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Sherlock Holmes

Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica criado pelo médico e escritor Sir Arthur Conan Doyle. Holmes é um investigador do final do século XIX e início do século XX. Sua primeira aparição foi em 1887 na revista Beeton's Christmas Annual na história Um Estudo em Vermelho. Em fevereiro de 1891, o romance O Sinal dos Quatro foi publicado em outra revista, a Lippincott’s Magazine. Em junho de 1891, Holmes estreia na Strand Magazine com o conto "Um Escândalo na Boêmia". O conto obteve tanto sucesso que garantiu a Holmes um longo tempo de publicações na Strand Magazine. Contos adicionais surgiram desde então, até 1927, totalizando quatro romances e 56 contos.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 13/07/2026
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Biografia do personagem

Família e juventude

Os detalhes sobre a vida de Sherlock Holmes, exceto as aventuras narradas nos livros, são escassos nas histórias originais de Conan Doyle. No entanto, as breves menções de sua vida antes de conhecer Dr. Watson e sobre sua família pintam uma imagem biográfica razoável do detetive. Segundo alguns indícios, Holmes nasceu em 6 de Janeiro de 1854, filho de um agricultor e de uma mãe de origem francesa, e sua avó era irmã do pintor Horace Vernet. O seu irmão sete anos mais velho, Mycroft Holmes, trabalha para o serviço Secreto britânico. Mycroft passa a maior parte do seu tempo livre no Diogenes Club. Segundo Holmes, seu irmão Mycroft não somente é mais brilhante do que ele próprio, como também possui um senso de observação e de dedução muitas vezes superior ao seu, embora seja preguiçoso demais para ir aos locais das investigações para analisá-las quando faltam fatos. Na investigação de Holmes chamada por Watson de "o intérprete grego", Watson descreve um encontro entre Sherlock e Mycroft, onde os dois se encontram no Diogenes Club, de que Mycroft é um dos fundadores. Os dois mantêm um diálogo recheado de deduções sobre um transeunte que deixam Watson completamente atônito.

A vida com Watson

Watson considerou Holmes como o homem que acima de todos os outros, melhor e mais sábio homem que ele já conheceu. Nas primeiras semanas como colegas de quarto, os hábitos de Holmes despertaram a curiosidade de Watson e ele tentou desvendar qual era a profissão do seu colega. Em março de 1882, a amizade entre os dois já era clara e Holmes pediu-lhe para acompanhá-lo na cena do crime do que se tornaria a primeira história Um Estudo em Vermelho. Holmes trabalhou como detetive por vinte e três anos, com o Dr. John Watson ajudando-o por dezessete. Eles eram companheiros de quarto antes do casamento de Watson em 1887 e novamente após a morte de sua esposa. A sua residência é mantida por sua senhoria, a Sra. Hudson. A maioria das histórias são narrativas específicas, escritas do ponto de vista de Watson como resumos dos casos mais interessantes do detetive. Holmes frequentemente chama a escrita de Watson sensacionalista e populista, sugerindo que não lida com precisão e objetividade a "ciência" de seu ofício:

O Grande Hiato

O primeiro conjunto de histórias de Holmes foi publicado entre 1887 e 1893. Desejando dedicar mais tempo a seus romances históricos, Conan Doyle matou Holmes em uma batalha final com o criminoso professor James Moriarty em "O Problema Final" (The Final Problem, publicado em 1893, mas a história ocorre em 1891), os Holmes e Moriarty acabam morrendo, caindo nas Cataratas de Reichenbach. Conan Doyle ficou surpreso com as reações negativas dos leitores, ele recebeu diversas cartas de repúdio a decisão de matar o personagem, e até mesmo, era ameaçado nas ruas de Londres. Depois de resistir à pressão pública por oito anos, o autor escreveu O Cão dos Baskervilles (The Hound of the Baskervilles, serializado em 1901-1902, com um cenário implícito antes da morte de Holmes). Em 1903, Conan Doyle escreveu "A Aventura da Casa Vazia" (The Adventure of the Empty House, ambientada em 1894), Holmes reaparece, explicando a um atordoado Watson que ele fingiu sua morte em "O Problema Final" para enganar seus inimigos. "A Aventura da Casa Vazia" marca o início do segundo conjunto de histórias, que Conan Doyle escreveu até 1927.

Aposentadoria

No conto "O Último Adeus de Sherlock Holmes", Holmes se aposentou em uma pequena fazenda em Sussex Downs e aceitou a apicultura como sua principal ocupação. A mudança não é datada precisamente, mas pode ser presumida como anterior a 1904 (já que é referida retrospectivamente em "A Aventura da Segunda Mancha", publicado pela primeira vez naquele ano). A história apresenta Holmes e Watson saindo da aposentadoria para ajudar o esforço da guerra. Apenas um outro conto, "A Aventura da Juba do Leão" (narrado por Holmes), ocorre durante a aposentadoria do detetive.

