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Eudora Welty

Eudora Alice Welty foi uma escritora de contos e romances e fotógrafa estadunidense que escreveu sobre a Região Sul dos Estados Unidos. Seu romance The Optimist's Daughter venceu o em 1973. Welty ganhou diversos prêmios, incluindo a Medalha Presidencial da Liberdade. Sua casa em Jackson, Mississippi foi designada como um marco histórico nacional e é aberta à visitação pública como um museu.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 18/07/2026
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Biografia

Eudora Welty nasceu em Jackson, Mississippi em 13 de abril de 1909, filha de Christian Webb Welty (1879–1931) e Mary Chestina Andrews Welty (1883–1966). Ela cresceu com os irmãos mais novos Edward Jefferson e Walter Andrews. Sua mãe era professora do ensino básico. Sua família frequentava a igreja metodista. A casa da família permanece de pé e foi listada no Registro Nacional de Lugares Históricos. Welty logo desenvolveu um amor pela leitura reforçado por sua mãe, que acreditava que "qualquer cômodo de nossa casa, a qualquer hora do dia, estava lá para ler ou para quem lesse." Seu pai, que trabalhava como executivo de seguros, ficou intrigado com gadgets e máquinas e inspirou em Welty o amor por coisas mecânicas. Mais tarde, ela usou a tecnologia como simbolismo em suas histórias e também se tornou uma fotógrafa ávida, como seu pai. Ela frequentou a Central High School em Jackson. Perto da época de sua formatura no ensino médio, Welty mudou-se com sua família para uma casa construída para eles na Pinehurst Street número 1119, que permaneceu como seu endereço permanente até sua morte. Wyatt C. Hedrick projetou a casa em estilo Tudor Revival dos Weltys, que agora é conhecida como Eudora Welty House and Garden.

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Fotografia

Enquanto Welty trabalhava como agente de publicidade para a Works Progress Administration, ela tirava fotos de pessoas de todas as classes econômicas e sociais em seu tempo livre. Do início da década de 1930, suas fotografias mostram os pobres rurais do Mississippi e os efeitos da Grande Depressão. Coleções de suas fotografias foram publicadas como One Time, One Place (1971) e Photographs (1989). Sua fotografia serviu de base para vários de seus contos, incluindo Why I Live at the P.O., que foi inspirado em uma mulher que ela fotografou passando roupa nos fundos de uma pequena agência dos correios. Embora focada em escrever, Welty continuou a tirar fotografias até a década de 1950.

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Carreira de escritora e principais obras

O primeiro conto de Welty, Death of a Traveling Salesman, foi publicado em 1936. Seu trabalho atraiu a atenção da autora Katherine Anne Porter, que se tornou sua mentora e escreveu o prefácio da primeira coleção de contos de Welty, A Curtain of Green, em 1941. O livro estabeleceu Welty como um dos principais nomes da literatura americana e apresentou as histórias Why I Live at the P.O., Petrified Man e a frequentemente antologizada A Worn Path. Empolgada com a impressão das obras de Welty em publicações como The Atlantic Monthly, a Junior League de Jackson, da qual Welty era membro, solicitou permissão aos editores para reimprimir algumas de suas obras. Ela publicou mais de quarenta contos, cinco romances, três obras de não ficção e um livro infantil. O conto Why I Live at the P.O. foi publicado em 1941, com outros dois, pela The Atlantic Monthly. Foi republicado no final daquele ano na primeira coleção de contos de Welty, A Curtain of Green. A história é sobre Irmã e como ela se afasta da família e acaba morando no correio onde trabalha. Vista pelos críticos como literatura sulista de qualidade, a história captura comicamente as relações familiares. Como a maioria de seus contos, Welty captura com maestria o idioma sulista e dá importância à localização e aos costumes. A Worn Path também foi publicado no The Atlantic Monthly e A Curtain of Green. É visto como um dos melhores contos de Welty, ganhando o segundo lugar do Prêmio O. Henry em 1941.

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Fontes consultadas

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