Ásia
Ásia é o maior dos continentes, tanto em área como em população. Abrange um terço das partes sólidas da superfície da Terra e é responsável por abrigar quase três quintos da população mundial. A Ásia faz fronteira no lado ocidental com a África e com a Europa, e no lado oriental com o oceano Pacífico, a Oceania e, em menor proporção, com a América do Norte, pelo Estreito de Bering. O ponto extremo setentrional do continente está localizado no oceano Glacial Ártico. Mas na parte meridional, a Ásia chega ao seu final na região mais quente dos trópicos, nas imediações da linha do equador. Na Ásia são encontradas algumas das montanhas mais altas do mundo; os rios mais extensos; os maiores desertos, planícies e planaltos; as selvas e florestas mais densas. A altitude máxima e a mínima está localizada na Ásia. O monte Everest, a altitude máxima do planeta, está localizada a 8.848 m acima do nível do mar; ao longo da linha fronteiriça da República Democrática Federal do Nepal com a região autônoma chinesa do Tibete. O litoral do mar Morto, a planície de menor altitude do mundo, estão localizadas a 396 m abaixo do nível do mar, na região fronteiriça do Estado de Israel com o Reino Haxemita da Jordânia.
O termo "Ásia" foi recebido pela língua portuguesa através do latim, a partir do grego antigo Ασία. O primeiro registro do topônimo é encontrado em Heródoto: em cerca de 440 a.C., aquele historiador grego mencionava a uma divisão do mundo em três partes, cujos nomes referiam-se a personagens da mitologia grega: a Europa, em homenagem à ninfa oceânida ou à filha de Agenor; a Líbia (que é como os gregos antigos chamavam a África), em homenagem à mãe de Agenor; e a Ásia (Ασία), em homenagem a outra ninfa oceânica, mais conhecida como Clímene. À época, o termo Ásia servia para designar a atual Ásia Menor (Anatólia) ou, por oposição ao mundo grego ou egípcio, o Império Aquemênida. O termo Ασία, por sua vez, pode ser derivado do acádio (w)aṣû(m), que significa "subir", "sair", com respeito ao nascer do sol. Outra explicação para a etimologia refere-se a Homero, que menciona na Ilíada um certo Ásio, aliado dos troianos e filho de Hírtaco. O nome "Ásio" proviria de Assua, uma confederação de Estados do século XIV a.C. localizada no oeste da Anatólia e cujo nome teria origem no hitita assu, que significa "bom".
A história da Ásia pode ser entendida como a história coletiva de várias regiões litorâneas distintas — o leste asiático, a Ásia meridional e o Oriente Médio — ligadas pela estepe eurasiática no interior do continente. Cidades, depois Estados e impérios surgiram naquelas áreas. A periferia costeira foi o berço de algumas das civilizações mais antigas do mundo. Cada uma daquelas regiões desenvolveu uma civilização ao longo de vales férteis de rios. As civilizações da Mesopotâmia, do vale do Indo e da China tinham muito em comum e provavelmente trocaram tecnologia e ideias, como a matemática e a roda. Outros avanços, como a escrita, desenvolveram-se independentemente em cada região. A estepe era habitada por nômades a cavalo que, a partir das estepes centrais, alcançavam qualquer parte do continente asiático. A primeira expansão conhecida das estepes para a costa foi a dos indo-europeus, que levaram sua família linguística ao Oriente Médio, à Índia e às fronteiras da China. A parte norte do continente, correspondente à Sibéria, permaneceu inacessível aos nômades, devido a suas densas florestas e à tundra, e manteve-se pouco habitada.