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Personalidade, trabalho e hábitos

Watson descreve Holmes como "boêmio" em seus hábitos e estilo de vida. Descrito por Watson em O Cão dos Baskervilles como tendo "aquele amor felino pela limpeza pessoal", Holmes é um excêntrico, sem qualquer consideração pelos padrões contemporâneos de arrumação ou boa ordem. Em muitas das histórias, Holmes mergulha em uma bagunça aparente para encontrar um item mais relevante para um mistério. O detetive não se alimenta em momentos de intensa atividade intelectual. Maria Konnikova salienta em uma entrevista com D. J. Grothe que Holmes pratica o que agora se chama "atenção plena", concentrando-se em uma coisa por vez e quase nunca em "multitarefas". Ela acrescenta que, nisso, ele antecede a ciência mostrando o quanto isso é útil para o cérebro. Embora Watson não considere o uso habitual de um cachimbo (ou seu uso menos frequente de cigarros e charutos) por Holmes, ocasionalmente critica o detetive por criar uma "atmosfera envenenada" de fumaça de tabaco. Holmes reconhece a desaprovação de Watson em "O Caso do Pé do Diabo": "Eu acho, Watson, que devo voltar a me envenenar de fumo, coisa que você tem condenado tão frequentemente e com razão".

Uso de drogas

Holmes ocasionalmente usa drogas adictivas, especialmente na ausência de casos estimulantes, por exemplo injeções de cocaína. Embora Holmes também faça uso de morfina, ele expressa uma forte desaprovação quando ele visita uma guarida de ópio; ambas as drogas eram legais na Inglaterra do final do século XIX. Watson e Holmes usam tabaco, fumando cigarros, charutos e cachimbos, e o detetive é um especialista em identificar resíduos de cinzas de tabaco. Como médico, Watson desaprova fortemente o hábito de cocaína de seu amigo, descrevendo-o como o "único vício" do detetive e preocupado com o efeito sobre a saúde mental e o intelecto de Holmes. Em "A Aventura do 'Three-Quarter' Desaparecido", Watson diz que, embora tenha "desmamado" Holmes de drogas, ele continua a ser um viciado cujo hábito "não está morto, mas simplesmente está dormindo".

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Descrição

Segundo Conan Doyle, criador do personagem, Sherlock Holmes viveu em Londres, no apartamento 221B Baker Street, entre os anos 1881 e 1903, durante o último período da Era Vitoriana, onde passou muitos anos na companhia do seu amigo e colega, Dr. Watson. Hoje, esse endereço é um museu dedicado a Sherlock Holmes. Sherlock Holmes descreve-se como um "detetive consultor" (um dos exemplos é o início do livro "O Signo dos Quatro"), o que significa que as pessoas vêm-lhe pedir conselhos sobre os seus problemas, ao invés de se dirigir a elas. Doyle conta-nos que Holmes é capaz de resolver os problemas a ele propostos sem sair do seu apartamento, apesar de este não ser o caso em diversas de suas mais interessantes histórias, que requerem a sua presença in situ. A sua especialidade é resolver enigmas singulares, que deixam a polícia desnorteada, usando a sua extrema faculdade de observação e dedução.

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The Great Game

As 56 contos e 4 romances de Conan Doyle são conhecidas como o "cânone" pelos fãs de Holmes. Os primeiros estudiosos canônicos incluíam Ronald Knox na Inglaterra e Christopher Morley em New York. Morley fundou a The Baker Street Irregulars—a primeira sociedade dedicada ao cânone Holmes—em 1934. O Sherlockian game (também conhecido como Holmesian game, the Great Game, ou simplesmente the Game) não é um jogo literal, mas o nome que se dá ao conceito de tentar resolver anomalias e esclarecer detalhes sobre Holmes e Watson através do cânone. The Game, que trata Holmes e Watson como se fossem pessoas reais (e Conan Doyle como um agente literário de Watson), combina história com aspectos das histórias para construir biografias e outras análises acadêmicas desses aspectos. Ronald Knox é creditado como sendo o inventor do jogo.

