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Heavy metal

Heavy metal é um gênero do rock que se desenvolveu no final da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte no Reino Unido e nos Estados Unidos. Tendo como raízes o blues-rock e o rock psicodélico, as bandas que criaram o heavy metal desenvolveram um som massivo e encorpado, caracterizado por um timbre saturado e distorcido dos amplificadores, pelas cordas graves da guitarra para a criação de riffs e pela exploração de sonoridades em tons menores, dando um ar sombrio às composições. O Allmusic afirma que "de todos os formatos do rock 'n' roll, o heavy metal é a forma mais extrema em termos de volume e teatralidade".

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 01/07/2026
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Características

O heavy metal se caracteriza tradicionalmente por guitarras altas e distorcidas, ritmos enfáticos, um som de baixo-e-bateria denso e vocais vigorosos. Os subgêneros do metal tradicionalmente enfatizam, alteram ou omitem um ou mais destes atributos. Segundo o crítico do New York Times Jon Pareles, "na taxonomia da música popular, o heavy metal é a principal subespécie do hard rock — o tipo com menos síncope, menos blues, com mais ênfase no espetáculo e mais força bruta." A típica formação da banda inclui um baterista, um baixista, um guitarrista base, um guitarrista solo e um cantor, que pode ou não também tocar algum dos instrumentos. Teclados são por vezes usados para enriquecer o corpo do som; as primeiras bandas de heavy metal costumavam usar um órgão Hammond, enquanto sintetizadores se tornaram mais comuns posteriormente. A guitarra elétrica e o poder sônico que ela projeta através dos amplificadores foi, historicamente, o elemento chave do heavy metal. As guitarras frequentemente são tocadas com pedais de distorção, por meio de amplificadores de tubo com bastante overdrive, criando um som espesso, poderoso e "pesado". Um elemento central do heavy metal é o solo de guitarra, uma forma de cadenza. À medida que o gênero se desenvolveu, solos e riffs mais sofisticados e complexos tornaram-se parte integral do estilo. Guitarristas usam técnicas como sweep-picking e tapping para tocar com mais velocidade, e diversos estilos do metal enfatizam demonstrações de virtuosismo. Algumas bandas influentes do gênero, como Judas Priest e Iron Maiden, têm dois ou até mesmo três guitarristas que partilham tanto a guitarra base quanto a solo. Uma característica importante é o uso de escalas pentatônicas, exemplificado em bandas como Led Zeppelin, Deep Purple ou Black Sabbath.

Linguagem musical

O ritmo nas canções de metal é enfático, com acentuações intencionais. A ampla gama de efeitos sonoros disponíveis para os bateristas do metal permite que os padrões rítmicos utilizados assumam grande complexidade e mantenham a sua insistência e potência elementares. Em boa parte das canções do estilo a levada principal caracteriza-se por figuras rítmicas curtas, de duas ou três notas — geralmente compostas de colcheias ou semicolcheias. Estas figuras rítmicas costumam ser executadas com ataques em staccato, criados através da técnica conhecida como palm muting, na guitarra base. Células rítmicas breves, abruptas e independentes são juntadas a frases rítmicas com uma textura distinta, frequentemente irregular. Estas frases são utilizadas para criar um acompanhamento rítmico e figuras melódicas chamadas de riffs, que ajudam a criar ganchos temáticos. As canções de heavy metal também usam figuras rítmicas mais longas, como acordes, semibreves ou com a duração de uma semínima nas chamadas power ballads mais lentas. O tempo no heavy metal mais antigo tinha a tendência a ser "lento, até mesmo ponderoso." No fim da década de 1970, no entanto, as bandas de metal empregavam uma ampla variedade de andamentos. Na década de 2000, os andamentos do metal variam de baladas lentas (semínima = cerca de 60 batidas por minuto) até andamentos blast beat extremamente rápidos (semínima = 350 batidas por minuto).

