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Predação

A Predação são relações ecológicas que ocorrem entre seres vivos, denominadas relações bióticas. Este tipo de interação representa uma relação biótica intraespecífica, ou seja, uma interação que ocorre entre indíviduos de diferentes espécies.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 20/07/2026
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Classificando predadores

Imagem: J. Coelho · BY · Openverse

Alguns critérios de classificação incluem a escolha das presas (sempre com relação custo-benefício mais favorável) e a coevolução ou pressão seletiva para o desenvolvimento de ambas as espécies (especialização x generalização). Vieira nos apresenta a seguinte classificação de predadores em relação à dieta: Monófagos têm sua abundância estreitamente vinculada à de sua presa, enquanto polífagos dificilmente são afetados por oscilações na disponibilidade das mesmas. Geralmente, polífagos são encontrados em área com muita vegetação, como p. ex. na Amazônia.

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Efeito da predação sobre população de presas

Imagem: J. Coelho · BY · Openverse

Em nível de população, os efeitos da predação nem sempre podem ser vistos como prejudiciais a uma população. As presas podem ser uma amostra aleatória, e os sobreviventes podem compensar (com a redução da competição por recursos, e a redução da taxa de predação por outros predadores) com aumento de crescimento, sobrevivência e reprodução. Enquanto a predação é ruim para as presas apanhadas, pode ser boa para aquelas que não são (o impacto da predação com frequência é limitado por reações compensatórias entre os sobreviventes, como resultado da redução da competição intraespecífica). A predação pode manter a densidade populacional das presas envolvidas, pois sendo elas espécies "inferiores" ao ponto de vista competitivo, sua quantidade de indivíduos pode diminuir, levando-as a extinção.

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Efeito do consumo sobre os consumidores

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O aumento na quantidade de alimento (presas) consumido pelos predadores individuais (consumidores), eleva as taxas de crescimento, natalidade e sobrevivência deste, diminuindo sua taxa de mortalidade. Há casos em que as relações entre taxas de consumo e benefícios ao consumidor se distinguem: os animais necessitam certa quantidade de alimento para sua manutenção, de contrário, não são capazes de crescer e se reproduzir, afetando as futuras gerações. As taxas de natalidade, crescimento e sobrevivência não aumentam, à medida que aumenta a quantidade de alimento, os consumidores se tornam saciados. Quanto ao tempo de geração, os consumidores de geração curto tendem a seguir o ritmo da quantidade e abundância de seu alimento (presas), já os consumidores de geração longo demoram mais para responderem de suas presas e para recuperar-se quando reduzidos a densidades baixas.

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Alimentação

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O termo preferência, por um tipo de alimento, é dito quando há abundância de tal alimento na dieta de um animal em relação ao ambiente em que ele vive, ou seja, é necessário não apenas analisar a dieta do animal (análise do conteúdo fecal por exemplo), mas também estimar a disponibilidade dos diferentes tipos de alimentos. Há dois tipos de preferências: se diz qualitativa quando há uma preferência por itens mais valiosos entre os disponíveis (evidente em carnívoros); e a equilibrada quando há itens que proporcionam uma parte integral de uma dieta mista e equilibrada. Na dieta mista, os consumidores aceitam alimentos de baixa qualidade, pois uma vez encontrados, preferem comer a continuar a busca. Outro benefício seria em questão de que alguns alimentos possuem produto químico tóxico indesejável e diferente que outros alimentos não possuem, mantendo as concentrações de todas essas substâncias dentro dos limites aceitáveis na sua ingestão.

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