A área do continente asiático é superior a 44,5 milhões de quilômetros quadrados, correspondentes a quase um terço de todas as terras emersas do nosso planeta. Só no continente moram aproximadamente .mw-parser-output .tooltip-dotted{border-bottom:1px dotted;cursor:help}4 mil milhões * de habitantes, número que supera quase 50% da população do mundo, como resultado da densidade demográfica fora do comum e superior a 70 habitantes por quilômetro quadrado. Essa vasta área territorial é atravessada por três paralelos: no ponto extremo setentrional, em território russo, pelo Círculo Polar Ártico; na parte meridional, pelo Trópico de Câncer; e, no centro do território arquipelágico indonésio, pela linha do Equador. Localizada quase totalmente no hemisfério setentrional, com somente uma porção dos territórios insulares do sul indonésio ocupando o hemisfério meridional, o continente asiático torna-se extenso de 10 graus de latitude ao sul da linha do Equador a 80 graus de latitude ao norte dessa mesma linha divisória. Distribuindo-se por inteiro pelo hemisfério leste, torna-se extenso de 25 para além de 180 graus de longitude a leste do Meridiano de Greenwich.
Relevo
A Ásia apresenta características contrastantes: enormes terras baixas de aluvião e de litoral e grandes formações planálticas com cordilheiras muito altas, que se tornam extensas por uma vasta área centro-meridional, entre os territórios nacionais turco e indonésio. Isso tudo faz do continente asiático o único com aproximadamente 1 000 metros de cota altimétrica média. As montanhas de maior altitude estão localizadas na cordilheira do Himalaia, mas existem outras que se espalham por toda a área territorial, situando-se no continente asiático as 18 montanhas mais altas do mundo. O relevo asiático é caracterizado pela apresentação de seus contrastes de extremidade altimétrica:
Clima
A vasta extensão territorial e, portanto, as diferenças de latitude, a presença alternada de áreas baixas e elevadas, a grande influência das massas de ar e ainda a continentalidade e a maritimidade trazem para o continente grande variedade de tipos de clima e, consequentemente, de formações vegetais. Nas terras situadas no extremo norte predomina o clima polar, que vai se tornando mais ameno em direção ao sul. O centro do continente, por situar-se distante de influências marítimas e, em parte, devido à altitude do relevo, que bloqueia a passagem dos ventos oceânicos, é dominado pelo clima temperado continental, que alterna verões de elevadas temperaturas com invernos muito frios. Já o temperado oceânico, ocupando grandes extensões do continente, sofre variações em função da altitude do relevo, da latitude e da interioridade.
Hidrografia
Tanto as chuvas abundantes da região influenciada pelos climas equatorial e tropical quanto a grande quantidade de neve derretida das altas montanhas favorecem a existência de grandes rios, que correm em quase todas as direções do continente asiático. Podemos destacar: A Ásia apresenta poucos lagos, embora de grande extensão, como o Baical e o Balcache, localizados na Rússia. Se os lagos existem em pequeno número, os mares asiáticos aparecem com muito mais destaque: mar Vermelho, que limita as costas africanas e asiáticas; Mar da Arábia; a sudeste, mar da China Meridional, mar da China Oriental, Mar de Andamã e mar Amarelo; os mares da Indonésia: de Java, de Timor, de Banda, de Celebes; a nordeste, os mares de Ocótsqui, do Japão e de Bering. No limite com a Europa, aparece o maior mar fechado do mundo, o mar Cáspio.
Vegetação
Como as formações vegetais dependem do tipo de solo e principalmente do clima, a Ásia apresenta muitas variedades vegetais, ainda que parcialmente destruídas ou alteradas pela milenar ocupação humana. No extremo norte do continente, junto ao polo, não há condições para a existência de vegetação, porém mais ao sul, na planície Siberiana, começam a surgir formações de tundra. Ainda rumo ao sul, à medida que o clima polar se torna menos intenso e o frio se estende por um número menor de meses, aparece a vasta região da taiga, quase integralmente pertencente à Rússia. O maior destaque, entretanto, está nas estepes, que ocupam grandes extensões da Ásia Central, aparecendo em áreas de clima temperado continental.