Temática

O Black Sabbath e as muitas bandas de metal que eles influenciaram concentraram a temática de suas letras "em assuntos soturnos e depressivos, até então nunca abordados em qualquer forma de música popular", de acordo com os acadêmicos David Hatch e Stephen Millward, que tomam como exemplo o álbum Paranoid, de 1970, que "continha canções que lidavam com traumas pessoais — 'Paranoid' e 'Fairies Wear Boots' (que descrevia os lados menos glamourosos do consumo de drogas) — bem como confrontavam questões mais amplas, como a autoexplicativa 'War Pigs' ("porcos de guerra") e 'Hand of Doom'". O holocausto nuclear também foi abordado em canções do metal, como "2 Minutes to Midnight", do Iron Maiden, e "Killer of Giants", de Ozzy Osbourne. A morte é um tema frequente do heavy metal, abordado rotineiramente na letra de bandas tão diferentes quanto Slayer e W.A.S.P. As formas mais extremas do death metal e do grindcore tendem a ter letras agressivas e escatológicas.

Imagem e vestimenta

Tal como acontece em muitos gêneros populares, a imagem visual possui uma grande importância no heavy metal. Além das canções, a "imagem" de uma banda de heavy metal é expressada na artes da capa dos álbuns, logótipos, cenários nas apresentações, roupas e videoclipes. Várias bandas de heavy metal como Alice Cooper, Kiss, Lordi, Slipknot e Gwar, tornam-se conhecidas, além de por sua música, por suas personae e papéis no palco. O uso de cabelos longos, de acordo com Weinstein, é a "característica de distinção mais importante da moda metal." Originalmente adotado pela subcultura hippie, os cabelos usados nas décadas de 1980 e 1990 "simbolizavam o ódio, angústia e desencanto de uma geração que nunca se sentiu em casa." de acordo com o jornalista Nader Rahman. O cabelo comprido dava aos membros da comunidade do metal "o poder de que precisavam para se rebelar contra nada em geral."

Gestos físicos

Muitos músicos de heavy metal, quando se apresentam ao vivo praticam o chamado headbanging (conhecido no Brasil como bate-cabeça), que consiste em balançar a cabeça de acordo com o ritmo da música. Esse movimento fica ainda mais enfatizado quando quem o pratica possui cabelos compridos. A mão chifrada, gesto utilizado por todas as vertentes do metal, foi popularizado pelo vocalista Ronnie James Dio com o Black Sabbath e Dio. Embora Gene Simmons do Kiss diga que foi o primeiro a fazer o gesto em 1977, na capa do álbum Love Gun, a origem verdadeira do gesto ainda é alvo de especulações. Espectadores de concertos de metal não dançam de forma usual; Deena Weinstein argumenta que isso se deve ao grande público masculino e a "ideologia extremamente heterossexual". Ela indica dois movimentos corporais que substituem a dança: o headbanging e um impulso com o braço, que é tanto um sinal de apreço quanto um gesto rítmico. A prática da air guitar também é popular entre os fãs do metal. Outras atividades em apresentações incluem o stage diving (mergulhar sobre a plateia), crowd surfing ("surfar" por cima da cabeça da plateia) e empurrar os presentes, gerando uma aparente briga caótica e generalizada (chamado de moshing).

Subcultura

Deena Weinstein afirma que o heavy metal sobrevive muito mais que outros gêneros de rock em grande parte devido ao surgimento de uma intensa, excludente e forte subcultura masculina. Embora os fãs de heavy metal sejam em grande parte jovens, brancos, do sexo masculino e da classe trabalhadora, costumam ser "tolerantes com aqueles que estão fora de sua base demográfica". A identificação como subcultura não é somente pela experiência compartilhada em concertos e elementos comuns de vestimenta, mas também com publicações direcionadas exclusivamente ao gênero e mais recentemente, websites. A cena do metal tem sido caracterizada como uma "subcultura da alienação", com seu próprio código de autenticidade. Este código coloca várias exigências sobre os artistas: eles devem parecer completamente dedicados à música e leais à subcultura que a suporta; devem parecer desinteressados em apelo popular e hits de rádio e nunca devem "se vender". Isso promove uma "oposição à autoridade estabelecida e separação do resto da sociedade." Estudiosos de heavy metal notaram a tendência dos fãs em classificar e rejeitar alguns artistas (e outros fãs) como "posers" "que fingem ser parte da subcultura mas são considerados sem autenticidade e sinceridade."

