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Groovy

Groovy é uma linguagem de programação orientada a objetos desenvolvida para a plataforma Java como alternativa à linguagem de programação Java. Groovy possui características de Python, Ruby e Smalltalk.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
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História

Imagem: Calsidyrose · BY · Openverse

James Strachan falou sobre o desenvolvimento do Groovy pela primeira vez em seu blog em Agosto de 2003. Em Março de 2004, Groovy foi enviado ao Java Community Process(JCP) como JSR 241 e aceito. Diversas versões foram lançadas entre 2004 e 2006. Depois que o processo de padronização atráves do JCP começou, a numeração de versão mudou, e uma versão chamada "1.0" foi lançada em 2 de Janeiro de 2007. Depois de vários betas numerados como 1.1, em 7 de Dezembro de 2007, Groovy 1.1 Final foi lançado e imediatamente renumerado como Groovy 1.5 para refletir as várias mudanças que foram feitas. Em 2007, Groovy ganhou o primeiro lugar no prêmio de inovação JAX 2007. Em 2008, Grails, uma Framework para aplicações web Groovy, ganhou o segundo lugar no prêmio de inovação JAX 2008. Em Novembro de 2008, SpringSource adquiriu a empresa responsável pelo Groovy and Grails(G2One). Em Agosto de 2009, VMware adquiriu a SpringSource.

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GroovyC

Imagem: Howard J Duncan · BY · Openverse

Groovyc é a ferramenta de linha de comando do compilador Groovy. Ele permite que você compile fontes Groovy em bytecode. Ele desempenha o mesmo papel que javac no mundo Java. A maneira mais fácil de compilar um script ou classe Groovy é executar o seguinte comando: Isso produzirá um arquivo MinhaClasse.class (bem como outros arquivos .class, dependendo do conteúdo da fonte).

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Produção de JSON

Imagem: Whiskeygonebad · BY-NC-SA · Openverse

Groovy vem com suporte integrado para conversão entre objetos Groovy e JSON. As classes dedicadas à serialização e análise JSON são encontradas no pacote groovy.json.

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Funcionalidades

Imagem: Wonderlane · CC0 · Openverse

Apesar de ser inspirada e ter diversas funcionalidades de Java, Groovy não é apenas uma linguagem de script. pode ser compilada, gerando bytecodes Java, ou seja, um arquivo de código fonte Groovy pode virar um arquivo .class, recurso não encontrado em JRuby por exemplo. Desta forma, a única coisa necessária para o programador rodar códigos Groovy no ambiente de produção, é a máquina virtual Java e o jar com o runtime e API`s do Groovy. Ele é totalmente integrado a Java no nível mais baixo. Se instanciado um objeto tipo Date em Groovy, esse nada mais é do que uma instância de Java.util.Date. E tudo funciona de forma transparente, já que debaixo dos panos, tudo é bytecode Java. Groovy é escolhido muitas vezes pois sua sintaxe é mais simples e enxuta do que Java, mesmo não sendo Java e possuindo recursos poderosos como closures, que não são encontradas na linguagem Java.

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Utilização

Imagem: demandaj · BY-NC-ND · Openverse

Muitos desenvolvedores utilizam Groovy em suas aplicações Java, como extensão da linguagem, para escrever regras de negócio, facilitando a customização para diferentes clientes. Para cada caso de uso baseado no Java, os desenvolvedores não precisam de todas as capacidades dinâmicas oferecidas pela linguagem. Geralmente esperam que o compilador Groovy ofereça comportamento semelhante ao dado pelo javac. Os desenvolvedores buscam erros de compilação, para casos de digitação incorreta de nomes de variáveis e métodos, atribuições incorretas etc. Por isso, o Groovy 2.0 passou a suportar a verificação estática de tipos.

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Dialetos

Imagem: Brechtbug · BY-NC-ND · Openverse

Existe uma implementação alternativa do Groovy:

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Suporte de IDEs

Imagem: Crusty Da Klown · CC0 · Openverse

Muitas IDEs e editores de texto suportam Groovy:

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Fontes consultadas

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