Regiões geográficas
Considerando que uma região geográfica é uma área mais ou menos definida, caracterizada por determinados aspectos físicos e humanos, seria possível encontrar dezenas delas no continente e até mesmo algumas em um mesmo país. Por esse motivo, e para facilitar o estudo e a compreensão das características e dos problemas políticos e sociais de um continente tão vasto, vamos simplificar sua divisão estudando-o através de seis grandes regiões geográficas. São elas: o Oriente Médio, o subcontinente indiano, o sudeste asiático, o centro-leste, o Extremo Oriente e a parte asiática da Comunidade de Estados Independentes. Essa área, que se estende desde a Turquia até o Afeganistão, apresenta como característica física dominante o predomínio do clima seco, o que resulta na existência de desertos. Como característica populacional, destaca-se a ocupação por brancos e uma das densidades demográficas mais baixas do continente.
O continente asiático ocupa um espaço que corresponde a cerca de um terço de todas as terras do planeta, sendo, portanto, maior que a extensão somada de todas as Américas, ou da Europa com a África. Nessas terras vivem mais de três milhares de milhões de habitantes, ou seja, mais da metade da população mundial, resultando numa densidade demográfica de 70 habitantes por quilômetro quadrado, aproximadamente três vezes maior que a densidade média da Terra. Embora muito numerosa, a população asiática é mal distribuída: nas planícies, sobretudo as irrigadas pelas monções, e nas grandes cidades, as densidades demográficas são altíssimas, enquanto nas regiões desérticas, montanhosas e geladas, e mesmo em áreas de climas muito quentes, a população apresenta-se rarefeita. Países como China, Índia, Indonésia, Japão, Paquistão e Bangladexe estão entre os mais populosos da Terra, enquanto outros, como a Mongólia ou mesmo trechos setentrionais da Rússia, apresentam as mais baixas densidades demográficas do planeta.
Taxa de natalidade
Um fator que agrava o problema da má distribuição demográfica são as altas taxas de natalidade e a tendência à concentração urbana, características de todos os países subdesenvolvidos, como é o caso da maioria das nações asiáticas. Apenas alguns poucos países conseguiram sucesso em suas campanhas de planejamento familiar, reduzindo-se o crescimento populacional na China e praticamente estancando-o no Japão. Em outros casos, a situação continua alarmante; é o que ocorre, por exemplo, com a Índia, onde a cada ano a população apresenta um crescimento vegetativo de 2,1%. Isso representa anualmente cerca de 14 milhões de crianças à espera de formação e, futuramente, de emprego. Na prática, isso se mostra economicamente impossível, o que torna ainda mais agudo o subdesenvolvimento desse e de outros países asiáticos.
Etnias
Embora a maior parte da população asiática seja composta de povos de raça amarela, há também expressivo número de representantes dos outros troncos étnicos, o negro e o branco. Os amarelos compõem a etnia dominante e distribuem-se pelas regiões da taiga e da tundra (ao norte), pelos planaltos da Ásia Central e sobretudo pelo leste e sudeste do continente, regiões asiáticas mais intensamente povoadas. Ocorrem grandes diferenças físicas, linguísticas e culturais entre esses povos (chineses, japoneses, coreanos, malaios, indonésios), mas sobretudo entre eles e os grupos mais isolados, como os quirguizes, mongóis e tibetanos. Os brancos ou caucasoides predominam no Oriente Médio, onde são encontrados os árabes, os turcos, os israelenses, curdos, etc., e na Ásia Central, cujos países receberam grandes contingentes de população eslava (principalmente russos) ao serem incorporados à extinta União Soviética. Também na Índia e no Paquistão há um ramo étnico branco, mas seus representantes são bem amorenados.
Línguas
Em um continente que apresenta tão grande diversidade étnica e que registrou um longo período de dominação colonial em grande parte de seu território, é muito natural que se verifique grande diversidade de idiomas. Os principais, falados por mais de 100 milhões de pessoas, são: o mandarim (a língua mais falada do mundo), o árabe, o malaio-indonésio, o coreano, o japonês e, dentre as muitas línguas faladas na Índia, o hindi-urdu e o bengali. Entretanto, existem mais de uma centena de línguas ou dialetos em uso corrente em toda a Ásia.