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Etimologia

A origem do termo inglês heavy metal ("metal pesado") em um contexto musical é incerta; a frase foi relacionado por séculos com a química e a metalurgia, onde a tabela periódica organiza os elementos como metais leves e metais pesados (exemplo: urânio). Um exemplo de um dos primeiros usos da palavra na cultura popular moderna foi feito pelo escritor contracultural William S. Burroughs, que, em seu romance de 1962, The Soft Machine, incluiu um personagem conhecido como "Uranian Willy, the Heavy Metal Kid". Seu romance seguinte, Nova Express, de 1964, desenvolveu o tema, usando heavy metal como uma metáfora para drogas que viciam: "Com suas doenças e drogas orgásticas e suas formas de vida parasitas e assexuadas — Pessoas de Metal Pesado de Urano, envoltas numa fria névoa azul de notas de dinheiro vaporizadas — e as Pessoas Inseto de Minraud, com a música metal." O historiador de metal Ian Christe, descreveu o que os componentes do termo significavam em "hippiespeak", a "linguagem dos hippies" da época: "heavy", "pesado", seria um sinônimo aproximado de "potente" ou "profundo", e "metal" indicaria um certo tipo de estado de espírito, pesado e opressivo como o metal. A palavra "heavy", neste sentido, era um elemento básico da cultura beatnik e, posteriormente, da gíria usada na contracultura, e referências à "música pesada" ("heavy music") — tipicamente variações mais lentas e mais amplificadas das canções pop tradicionais — já eram comuns em meados da década de 1960. O álbum de estreia do Iron Butterfly, lançado no início de 1968, recebeu o título de Heavy. O primeiro uso do termo heavy metal numa gravação foi a referência a uma motocicleta na canção "Born to Be Wild", da banda Steppenwolf, também lançada naquele ano: "I like smoke and lightning/Heavy metal thunder/Racin' with the wind/And the feelin' that I'm under." Uma alegação posterior, e questionada, sobre a fonte do termo, foi feita por "Chas" Chandler, ex-empresário do Jimi Hendrix Experience; numa entrevista de 1995 ao programa Rock and Roll, da PBS, ele assegurou que heavy metal "era um termo que veio de um artigo do New York Times sobre um show de Jimi Hendrix", onde o jornalista comparou o evento a "ouvir metal pesado caindo do céu." A fonte para esta alegação nunca foi encontrada.

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História

Nessa década de 2010 houve o surgimento e o desenvolvimento de um novo gênero e de uma nova cena de metal, respectivamente denominado por Djent. Gênero esse na qual apresenta como característica excessivos riffs em palm mute que são fortemente dissonantes e distorcidos, executados em constante contratempo e mesmo em polirritmia, bem como ocorrendo simultaneamente uma sonoridade ambiente. No Djent é comum o uso de guitarras de sete, de oito, e até de nove cordas. Entre algumas das principais bandas desse emergente gênero e cena estão o After the Burial (atualmante), o Animals as Leaders, o Born of Osiris (atualmente), o Meshuggah (atualmente, sendo essa uma banda precursora do gênero), o Monuments, o Periphery (atualmente), o TesseracT (também precursora do gênero), o The Contortionist, o Uneven Structure e o Vildhjarta.

