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Esperanto

O esperanto é a língua planejada mais falada no mundo. Ao contrário da maioria das outras línguas planejadas, o esperanto já saiu dos níveis de projeto e semilíngua.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 14/07/2026
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Origem do nome

"Esperanto" é formado pela junção do radical esper (em esperanto, com origem no latim sperare, "esperar"), da desinência ant (própria do particípio presente) e da desinência o (dos substantivos). Significa, portanto, "aquele que espera", "aquele que tem esperança".

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História

Ludwik Lejzer Zamenhof vivia em Białystok na atual Polônia (na época Império Russo). Em Białystok, moravam povos com diversas línguas diferentes que, por esta causa, fazia com que dificultasse a comunicação no cotidiano da população da cidade. Estes motivos motivaram Zamenhof a criar uma língua neutra. Durante a adolescência, criou a primeira versão da lingwe universala, uma espécie de esperanto arcaico. O seu pai, entretanto, fê-lo prometer deixar de trabalhar no seu idioma para se dedicar aos estudos. Zamenhof então foi para Moscou estudar medicina. Em uma de suas visitas à terra natal, descobriu que seu pai queimara todos os manuscritos do seu idioma. Zamenhof pôs-se então a reescrever tudo, adicionando melhorias e fazendo a língua evoluir. O primeiro livro sobre o esperanto foi lançado em 26 de julho de 1887, em russo, contendo as 16 regras gramaticais, a pronúncia, alguns exercícios e um pequeno vocabulário. Logo depois, mais edições do Unua Libro foram lançadas em alemão, polaco e francês. O número de falantes cresceu rapidamente nas primeiras décadas, primordialmente no Império Russo e na Europa Oriental, depois na Europa Ocidental, nas Américas, na China e no Japão. Muitos desses primeiros falantes vinham de outro idioma planificado: volapük. As primeiras revistas e obras originais em esperanto começaram a ser publicadas.

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Propriedades linguísticas

Classificação

O esperanto é uma língua aglutinante, sem gêneros gramaticais para entidades assexuais, sem conjugação de verbos variáveis por pessoa ou número e com três modos — indicativo, imperativo e subjuntivo, além das formas nominais do verbo e seis particípios; tem apenas dois casos morfológicos: o acusativo e o nominativo. Como uma língua construída, o esperanto não é relacionado genealogicamente a nenhuma língua étnica; pode ser descrito como uma língua de léxico predominantemente românico e de morfologia aglutinante. A fonologia, a gramática, o vocabulário e a semântica são baseados em línguas indo-europeias ocidentais. Os fonemas são essencialmente eslavos, assim como muito da semântica, enquanto o vocabulário é derivado primordialmente de línguas românicas, com uma menor contribuição de línguas germânicas e algumas palavras de várias outras línguas (o dicionário etimológico de esperanto "Konciza Etimologia Vortaro", de André Cherpillod, faz referência a 110 línguas).

Fonologia

O esperanto tem cinco vogais e 23 consoantes, das quais duas são semivogais. Não há tons. A sílaba tônica é sempre a penúltima (paroxítona), a não ser que a palavra tenha apenas uma vogal ou que a vogal final tenha sido omitida (situação em que é tônica a última sílaba; neste caso, é graficamente substituída por um apóstrofo: kastelo = kastel’) - recurso estilístico para a poesia.

Gramática

A gramática segue poucas regras simples, entre elas as chamadas 16 regras do esperanto, sendo porém necessário algum estudo para uma aprendizagem satisfatória. As palavras são formadas pela junção regular de radicais (prefixos, sufixos e outros), de modo que "novas" palavras criadas ad hoc são compreendidas trivialmente através da sua análise morfológica (inconsciente, no caso de falantes fluentes). As diferentes classes gramaticais são marcadas por desinências próprias: substantivos recebem a desinência -o, adjetivos recebem a desinência -a, advérbios derivados recebem a desinência -e e todos os verbos recebem uma de seis desinências de tempos e modos verbais.

Vocabulário

O vocabulário original do esperanto foi definido em Lingvo internacia, publicado por Zamenhof em 1887. Trata-se de uma compilação de 900 radicais, passíveis de expansão para dezenas de milhares de palavras com prefixos, sufixos e composição. Em 1894, Zamenhof publicou o primeiro dicionário de esperanto, Universala Vortaro, com uma maior quantidade de radicais. As próprias regras da língua permitem a introdução de novos radicais de acordo com a necessidade, recomendando apenas que isso seja feito a partir das formas mais internacionais. Desde então, muitas palavras têm sido "emprestadas", basicamente mas não apenas de línguas da Europa ocidental. Nem todas as novas palavras propostas entram em uso generalizado, mas muitas o fazem, especialmente termos técnicos e científicos. Termos para uso cotidiano, por sua vez, geralmente são feitos a partir de outros radicais — por exemplo, komputilo (computador) a partir de komputi (computar) com o uso do sufixo il (para indicar ferramentas). Há frequentes debates entre esperantófonos sobre a justificabilidade da introdução de uma palavra em particular e sobre as possibilidades de alcançar o sentido pretendido através da construção de palavras com elementos já existentes.