Religiões
A Ásia também abriga as grandes religiões da humanidade, tendo sido o berço de quase todas elas. 22% dos asiáticos professam o hinduísmo cerca de 792 897 000, comum na Índia e arredores, e o budismo, comum em todo o Extremo Oriente com 9,1% cerca de 350 000 000 de seguidores, onde além dessa religião, são praticados o Cristianismo Católico e Ortodoxo com 135 000 000 e os protestantes com aproximadamente de 50 000 000 de seguidores, além das religiões chinesas, o confucionismo (China) e o xintoísmo (Japão). O islamismo é outra religião bastante difundida na Ásia com cerca de 807 034 000 fazendo dela a maior religião em números absolutos de pessoas na Ásia, sobretudo no Oriente Médio, Turquestão, Índia e Insulíndia. Merece destaque ainda o judaísmo, centralizado em Israel.
Outros territórios
Existem ainda alguns territórios sem estatuto de dependência, pertencentes a outros países localizados noutros continentes, mas que no entanto se situam na Ásia.
Grandes regiões da Ásia
As diferenças e semelhanças entre os países asiáticos fazem com que a regionalização do continente possa ser feita em cinco grandes conjuntos: Outra divisão possível, em grandes áreas geográfico-culturais, é a seguinte:
Em 2007, a maior economia nacional na Ásia, em termos de produto interno bruto (PIB), é a da China, seguida da Índia e do Japão. No final dos anos 1990 e início do século XXI, as economias chinesa e indiana têm crescido rapidamente, a taxas médias anuais de mais de 8%. Entretanto, pelo critério do PIB nominal (calculado pela taxa de câmbio), a China ainda é a maior economia asiática e a segunda maior do mundo. O crescimento econômico da Ásia desde a Segunda Guerra Mundial até os anos 1990 concentrou-se em alguns poucos países da costa do Pacífico; recentemente, espalhou-se para outras regiões. Os principais blocos comerciais do continente são: Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (APEC), Reunião Econômica Ásia-Europa, Associação de Países do Sudeste Asiático (ASEAN), Acordos de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais (da China com Hong Kong e com Macau), Comunidade de Estados Independentes (CEI) e Associação Sul-Asiática para Cooperação Regional (SAARC).
Mineração
O continente tem grandes produções de ouro (principalmente na China, Rússia, Indonésia, Cazaquistão e Uzbequistão); prata (principalmente na China e Rússia); cobre (principalmente na China, Rússia e Cazaquistão); platina (Rússia); minério de ferro (China, Índia, Rússia, Cazaquistão e Turquia); zinco (China, Índia, Cazaquistão e Rússia); molibdênio (China, Armênia, Irã, Rússia, Mongólia e Turquia); lítio (China); chumbo (China, Rússia, Índia, Turquia, Tajiquistão e Cazaquistão); bauxita (China, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Rússia, Vietnã e Malásia); estanho (China, Indonésia, Mianmar, Vietnã, Malásia, Rússia e Laos); manganês (China, Índia, Mianmar, Malásia, Vietnã, Cazaquistão e Geórgia); mercúrio (China, Tajiquistão e Quirguistão); antimônio (China, Rússia, Tajiquistão, Mianmar, Turquia, Irã, Vietnã, Cazaquistão e Laos); níquel (Indonésia, Filipinas, Rússia e China); rênio (Coréia do Sul, China, Cazaquistão, Uzbequistão e Armênia); iodo (Japão, Turcomenistão, Azerbaijão, Indonésia e Rússia), entre outros.