Antecedentes: fim da década de 1950 e meados da década de 1960

Enquanto o estilo de guitarra típico do heavy metal, construído em torno de riffs e acordes pesados e distorcidos, pode ter suas origens encontradas nos instrumentais do americano Link Wray, no fim da década de 1950, a linhagem direta do gênero se inicia no meio da década seguinte. O blues americano se tornou uma grande influência para os primeiros músicos do gênero na Grã-Bretanha, e bandas como Rolling Stones e The Yardbirds desenvolveram o blues-rock, gravando covers de muitas canções clássicas do blues, frequentemente acelerando seus andamentos. À medida que experimentavam com a música, estas bandas britânicas influenciadas pelo blues — e as bandas americanas que elas influenciavam, por consequência — desenvolveram o que se tornaria posteriormente a marca registrada do heavy metal, em especial o som alto e distorcido da guitarra. O Kinks desempenhou um papel crucial ao popularizar este som em seu hit de 1964, "You Really Got Me".

Origens: fim da década de 1960 e início da década de 1970

Em 1968 o som que se tornaria conhecido como heavy metal começou a coalescer. Em janeiro daquele ano Blue Cheer, uma banda de São Francisco, Califórnia, lançou um cover do clássico de Eddie Cochran, "Summertime Blues", retirado de seu álbum de estreia, Vincebus Eruptum — canção que muitos consideram a primeira gravação legítima de heavy metal. Naquele mesmo mês outra banda americana, Steppenwolf, lançou seu álbum de estreia, que continha o clássico "Born to Be Wild", cuja letra se refere ao termo "heavy metal". Em julho daquele ano, duas outras gravações que marcaram época foram lançadas: "Think About It", dos Yardbirds — lado B do último single da banda — com uma performance do guitarrista Jimmy Page que antecipou o estilo de metal que lhe tornaria famoso; e In-A-Gadda-Da-Vida, do Iron Butterfly, com sua faixa-título de 17 minutos, um dos principais concorrentes pelo título de primeiro álbum de heavy metal. Em agosto, a versão single de "Revolution", dos Beatles, com sua bateria e guitarra reverberantes, levou estes novos padrões de distorção a um contexto de alta vendagem.

Mainstream: final da década de 1970 e década de 1980

As vendas dos discos de heavy metal diminuíram drasticamente no final da década de 1970, perdendo espaço para o punk rock, disco e outros tipos de rock. Com as grandes gravadoras fixadas no punk, muitas bandas britânicas novas de heavy metal foram influenciadas pelos movimentos agressivos, sons de alta energia e tendência de baixa fidelidade e "faça você mesmo". Bandas de metal underground começaram a surgir com gravações feitas de forma independente e barata para pequenas audiências. O Motörhead, fundado em 1975, foi a primeira banda importante a ficar em uma posição intermediária entre o punk e o metal. Com a explosão do punk em 1977, outras bandas seguiram a mesma linha. Não demorou até os jornais musicais britânicos como o NME e Sounds tomarem conhecimento do que foi batizado por Geoff Barton como movimento New Wave of British Heavy Metal ("Nova Onda do Heavy Metal Britânico"). O NWOBHM, que incluía bandas como Iron Maiden, Saxon e Def Leppard, deu uma nova carga de energia ao gênero. Seguindo o exemplo de Judas Priest e Motörhead, as bandas de heavy metal endureceram os seus sons, reduzindo os elementos do blues e colocando andamentos cada vez mais rápidos. Em 1980, o NWOBHM invadiu o mainstream, com álbuns do Iron Maiden e Saxon, bem como Motörhead, atingindo o top 10 das paradas britânicas. Embora menos bem-sucedidas comercialmente, outras bandas do NWOBHM tais como Venom e Diamond Head, também tiveram uma influência significativa no desenvolvimento do metal. Em 1981, o Motörhead tornou-se a primeira banda desta nova geração a atingir o topo das paradas do Reino Unido com No Sleep 'til Hammersmith.

