se baseia fortemente na Pesquisa de Americanos e Economistas sobre a economia ao argumentar que os eleitores têm sistematicamente preconceitos sobre muitos tópicos econômicos importantes. Caplan escreve que a irracionalidade racional é uma explicação para o fracasso da democracia. O livro foi revisado na imprensa popular, incluindo The Wall Street Journal, The New York Times, e The New Yorker, bem como em publicações acadêmicas como o Journal of Libertarian Studies, Public Choice, Libertarian Papers, e The Independent Review. Recebeu uma crítica depreciativa de Rupert Read, contribuinte do European Review.
Selfish Reasons to Have More Kids
Em 2011, Caplan publicou o livro Selfish Reasons to Have More Kids argumentando que as pessoas muitas vezes enfrentam dificuldades na criação dos filhos e, como resultado, limitam-se a não ter mais filhos. O livro de Caplan tenta estimular os pais a relaxar em relação à criação dos filhos e argumenta que, como os custos percebidos (em termos de despesas e esforços) de ter filhos caíram, fazia sentido ter mais filhos com base na teoria básica de oferta e demanda. O livro foi revisado no The Wall Street Journal. O livro também foi revisado pelo The Guardian, RealClearMarkets, e pelo Washington Times. O livro também o levou à debates patrocinados pelo The Wall Street Journal e The Guardian. Este último fez com que Caplan debatesse com Amy Chua, a "Tiger Mom", sobre os méritos do estilo parental rígido. O livro também foi destaque em uma reportagem na Rádio Pública Nacional. O livro foi descrito pela Kirkus Reviews como "Inconsistente e pouco convincente".
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Fronteiras abertas
Caplan foi citado como um dos principais proponentes das fronteiras abertas em artigos do The Atlantic e Vox. Ele também foi citado em outras publicações sobre imigração de imprensa como Huffington Post e Time. Na edição de inverno de 2012 do periódico Cato Journal, Caplan publicou um artigo intitulado "Por que deveríamos restringir a imigração?", no qual ele defende a abertura moral e econômica ao abordar várias objeções à sua posição com soluções práticas. Caplan e o cartunista Zach Weinersmith estão trabalhando no romance gráfico "Open Borders: The Science and Ethics of Immigration", que deve ser lançado no segundo semestre de 2019.
Anarcocapitalismo
As visões de anarcocapitalismo de Caplan foram discutidas por Brian Doherty em seu livro Radicals for Capitalism e na revista Reason. Uma crítica frequente a Caplan é uma afirmação de que ele se envolveu no negacionismo histórico afirmando que os anarcocapitalistas têm uma reivindicação melhor sobre a história do pensamento anarquista do que os anarquistas de esquerda tradicionais. Apesar disso, Caplan criticou um dos exemplos mais notáveis de uma sociedade inspirada no anarquismo, a Catalunha revolucionária durante a Guerra Civil Espanhola, em um ensaio intitulado "The Anarcho-Statists of Spain."