Data de Nascimento

Um detalhe analisado no Jogo é a data de nascimento de Holmes. A cronologia das histórias é notoriamente difícil, com muitas histórias sem datas e muitas outras contendo datas contraditórias. Morley e William Baring-Gould (autor de Sherlock Holmes of Baker Street: A Life of the World's First Consulting Detective) afirmam que o detetive nasceu em 6 de Janeiro de 1854, sendo o ano derivado da declaração em "His Last Bow" de que ele tinha 60 anos em 1914, enquanto que o dia preciso é derivado de uma especulação mais ampla e não-canônica. Esta é a data em que os Baker Street Irregulars trabalham, com seu jantar anual sendo realizado a cada mês de Janeiro. Laurie R. King também especulou sobre a data de nascimento de Holmes. Ela argumenta que os detalhes de "The Adventure of the Gloria Scott" (um conto sem data interna precisa) indicam que Holmes terminou seu segundo (e último) ano na universidade em 1880 ou 1885. Se ele começou a universidade aos 17 anos, seu ano de nascimento pode ser tão antigo quanto 1868.

Saúde Mental

A saúde emocional e mental de Holmes também são analisadas no Jogo. No primeiro encontro dos dois, em Um Estudo em Vermelho, Holmes informa a Watson que cai "no lixo às vezes" e aí não abre sua "boca por dias a fio". Leslie S. Klinger sugere que Holmes exibe sinais de transtorno bipolar, com intenso entusiasmo seguido de auto-absorção indolente. Outros leitores modernos especularam que Holmes pode ter a síndrome de Asperger, com base em sua intensa atenção aos detalhes, falta de interesse em relacionamentos interpessoais e tendência ao monólogo. John Radford (1999) especulou sobre a inteligência de Holmes. Usando como base as histórias de Conan Doyle, ele aplicou três métodos para estimar o quociente de inteligência do detetive e concluiu que seu QI era de 190. Snyder (2004) examinou os métodos de Holmes no contexto da criminologia de meados do século 19.

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Conhecimento

No romance Um Estudo em Vermelho, Dr. Watson, na tentativa de descobrir a profissão de Holmes, avalia os conhecimentos do detetive como: Histórias posteriores revelam que a avaliação de Watson estava incompleta em alguns aspectos e imprecisa em outros: no final de Um Estudo em Vermelho, Holmes demonstra um conhecimento do latim. Apesar da suposta ignorância de política de Holmes, em "Escândalo na Boêmia", ele imediatamente reconhece a verdadeira identidade do "Conde von Kramm". Seu discurso é salpicado de referências à Bíblia, Shakespeare e Goethe. Em certo momento, o detetive cita uma carta de Gustave Flaubert a George Sand no francês original. No final de "Um Caso de Identidade", Holmes cita Hafez. Em O Cão dos Baskervilles, o detetive reconhece obras de Martin Knoller e Joshua Reynolds. Em "O caso dos Planos de Bruce-Partington", Watson diz que, em novembro de 1895, "[Holmes] ficou absorvido numa monografia que estava escrevendo sobre Motetes Polifônicos de Lassus". Holmes também é um criptoanalista: ele diz a Watson, em "A Aventura dos Homenzinhos Dançantes", que "[está] familiarizado com todas as formas de escrita secreta, e eu mesmo sou autor de uma monografia banal sobre o assunto, na qual analiso 160 códigos diferentes".

Dedução

O principal método de detecção intelectual de Holmes é o raciocínio abdutivo. A dedução holmesiana consiste principalmente em inferências baseadas na observação, de acordo com Carlo Ginzburg, Holmes trabalha com indícios. Em Um Estudo em Vermelho, Holmes deixa claro que se baseia em observações e indícios: "Por enquanto, ainda não dispomos de dados […] É um erro capital formular teorias antes de contarmos com todos os indícios. Pode prejudicar o raciocínio.” Em "A Coroa de Berilos", Holmes explica como dá prosseguimento ao seu trabalho até chegar na solução: “É um velho preceito meu que, quando se exclui o impossível, o que resta, por mais improvável que seja, deve ser a verdade”.

Disfarces

Holmes usou diversos disfarces em suas histórias, entre eles: um marinheiro (em O Signo dos Quatro), um noivo embriagado (em "Um Escândalo na Boêmia"), um fumante de ópio (em "O Homem do Lábio Torcido"), um venerável padre italiano (em "O Problema Final") e uma mulher idosa (em "A Aventura da Pedra Mazarin").

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Inspiração

Depois de observar qualquer estranho, o Dr. Joseph Bell (1837-1911), um cirurgião de Edimburgo, era capaz de deduzir muito de sua vida e de seus hábitos. Isso impressionou um de seus alunos, Arthur Conan Doyle, que admitiu ter usado e ampliado seus métodos quando concebeu o detetive Sherlock Holmes. Bell inspirou não somente a criação da personalidade de Holmes, mas também o porte físico do detetive. Em um texto publicado no periódico The National Weekly em 1923, Doyle conta como foram seus anos na faculdade de medicina, quando iniciou o processo de criação de seu personagem mais famoso. Neste, o aluno descreve seu notável professor Bell: Doyle teria se baseado também na filosofia de Bell, que dizia " maioria das pessoas veem, mas não sabem observar". O dr. Bell dizia aos seus convivas: "olhando de relance um indivíduo, a gente pode identificar-lhe o país de origem por suas feições; pelas mãos, a profissão e os meios de vida; e o resto da sua história é revelado pelo modo de andar, os maneirismos, os berloques do relógio e até os fiapos que aderem às suas roupas".