Sistema de escrita

O esperanto é escrito através de uma versão modificada do alfabeto latino, ao qual foram incluídas seis letras com sinais diacríticos: ĉ, ĝ, ĥ, ĵ, ŝ e ŭ. A língua não inclui as letras q, w, x e y, que podem porém ser encontradas em textos no seio de palavras não assimiladas oriundas de outras línguas. Todas as letras são pronunciadas como seus equivalentes minúsculos no Alfabeto Fonético Internacional, à exceção das seguintes: A impossibilidade de se escrever as letras com sinais diacríticos em certos meios fez com que se adotassem convenções substitutivas. Zamenhof, ainda nos primeiros anos da língua, recomendou o uso de "h" após as letras "c", "g", "h", "j" e "s" para formar "ĉ", "ĝ", "ĥ", "ĵ" e "ŝ". Uma convenção semelhante, mas com o "x", usando-o também para o "ŭ" ("cx" = "ĉ", "ux" = "ŭ", etc.), foi criada originalmente para utilização em telegrafia, evitando situações de ambiguidade entre o "h" ortográfico e este "h" substituto de diacrítico; muito usado nas últimas décadas, principalmente em meio eletrônico, com a popularização da internet.

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Razões alegadas para adesão ao esperanto

Problema linguístico

Muitos esperantófonos tomaram a iniciativa de aprender esperanto pelo chamado lingva problemo (literalmente, problema linguístico). Uma das maiores faces desse problema é o chamado imperialismo cultural, que encerra, em si, o favorecimento a poucos grupos linguísticos, e a pouca praticidade da estrutura vigente de comunicação entre sujeitos sociais de línguas diferentes. Vários estudiosos têm se debruçado sobre esses aspectos. Izabel Cristina Oliveira Santiago levanta várias ocasiões históricas em que o custo de traduções alcança níveis questionáveis: "Nova Délhi, 1968. A Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento custou mais de 2 milhões de dólares dos Estados Unidos, sendo que mais da metade disso foi gasto com o uso de apenas quatro línguas — tidas como predominantes. [...] só em 1976, por exemplo, em vez de serem investidos na alimentação das multidões de famintos, 700 mil dólares dos Estados Unidos foram gastos para traduzir, em seis línguas, os relatórios sobre a fome mundial." O psicólogo e ex-tradutor das Organização das Nações Unidas, Claude Piron (Bélgica, 1931 - 22 de janeiro de 2008), dedicou-se à temática, abordando-a sob um ponto de vista psicológico a partir de vastíssimo material bibliográfico e documental, tratando a insistência no atual modelo de comunicação internacional como uma neurose.

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Comunidade esperantófona

Geografia e demografia

Esperantófonos são mais numerosos na Europa e Ásia Oriental do que na América, África e Oceania, e mais numerosos em áreas urbanas do que em rurais. Na Europa, é mais comum nos países do norte e do leste; na Ásia, na China, na Coreia, no Japão e no Irã; na América, no Brasil, na Argentina e no México; na África, no Togo e em Madagascar. Uma estimativa do número de esperantófonos foi feita por Sidney S. Culbert, um professor de psicologia aposentado da Universidade de Washington e esperantista de longa data que rastreou e avaliou esperantófonos em áreas de amostragem em dezenas de países por mais de 20 anos. Culbert concluiu que entre um e dois milhões de pessoas falam esperanto no nível 3 da escala ILR (competência linguística para trabalho profissional). A estimativa de Culbert não foi feita apenas para o esperanto; incluía-se numa listagem de estimativas para todas as línguas com mais de um milhão de falantes, publicada anualmente no The World Almanac and Book of Facts. Uma vez que Culbert nunca publicou os resultados detalhados para países e regiões particulares, é difícil verificar a precisão de seus resultados.

Cultura

Como uma língua planejada, o esperanto realmente não possuía a princípio uma cultura, mas os mais de 130 anos de história (desde 1887) e divulgação da língua geraram o que poderíamos chamar como uma cultura multinacional esperantista. Algumas pessoas acusam-no quanto a ser um "idioma universal" por não apresentar cultura, literatura, falantes nativos e por outras razões. Em contrapartida, já há elementos de cultura própria do esperanto, há um acervo considerável de músicas e obras literárias originais na língua (inclusive alguns escritores, como William Auld, que já foram indicados ao Nobel de Literatura por suas obras originais em esperanto), há pessoas que têm o esperanto como língua materna (na maioria dos casos, poliglotas) e a língua é usada em todos os continentes.

