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Lei de Conway

A Lei de Conway, formulada pelo programador Melvin Conway em 1967, estabelece uma relação direta entre a forma como uma organização se comunica e a estrutura dos sistemas que ela desenvolve. Em sua essência, a lei afirma que as organizações que projetam sistemas acabam por criar projetos que espelham suas próprias estruturas de comunicação. Isso significa que a arquitetura de um software ou sistema tende a refletir a dinâmica e os fluxos de informação dentro da equipe ou empresa responsável por sua criação.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 21/08/2026

Pontos-chave

  • A Lei de Conway conecta a comunicação organizacional à estrutura dos sistemas desenvolvidos.
  • Melvin Conway apresentou a ideia original em 1967.
  • Sistemas tendem a espelhar as estruturas de comunicação de suas criadoras.
  • Variações da lei relacionam o número de equipes ao número de passos de um sistema.
  • A estrutura da equipe de desenvolvimento influencia diretamente a arquitetura do software.
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Variações da Lei de Conway

A Lei de Conway foi reinterpretada e expandida por outros pensadores. Eric S. Raymond, um proeminente defensor do Código Aberto, reformulou a lei em "The New Hacker's Dictionary", baseando-se no Jargon File. Ele propôs que a organização do software e a organização da equipe que o desenvolve são congruentes. Para ilustrar, Raymond citou um exemplo do próprio Conway: se quatro grupos trabalham em um compilador, o resultado será um compilador com quatro passos. Complementando essa ideia, Tom Cheatham apresentou uma emenda, publicada posteriormente, que sugere que se um grupo de N pessoas implementa um compilador COBOL, o compilador terá N-1 passos, pois uma pessoa do grupo necessariamente assumirá um papel de gerência.

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