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Empirismo

Na filosofia, o empirismo é uma teoria do conhecimento que afirma que o conhecimento sobre o mundo vem apenas da experiência sensorial; é a experiência do real.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 14/07/2026
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Etimologia

O termo "empirismo" vem do grego /έμπειρία/, que traduzido em latim significa "experientia", que significa "experiência" em português.

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História

Imagem: ucooperativadecolombia · BY-NC-ND · Openverse

Antigas formas de empirismo incluem o trabalho epistemológico de Buda no Oriente. No entanto, aqui nós consideramos a evolução das atitudes filosóficas ocidentais. Segundo o Papa Francisco, a empiria não explica todos os aspectos da vida em que a teologia participa e por isso é limitada.

Antiguidade

Na antiguidade clássica havia uma separação clara entre: Na antiguidade clássica o conhecimento teórico e prático, como saber universal e necessário ideal de "conhecer" é independente da experiência, e é a sabedoria. A última expressão da verdade e do conhecimento, como a ciência, é a Metafísica e o mais próximo possível do modelo ideal de vida a felicidade, como ética, constituem o ideal do sábio. Esta separação de conhecimento e ação prática na produção de bens materiais responde a uma tradição guerreira aristocrática da classe nobreza ou decisão. As artes e ofícios eram os de escravos e comerciantes, mas a "sabedoria" (filosofia) foi adequada para a nobreza e os homens livres.

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Empirismo britânico

O método empírico de Francis Bacon e de Thomas Hobbes influenciou toda uma geração de filósofos no Reino Unido a partir do século XVII. John Locke é considerado o fundador ("pai") dessa tradição, que ficou conhecida como empirismo britânico, em oposição ao racionalismo que predominava na maior parte da Europa continental. Em seu livro Ensaio Sobre o Entendimento Humano, Locke descreve a mente humana como uma tabula rasa (literalmente, uma "ardósia em branco"), onde, por meio da experiência, vão sendo gravadas as ideias. A partir dessa análise empirista da epistemologia, Locke diferencia dois tipos de ideias: as ideias simples, sobre as quais não se poderia estabelecer distinções, como a de amarelo, duro, etc., e as ideias complexas, que seriam associações de ideias simples (por exemplo ouro — que é uma substância dura e de cor amarelada). Com isso, formar-se-ia um conceito abstrato da substância material.

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Fontes consultadas

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