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Radiografia

Radiografia é uma técnica de exame de imagem que utiliza raios X para ver um material cuja composição não é uniforme como o corpo humano. Um feixe heterogêneo de raios X é produzido por um gerador e projetado sobre um objeto. A densidade e a composição de cada área determina a quantidade de raios X absorvida. Os raios X que atravessam são capturados atrás do objeto por um detector. Produz-se então uma representação em duas dimensões de todas as estruturas superpostas.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 19/07/2026
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História

A descoberta dos raios-x se deu em 1895 enquanto Röntgen desenvolvia estudos sobre os raios catódicos em seu laboratório. O trabalho se iniciou quando Röntgen observou que os raios catódicos se propagavam para fora da ampola de Crookes, notando luminescência em uma placa de platinocianureto de bário quando uma corrente elétrica passava pela ampola. Através de estudos, testes e ideias, Röntgen descobriu os “novos raios”, os quais denominou de raios-x por não saber exatamente de qual tipo de raio se tratava e também para distingui-los de outros tipos. Röntgen realizou variados testes com diferentes objetos posicionados entre os raios e a placa. Enquanto segurava esses objetos para realização dos testes, pode visualizar um leve esboço dos ossos de sua mão. Aprofundando os testes, Röntgen trocou a placa por uma chapa fotográfica e, a partir disso, teve certeza de que havia descoberto algo interessante.

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Equipamento

Grelha

Pode ser colocada uma grelha anti-difusão entre o doente e o detetor para reduzir a quantidade de raios X difundidos que chegam ao detetor. Isto melhora a resolução do contraste da imagem, mas também aumenta a exposição do doente à radiação.

Detectores

Os detectores podem ser divididos em duas categorias principais: detectores de imagem (como chapas fotográficas e película de raios X (película fotográfica), atualmente substituídos na sua maioria por vários dispositivos de digitalização, como placas de imagem ou detectores de painel plano) e dispositivos de medição da dose (como câmaras de ionização, contadores Geiger e dosímetros utilizados para medir a exposição local à radiação, a dose e/ou a taxa de dose, por exemplo, para verificar se o equipamento e os procedimentos de proteção contra as radiações são eficazes numa base contínua).

Marcadores laterais

Um marcador anatómico lateral radiopaco é adicionado a cada imagem. Por exemplo, se o paciente tiver a sua mão direita radiografada, o técnico de radiologia inclui um marcador radiopaco “R” no campo do feixe de raios X como um indicador da mão que foi fotografada. Se não for incluído um marcador físico, o técnico de radiologia pode adicionar o marcador do lado correto mais tarde, como parte do pós-processamento digital.

Intensificadores de imagem e detectores de matriz

Como alternativa aos detectores de raios X, os intensificadores de imagem são dispositivos analógicos que convertem prontamente a imagem de raios X adquirida numa imagem visível num ecrã de vídeo. Este dispositivo é constituído por um tubo de vácuo com uma ampla superfície de entrada revestida no interior com iodeto de césio (CsI). Quando atingido por raios X, o material fosforoso faz com que o fotocátodo adjacente emita electrões. Estes electrões são então focados por lentes de electrões no interior do intensificador para um ecrã de saída revestido com materiais fosforescentes. A imagem da saída pode então ser gravada através de uma câmara e visualizada.

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Fontes consultadas

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