Agropecuária
A atividade econômica mais difundida em todo o continente é a agricultura, ressaltando-se o cultivo do arroz em toda a vasta região atingida pelas monções. Mais ao norte, o trigo é intensamente cultivado; em áreas menos férteis, o solo é ainda aproveitado para a produção de cevada, milho e outros cereais. Em todas essas culturas, a China sobressai, apresentando-se como um dos quatro maiores produtores mundiais. Além dos cereais, merecem destaque os cultivos de fumo, chá, juta, algodão, pimenta e borracha. Na China e Japão cultiva-se também a amoreira, cujas folhas servem de alimento ao bicho-da-seda. Dos casulos desse animal são extraídos fios com que se fazem tecidos muito apreciados em todo o mundo.
Indústria
Na produção de veículos, o continente tinha 10 dos 30 maiores produtores mundiais em 2020: China (1º), Japão (3º), Coréia do Sul (5º), Índia (6º), Rússia (10º), Tailândia (11º), Turquia (14º), Irã (18º), Indonésia (20º) e Malásia (23º). Na produção de aço, o continente tinha 12 dos 30 maiores produtores mundiais em 2019: China (1º), Índia (2º), Japão (3º), Rússia (5º), Coréia do Sul (6º), Turquia (8º), Irã (10º), Taiwan (12º), Vietnã (14º), Bangladexe (20º), Indonésia (25º) e Arábia Saudita (29º). O Japão foi, durante muito tempo, o mais industrializado dos países asiáticos. Graças à maciça ajuda norte-americana após a Segunda Guerra Mundial e à adoção de uma série de medidas internas, seu desenvolvimento industrial fez-se em bases firmes, transformando o país, em pouco tempo, numa potência industrial. Possuindo um parque industrial amplo e diversificado, o Japão se evidencia na produção de navios, automóveis e produtos elétricos e eletrônicos. A região oriental da Rússia, embora economicamente menos importante que a parte europeia do país, abriga diversos centros de indústrias de base (no Cazaquistão), localizados próximo de áreas exploratórias de minério, como ferro e carvão.
A cultura da Ásia é o agregado artificial da herança de muitas nacionalidades, sociedades, religiões, e grupos étnicos na região, tradicionalmente chamada um continente de uma perspectiva central ocidental, da Ásia. A região ou "o continente" são mais comumente divididos em sub-regiões geográficas e culturais mais naturais, inclusive a Ásia Central, a Ásia Oriental, a Ásia Meridional ("o subcontinente indiano"), a Ásia Setentrional, a Ásia Ocidental e o Sudeste Asiático. Geograficamente, a Ásia não é um continente distinto; culturalmente, houve pouca unidade ou história comum de muitas das culturas e povos da Ásia. A arte, a música, e a culinária, bem como a literatura, são partes importantes da cultura asiática. A filosofia oriental e a religião também desempenham um papel principal, com budismo, hinduísmo, taoísmo, confucionismo, islã, e cristianismo todos os papéis principais desempenham. Uma das partes mais complexas da cultura asiática é a relação entre culturas tradicionais e o mundo ocidental.
Na Ásia existem países desenvolvidos, como Japão, Coreia do Sul, Israel, Singapura ou Taiwan, que revelam níveis de prosperidade econômica e social comparáveis aos da Europa ou da América do Norte. Essas áreas, entretanto, pouco representam, se comparadas com muitos dos demais países, geralmente bastante pobres e violentamente atingidos pelo subdesenvolvimento. Mesmo aqueles exportadores de petróleo, que tiveram lucros fabulosos a partir do início da década de 1970, não escapam a essa característica. Há inúmeros fatores que contribuem para que a Ásia exiba grande atraso e miséria. Entre eles, podem ser citados: Além destes fatores histórico-culturais, também os de ordem natural dificultam o desenvolvimento econômico. O clima e relevo hostis são obstáculos ao aproveitamento agrícola de vastas extensões localizadas em áreas montanhosas, geladas ou desérticas, limitando as áreas cultiváveis do continente.