Símbolos

Há alguns símbolos atribuídos pelo movimento esperantista a si mesmo ou à língua. Não há unanimidade no movimento esperantista a respeito da política do uso de símbolos, mas a maioria dos esperantistas reconhecem três símbolos: a estrela verde, a bandeira e o Jubilea Símbolo. Argumenta-se contra a estrela e a bandeira que elas dão um ar nacionalista ao objeto representado, podendo também ser confundido com ideários de outra natureza (o islão e o movimento dito comunista, por exemplo). O mais simples e antigo dos símbolos é a estrela verde de cinco pontas, usada, por exemplo, como broche ou adesivo para automóvel. Segundo a tradição, as cinco pontas representam os cinco continentes (segundo cálculo tradicional) e o verde simboliza a esperança. Zamenhof, entretanto, em 1911, já não tinha mais certeza de sua origem; a cor lhe fora proposta pelo irlandês A. Richard Henry Geoghegan, que depois lhe esclareceu que se tratava da cor nacional da Irlanda. Já em 1893, Louis de Beaufront propunha o uso do verde e da estrela em tudo que se relacionasse ao movimento. A consolidação da estrela como símbolo do esperanto data dos últimos anos do século XIX; da estrela na cor verde, provavelmente apenas em 1904.

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Esperanto e movimentos sociais

Existem diversos movimentos sociais e culturais que apoiam o esperanto de alguma forma.

Anarquismo

Os anarquistas estavam entre os primeiros à propagar o Esperanto. Em 1905, o primeiro grupo Esperantista anarquista foi formado. Muitos outros seguiram: na Bulgária, China e outros países. Os anarquistas e anarcossindicalistas, que antes da primeira guerra mundial formavam a maior seção entre os esperantistas proletários, fundaram Paco-Libereco, uma liga internacional que publicava o jornal Internacia Socia Revuo (Revista da Sociedade Internacional). Paco-Libereco se fundiu com outra associação progressista, Esperantista Laboristaro (Trabalhadores Esperantistas). A nova organização se chamava Liberiga Stelo (Estrela Libertadora). Publicou, até 1914, muitas peças de literatura revolucionária em esperanto, algumas relacionadas ao anarquismo. Dessa maneira se desenvolveu uma correspondência dinâmica entre anarquistas em diferentes países, por exemplo, entre anarquistas europeus e japoneses. Em 1907, a convenção anarquista internacional em Amsterdão publicou uma resolução sobre as linguagens internacionais, e durante os anos seguintes outras resoluções similares ocorreram. Esperantistas que participaram da convenção se ocupavam principalmente das relações internacionais entre anarquistas.

Centro de Mídia Independente

O Centro de Mídia Independente (CMI) é uma rede internacional formada por produtores de informação de ordem política e social que se autodeclaram independentes de quaisquer interesses empresariais ou governamentais. O site brasileiro do CMI possui versão em esperanto.

Bona Espero

Bona Espero é uma escola e internato localizada no município de Alto Paraíso de Goiás, região norte do estado de Goiás, a 412 quilômetros de Goiânia (capital do estado) e a 280 quilômetros de Brasília (capital federal), que abriga crianças carentes da região onde a utilização e o ensino do esperanto é comum no dia a dia. A instituição vem sendo visitada por muitos esperantistas ao longo de seus mais de 50 anos de existência. Foi fundada por um grupo nordestino de esperantistas; hoje, é administrada pelo casal Gratapagglia, por Ursula (alemã) e Giuseppe (italiano), além de outros três diretores.

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Esperanto e religiões

Alguns grupos religiosos ao redor do mundo apoiam, de alguma forma, o esperanto. A religião oomoto encoraja o uso do esperanto entre seus seguidores, e inclui Zamenhof entre seus espíritos divinos. A Congregação Cristã no Brasil recebeu uma versão em esperanto, intitulada de Kristana Kongregacio en Brazilo. A primeira tradução da Bíblia para esperanto foi uma tradução do Tanakh (Velho Testamento), feita por Zamenhof. A tradução foi revisada e comparada com traduções para outras línguas por um grupo de clérigos britânicos, antes de sua publicação na British and Foreign Bible Society em 1910. Em 1926, ela foi publicada junto com uma tradução do Novo Testamento, numa edição geralmente chamada de Londona Biblio. Nos anos 1960,a Internacia Asocio de Bibliistoj kaj Orientalistoj tentou organizar uma nova e ecumênica versão da Bíblia em esperanto. Desde então, o pastor luterano Gerrit Berveling traduziu os Livros Deuterocanônicos, além de novas traduções dos evangelhos, algumas das epístolas do Novo Testamento e alguns livros do Tanakh; estes foram publicados em várias brochuras separadas, ou em série na revista Dia Regno, mas os deuterocanônicos apareceram numa edição recente da Londona Biblio.

