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Mamangaba

As mamangabas ou mamangavas são abelhas do gênero/género científico Bombus, que incluem numerosas espécies, como a Bombus terrestris, de ampla distribuição tanto no Brasil quanto em Portugal. Possuem abdómen largo e piloso, geralmente de cor negra e amarela. Medem aproximadamente 3 centímetros de comprimento.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 30/07/2026
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Outros nomes e etimologia

Podem ser conhecidas ainda pelos nomes de Mangangá, mamangaba, mangango, mamangava, mangava, mangangava, mangangaba (todos eles com origem no tupi antigo mangangá) ou ainda vespa-de-rodeio no Brasil; e abelhão, mata-cavalo, abugão em Portugal; e ainda por vezes, tanto no Brasil quanto em Portugal, "zangão" (nome que também pode, porém, designar os machos de qualquer espécie de abelha)

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Características

Imagem: Mandeandrade · BY-NC-ND · Openverse

As mamangavas são abelhas grandes (cerca de 3,6 cm), de modo de vida solitário, podendo gerar de 4 a 5 crias por ano, podem nidificar escavando galerias em troncos de árvores mortas, galhos ou qualquer tecido vegetal relativamente seco, sem fendas ou rachaduras, de preferência madeira mole, sendo que algumas espécies podem nidificar em tecidos vivos. Embora seja um abelha solitária, pode apresentar ninhos sociais, em que as fêmeas trabalham conjuntamente, entretanto essas abelhas não apresentam modo de vida igual as demais espécies sociais, que vivem obrigatoriamente em grupo. Os machos são facilmente diferenciados das fêmeas, pois possuem coloração amarela. As mamavagavas são consideradas espécies multivoltinas, ou seja, elas podem ter de quatro a cinco gerações por ano, significando que elas constróem e cuidam de seus ninhos durante todo o ano, com maior frequência nos meses de dezembro a março

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O Paradoxo da Abelha

Imagem: Mauricio Mercadante · BY-NC-SA · Openverse

De acordo com o mito, a mamangaba ou abelha seria incapaz de voar pelo tamanho de suas asas não ser proporcional ao seu peso. A história é antiga e se popularizou recentemente por causa do filme Bee Movie - A História de uma Abelha. Ela é comumente usada em livros de autoajuda, com o acréscimo de que sem que saiba disso ela voa mesmo assim, por não ligar para o que os humanos acham impossível. A história teria se originado quando um aerodinamicista estava jantando com um biólogo, que buscava entender a aerodinâmica das asas das abelhas. Ele teria feito algumas contas em um guardanapo, esboçando seu voo como o de um avião, e teria provado que ela seria incapaz de voar. Outra possível origem seria Jakob Ackeret, famoso por seu trabalho pioneiro com a dinâmica de gases supersônicos. As primeiras aparições na literatura científica são atribuídas a Reinhardt Demoll e a Antoine Magnan, que teria feito os cálculos junto com seu assistente André Saint-Lagué.

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Fontes consultadas

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