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Federação Italiana de Futebol

A Federação Italiana de Futebol, é o órgão dirigente do futebol sediada em Roma, na Itália. A entidade foi fundada em Turim em 15 de março de 1898 sob o nome Federazione Italiana del Football (FIF), manteve esse nome até 1909.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 20/07/2026
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História

As origens

Foi fundada na cidade de Turim em 15 de março de 1898 sob o nome de Federação Italiana de Futebol – FIF (em italiano: Federazione Italiana del Football), nome esse mantido até 1909, para a presidência da nova associação foi eleito em 25 de março o engenheiro Mario Vicary, numa espécie de constituinte presidida pelo Conde Enrico D'Ovidio. Seguindo esse impulso que deu à Federação uma estrutura formal, o futebol conseguiu chegar rapidamente em toda a Itália, reunindo a empolgação e iniciativas que já haviam infectado as grandes cidades, de Gênova a Roma, de Turim a Palermo, de Milão para Nápoles. Pouco mais de dois meses depois de sua fundação, em 8 de maio de 1898, a Federazione organizou um torneio realizado no Velódromo Humberto I em Turim entre FC Torinese, Genoa, Ginnastica Torino e Internazionale Torino; o Genoa foi o campeão do Torneio, conquistando de fato o que, então, entraria para a história como a primeira edição do Campeonato Italiano de Futebol.

O período do pós-guerra

Durante o barulho sinistro das bombas da Segunda Guerra Mundial, o futebol teve que parar, e mais uma vez a guerra varreu tudo, e dramaticamente interrompeu o ar de entusiasmo e alegria que estava crescendo. A partir do período do pós-guerra, a Federação foi abalada por resultados decepcionantes alcançados em campo, motivados pelos escândalos nacionais ou extra-futebolistas.. O futebol está entre os fatores que ajudaram a Itália a sair dos escombros da guerra: os bons anos do Grande Torino (vencedor de cinco campeonatos seguidos) e Tragédia de Superga (1949), tiveram repercussões imediatas na seleção nacional, que acabou eliminada na primeira rodada das Copas do Mundo de 1950 e 1954 e não qualificada para o Mundial de 1958. Foi também um período de grave crise para a FIGC: o presidente Ottorino Barassi renunciou, abrindo caminho para uma nova gestão do Comitê Executivo, nas mãos do comissário extraordinário Bruno Zauli. Foi, no entanto, este período da gestão do Comitê Executivo temporário que encorajou a transformação total de todo o corpo da federação e sua organização e Bruno Zauli inicia a renovação da FIGC em 1959: três ligas foram instituídas (profissional, semi-profissional e amador), a Associação de Árbitros foi transformada em um Setor da FIGC e outros dois setores de serviços foram criados, o setor Técnico, com sede em Coverciano, e o setor de categorias de base, que deu novo impulso às escolinhas de futebol. O mandato de Zauli chegou ao fim, e Umberto Agnelli chegou à frente da Federação em 1959. No entanto, ele logo decidiu desistir da tarefa porque estava muito envolvido com seus compromissos com a FIAT. No seu lugar, em 1961, começou o período de Giuseppe Pasquale à frente da entidade, ele foi "esmagado" pelo fracasso da seleção na 1966 contra a Coréia. Em 1967, com a chegada de Artemio Franchi à presidência da FIF (FIGC), o futebol italiano redescobriu sua forma em escala internacional. Em 1968, a Itália comandada por Valcareggi sediou e tornou-se campeã da Eurocopa e em 1970 foi vice-campeã da Copa do Mundo no México, perdendo a final para o Brasil por 4–1, depois de vencer na semifinal a Alemanha na prorrogação por 4–3. Os sucessos também ocorreram fora de campo: o Presidente da FIGC, Artemio Franchi, foi eleito presidente da UEFA em 1973 e vice-presidente da FIFA em 1974, deixou o cargo na FIGC para Franco Carraro em 1976, mas acabou voltando ao posto em 1978 e ficou até 1980.

Anos 70/90

Um escândalo de apostas levou à renúncia de Artemio Franchi da presidência da FIGC, à véspera da Copa do Mundo na Espanha, onde a Itália treinada por Enzo Bearzot conquistou seu terceiro título mundial, sob a gestão do presidente Federico Sordillo, que substituiu Franchi em 1980. Em 1986, as consequências do Totonero bis, um escândalo de jogos de futebol na Itália entre 1984 e 1986 nas Serie A, Serie B, Serie C1 e Serie C2, levaram Franco Carraro ao comando da FIGC, como comissário extraordinário. Antonio Matarrese foi eleito presidente da FIGC em outubro de 1987. Nesse meio tempo, a reforma do Estatuto promovida por Carraro garantiu um arranjo mais funcional para toda a organização. Os anos que seguiram foram importantes para o futebol italiano, pois a seleção masculina conquistou o terceiro lugar no Campeonato Europeu de 1988, na Alemanha, e dois anos depois sediou a Copa do Mundo de 1990.[carece de fontes?]

A era contemporânea

No final da presidência da FIF (FIGC) de Luciano Nizzola, nenhum candidato conseguiu obter o quórum necessário para ser eleito. Assim, a liderança da FIGC foi assumida pelo presidente do Comitê Olímpico Nacional Italiano – CONI, Gianni Petrucci, como comissário extraordinário. Após um ano de administração externa do presidente do CONI, Franco Carraro tornou-se presidente da Federação Italiana de Futebol, depois de ter sido eleito com mais de 90% dos votos durante a Assembleia Geral realizada em 28 de dezembro de 2001, em Roma. Franco Carraro voltou a presidência da FIGC depois de 25 anos, ele tinha sido sido eleito pela primeira vez em 1 de agosto de 1976.[carece de fontes?]

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Componentes da FIGC

A Federazione Italiana Giuoco Calcio conta com os seguintes componentes:

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Fontes consultadas

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