Catolicismo

Em 1910, foi fundada a União Internacional Católica Esperantista, cujo órgão, a revista Espero Katolika, é o periódico em esperanto mais antigo ainda em atividade. Papas (incluindo pelo menos João Paulo II e Bento XVI) usaram o esperanto frequentemente no urbi et orbi multilíngue. A Radio Vaticana transmite semanalmente em esperanto.

Cristandade em geral

A Kristana Esperantista Ligo Internacia (Liga Internacional Cristã Esperantista) foi formada logo cedo na história do esperanto e é de orientação predominantemente protestante, mas também são filiados a ela católicos romanos e ortodoxos. Há alguns apologistas e professores cristãos que usam o esperanto como um meio de comunicação. O pastor nigeriano Bayo Afolaranmi tem um grupo no Yahoo! chamado "Spirita nutraĵo" (alimento espiritual), que hospeda mensagens semanais desde 2003.

Espiritismo

Em 1908, o espírita Camilo Chaigneau escreveu um artigo intitulado "O Espiritismo e o Esperanto" na revista de Gabriel Delanne (depois reproduzido no periódico "La Vie d'Outre-Tombe", de Charleroi, e na revista brasileira Reformador em 1909), recomendando o uso de esperanto em uma "revista central" para todos os espíritas no mundo. O esperanto, então, foi divulgado ativamente no Brasil por espíritas. Este fenômeno originou-se através de Ismael Gomes Braga e Francisco Valdomiro Lorenz, sendo o último um emigrante de origem checa que foi pioneiro de ambos os movimentos neste país. Assim, a Federação Espírita Brasileira publica livros didáticos de esperanto, traduções das obras básicas do espiritismo e encoraja os espíritas a se tornarem esperantistas.

Fé Bahá'í

A Fé Bahá'í encoraja o uso de uma língua auxiliar, e, sem endossar nenhuma língua específica, vê no esperanto um grande potencial para esse papel. Lidja Zamenhof, filha do fundador do esperanto, tornou-se Bahá'i e foi uma destacada personalidade da embrionária Fé Bahá'í no início do século XX.

Homaranismo

Zamenhof promoveu uma doutrina filosófica e religiosa chamada homaranismo, mas temeu que se confundissem as ideias da doutrina com o ideal pró-esperanto. Por esse e outros motivos, não se empenhou tanto em sua divulgação. Todavia, a maior parte dos adeptos do homaranismo hoje são esperantistas, tendo conhecido a doutrina através do esperanto.

Islão

Ayatollah Khomeini do Irã fez um chamado oficial aos islâmicos ao aprendizado do esperanto e elogiou o uso dessa língua como um meio para melhor compreensão entre povos de diferentes religiões. Após sugerir que o esperanto substituísse o inglês como uma língua franca internacional, a língua foi introduzida nos seminários de Cume. Uma tradução do Corão em esperanto foi publicada pelo Estado. Pouco tempo depois, Khomeini e o governo iraniano passaram a fazer oposição ao esperanto em 1981, após notar que seguidores da Fé Bahá'i estavam interessados no esperanto.

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Uso

O esperanto é, frequentemente, usado para se ter acesso a uma cultura internacional, dispondo ele de um vasto leque de obras literárias, tanto traduzidas como originais. Há mais de 25 000 livros em esperanto, entre originais e traduções, além de mais de uma centena de revistas editadas regularmente. Muitos esperantófonos usam a língua para viajar livremente pelo mundo usando o Pasporta Servo, rede internacional de hospedagem solidária. Outros têm correspondentes em vários países diferentes através de serviços como o Esperanto Koresponda Servo. Com o desenvolvimento da internet e sua maior popularização, as iniciativas de imprensa em esperanto têm se tornado mais fáceis, e pouco a pouco ela se desenvolve. Atualmente, vários Estados subvencionam transmissões regulares em esperanto de suas estações de rádio oficiais, como República Popular da China, Polônia (diariamente), Cuba, Itália e Vaticano. Em menor escala, várias estações de rádio mantêm programas em ou sobre esperanto, como a Rádio Rio de Janeiro, que tem um departamento dedicado exclusivamente ao esperanto.

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Fontes consultadas

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