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Dalmo Ferreira

Dalmo Ferreira foi um ator, diretor, escritor, roteirista e carnavalesco brasileiro.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 24/07/2026
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Biografia

Dalmo Ferreira nasceu 16 de agosto de 1935, em Porto Alegre, município natural do Rio Grande do Sul. Começou no ramo da atuação no Teatro Experimental do Negro e, posteriormente, ingressou no Teatro Escola de São Paulo e somente em 1957 estreou na televisão num teatro televisivo pela Rede Tupi. Durante sua caminhada no carnaval se tornou um dos carnavalesco bem popular, ganhando destaque com Solano Trindade através do Festival do Populario Nacional, um grande êxito no ano de 1962, fazendo tempo depois vir o Sessão de Samba. Além disso, foi vice-presidente da União das Escolas de Samba de São Paulo e da Escola de Samba Vai Vai. Morreu precocemente na data 27 de novembro de 1979, aos 44 anos, na capital de São Paulo. A causa de sua morte é até hoje desconhecida pela mídia.

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Vida pessoal

Esteve casado com Benedicta Henriqueta Ferreira até sua morte, com ela teve um total de sete filhos, que curiosamente, todos carregam a inicial de seu nome e, desse número, um morreu após nascer e outro nasceu após três meses de seu falecimento.

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Carreira

Início de carreira e televisão

Iniciou no Teatro Experimental do Negro e logo depois passou para Teatro Escola de São Paulo. Em março de 1957, fez Diabo na nacionalmente conhecida peça Auto da Compadecida, na televisão começou sua trajetória no Teatro da Juventude pela Rede Tupi e mais tarde na mesma emissora fez Teatro da Fé, como diretor juntamente com Lúcia Lambertini. No início da década de 60 fez o Teatro Nove da atual extinta TV Excelsior, chegando em 64 estreou nos cinemas em O Santo Módico, entrou nas telenovelas em A Gata como um dos principais escravos da história e em Banzo da RecordTV, onde interpretou Tonho. Em 65 se torna diretor das tramas da TV Cultura. Nos últimos anos do decênio ingressa no Festival Zé do Caixão na peça televisionada O Marginal, onde esteve do lado de Clenira Michel e Julia Miranda. Logo depois entra no elenco da polêmica trama A Cabana do Pai Tomás, marcada pelo Blackface.

Última década, ascensão e cinema

Na década de 70 possuiu mais destaque em variedade de trabalhos em que participou. Em 71 entrou no elenco de Meu Pedacinho de Chão, no mesmo ano garantiu o filme Fora das Grades e posteriormente, fez um pescador, agora no longa As Noites de Iemanjá, dirigida por Maurice Capovilla. Em 73 foi produtor em Só o Amor Constrói, a peça O Canto da Terra e em 74 atuou na peça de Lafayette Galvão, intitulada de Alejadinho, Aqui e Agora e esteve na produção de um Caso Especial. Ainda nesse decênio, deu vida ao personagem Ranca trolha no filme O Roubo das Calcinhas e entra para Azambuja & Cia, criada pela dupla Chico Anysio e Arnaud Rodrigues. Seu último papel seria na continuação de Malu Mulher, intitulada de Malu Mulher — De Repente, Tudo Novamente, porém, com o cancelamento acabou encerrando a carreira como Negão em Feijão Maravilha, disponibilizada em 2026.

Destaque em trabalhos no teatro

Trabalhou como diretor da peça Sucata escrita por Milton Gonçalves em 1962. Mesmo com somente duas peças mais conhecidas no seus mais de 20 anos de teatro, atuou como diretor na peça baseada no caso real acontecido em Belo Horizonte, que teve título de Uma História de Diamantes, após cinco dias de publicado o caso nos jornais.

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Fontes consultadas

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