Outros gêneros do metal: décadas de 1980, 1990, 2000 e 2010

A maioria dos subgêneros do heavy metal se desenvolveram na década de 1980, fora do mainstream comercial. O crítico Garry Sharpe-Young, autor de uma enciclopédia multivolume sobre o metal, separa o gênero underground em cinco grandes categorias: thrash metal, death metal, black metal, power metal e os subgêneros relacionados ao doom e gothic metal. O thrash metal surgiu no começo da década de 1980, influenciado pelo hardcore punk e New Wave of British Heavy Metal, particularmente nas canções mais aceleradas, conhecidas como speed metal. O movimento começou nos Estados Unidos com o thrash metal da Bay Area. O som desenvolvido pelos grupos de thrash era mais rápido e agressivo do que o das bandas do metal original, os riffs graves são tipicamente acompanhados por conduções shred. As letras muitas vezes expressam pontos de vista niilistas ou lidam com questões sociais, usando uma linguagem visceral e agressiva. O thrash por vezes é descrito como "a música da decadência urbana.

Novas fusões: década de 1990 e início da década de 2000

A era do mainstream do metal na América do Norte chegou ao fim com o começo da década de 1990, dando espaço para o surgimento de bandas grunge, como o Nirvana, sinalizando o avanço de popularidade do rock alternativo. O grunge era influenciado pelo som do heavy metal, mas rejeitava os excessos sonoros das bandas de metal mais populares. O glam metal perdeu completamente a popularidade não só devido ao sucesso do grunge, mas também por causa da crescente popularidade de sons mais agressivos, como o do Metallica, e groove metal pós-thrash, com o do Pantera e White Zombie. Contrariando a tendência, algumas bandas de metal alcançaram sucesso comercial durante a primeira metade da década — o álbum Far Beyond Driven (1994) do Pantera chegou ao topo das paradas da Billboard naquele ano — porém, "aos olhos chatos do mainstream o metal estava morto". Algumas bandas tentaram adaptar-se ao novo cenário musical. O Metallica, por exemplo, renovou a sua imagem: os membros da banda mudaram o visual e cortaram os cabelos, e em 1996 encabeçaram o Lollapalooza, festival de rock alternativo criado por Perry Farrell, vocalista do Jane's Addiction. Apesar disso provocar uma reação negativa dos fãs de longa data, o Metallica continuou sendo uma das bandas mais bem-sucedidas do mundo durante o novo século.

Tendências recentes: meio e fim da década de 2000

O metal voltou a popularizar-se na década de 2000, principalmente na Europa Continental. No novo milênio, a Escandinávia emergiu como área produtora de bandas inovadoras e de sucesso, enquanto Bélgica, Países Baixos e especialmente Alemanha, foram os mercados mais importantes. Se estabeleceram bandas continentais que colocaram vários álbuns no top 20 das paradas alemãs entre 2003 e 2008, como a banda finlandesa Children of Bodom, os noruegueses do Dimmu Borgir, alemães do Blind Guardian e suecos do HammerFall. Na década de 2000 também houve o ressurgimento da cena thrash metal. O metalcore, um híbrido de metal extremo e hardcore punk, emergiu com uma grande força comercial em meados da década de 2000. Esse estilo está enraizado em um estilo cruzado do thrash, desenvolvido duas décadas antes por bandas como Suicidal Tendencies, Dirty Rotten Imbeciles e Stormtroopers of Death. Na década de 1990, o metalcore foi em sua maioria um fenômeno underground; as primeiras bandas do estilo incluem Earth Crisis, Converge, Hatebreed e Shai Hulud. Em 2004, o metalcore melódico — influenciado pelo death metal melódico — tornou-se popular o suficiente para que álbuns como The End of Heartache do Killswitch Engage e The War Within do Shadows Fall, chegassem à vigésima-primeira e vigésima posições, respectivamente, nas paradas da Billboard.

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Fontes consultadas

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