Criminologia e Ciência forense

As histórias de Sherlock Holmes ajudaram a se casar com ciência forense, particularmente a aguda observação de Holmes de pistas pequenas, e literatura. Ele usa evidências de rastreamento (como impressões de sapatos e pneus), impressões digitais, balística e análise de caligrafia para avaliar suas teorias e as da polícia. Algumas das técnicas de investigação do detetive, como a análise de impressões digitais e a caligrafia, estavam em sua infância quando as histórias foram escritas; Holmes frequentemente lamenta a contaminação de uma cena do crime e a integridade da cena do crime tornou-se um procedimento de investigação padrão. A Antropometria também ajuda a explicar muito das técnicas utilizados por Holmes. Alphonse Bertillon, em 1897, elaborou um método de identificação de pessoas, para ser utilizado principalmente na identificação de criminoso, esse método ficou conhecido como "Bertillonage", a partir de 1882. A Bertillonage se baseia em medições precisas de partes do corpo e em percepções antropológicas anteriores, sendo constituída por três partes:.mw-parser-output .flexquote{display:flex;flex-direction:column;background-color:#F1F1F1;border-left:3px solid #C7C7C7;font-size:100%;margin:1em 4em;padding:.4em .8em}.mw-parser-output .flexquote>.flex{display:flex;flex-direction:row}.mw-parser-output .flexquote>.flex>.quote{width:100%}.mw-parser-output .flexquote>.flex>.separator{border-left:1px solid #C7C7C7;border-top:1px solid #C7C7C7;margin:.4em .8em}.mw-parser-output .flexquote>.cite{text-align:right}@media all and (max-width:600px){.mw-parser-output .flexquote>.flex{flex-direction:column}}@media screen{html.skin-theme-clientpref-night .mw-parser-output .flexquote{background-color:transparent}}@media screen and (prefers-color-scheme:dark){html.skin-theme-clientpref-os .mw-parser-output .flexquote{background-color:transparent}}

Romance policial

Como gênero literário, o romance policial foi menosprezado por muito tempo, sendo considerado uma leitura facilitada, pois se baseia em técnicas de investigação e explicações como os casos e, muitas vezes, não aprofunda na personalidade dos personagens (com exceção dos principais). Edgar Allan Poe foi um dos precursores a escrever sobre um detetive, Poe criou Chevalier Auguste Dupin e lhe apresentou em uma série de contos: Os Assassinatos da Rua Morgue (1841), O Mistério de Marie Rogêt (1842). A Carta Roubada (1844). Poe influência claramente as história de Sherlock Holmes, tanto que uma das frases mais reconhecidas de Holmes, foi inspirada em um frase de Dupin. Na fala de Dupin: “Agora que fomos trazidos a esta conclusão de uma forma tão inequívoca, não é nosso papel, como homens de raciocínio, rejeitá-la em virtude de sua impossibilidade. O que nos resta é provar que estas “impossibilidades” aparentes, na realidade, são possíveis”, na versão de Holmes: “[...] quando se exclui o impossível, o que resta, por mais improvável que seja, deve ser a verdade”.

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Adaptações

Várias peças teatrais, paródias, contos e artigos do próprio Conan Doyle foram publicadas em antologias, como The Final Adventures of Sherlock Holmes (2005, edição de Peter Haining), Sherlock Holmes: the Published Apocrypha (1980, edição de Jack Tracy) e The Uncollected Sherlock Holmes (1993, compilação de Roger Lancelyn Green). Das muitas adaptações já feitas, alguns atores ficaram famosos pela interpretação do personagem, dois dos mais conhecidos sendo Basil Rathbone, em filmes de 1939 a 1946, e Jeremy Brett, na série da Granada Television de 1984 a 1994. Algumas outras adaptações são os filmes: Sherlock Holmes (filme de 2009), e sua continuação, Sherlock Holmes: A Game of Shadows, ambos do diretor inglês Guy Ritchie, com Robert Downey Jr. no papel principal e Jude Law como John Watson. O filme Mr. Holmes (2015) estrelou Ian McKellen como Sherlock Holmes, Laura Linney como a governante Munro e Milo Parker como seu filho Roger, na direção de Bill Condon. Na trama, baseada no livro A Slight Trick of the Mind, do autor norte-americano Mitch Cullin, Sherlock está aposentado, com 93 anos, e trabalhando como apicultor.

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Fontes consultadas

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